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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em maio de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 8 627 milhões de euros, o que compara com um valor de 1 943 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 723 milhões de euros (20 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de maio de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 292 364 milhões de euros, aumentando 8268 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 4,6%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 40 128 milhões de euros, aumentando 796 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 10,3%.

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Investimento Directo – Banco de Portugal

Em abril de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1 044 milhões de euros (70 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 7 milhões de euros (1 051 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -1 038 milhões de euros, diminuindo 2 018 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a abril de 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 2 801 milhões de euros, que compara com 1 352 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em abril de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de 1 798 milhões de euros, aumentando 1 444 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a abril de 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 3 283 milhões de euros, que compara com 664 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em abril de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 13,7% e de 14,4%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -6,3% para as exportações e de -11,3% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 100,4%. Ainda em abril de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 17,2% e de 13,2%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,7% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 19,3%.

De janeiro a abril de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,8% e de 0,5%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 102,6%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,9% e de -0,7%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,8% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 6,2%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em abril de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 089 milhões de euros, aumentando 417 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 878 milhões de euros, aumentando 397 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 20 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 211 milhões de euros.

Entre janeiro e abril de 2024, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 3 270 milhões de euros, que compara com 467 milhões de euros no período homólogo.

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Em abril de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de 539 milhões de euros, o que compara com -726 milhões de euros no mês precedente.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em maio de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 3,8%, superior em 1,5 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 1,0% entre abril e maio de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,6%, aumentando 0,2 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,7% (VH) em maio de 2024, aumentando em 0,1 p.p. face ao valor de abril. A variação mensal do índice situou-se em 0,2% na Zona Euro e na UE27.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 3,3% para Portugal, de 3,4% para a Zona Euro e 3,9% para a UE27.

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CALL FOR PAPERS SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: CONFERÊNCIA DE APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS PREMIADOS – GEE/GOOGLE/APDSI

O Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia, em colaboração com a Google e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), convidam a assistir presencialmente à conferência sobre “Inteligência Artificial em Portugal: Inovações, Desafios e Impactos na Economia”.

Neste evento, a 1 de julho, às 09:00, no Auditório do IAPMEI (Estrada do Paço do Lumiar, Campus do Lumiar, Edifício L, Lisboa), que conta com a intervenção do Senhor Ministro da Economia, são apresentados os três artigos científicos premiados num total de 15.000€ e promovido um debate sobre os desafios e impactos da IA na Economia.

 

Programa (com link para inscrição): Link
Comunicado de Imprensa: Link

Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 1º trimestre de 2024, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 6,2% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (6,3%) e pelo aumento dos outros custos salariais (6,1%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 9,3% e o sector privado registou um aumento de 4,6%, sendo que a Indústria registou um aumento de 4,8% (VH), a Construção registou um aumento de 4,3% (VH) e os Serviços um aumento de 4,5% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,1% (VH) na Zona Euro e aumentou 5,5% (VH) na UE.

No 1º trimestre de 2024, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, os maiores aumentos nos custos salariais horários para toda a economia foram registados na Roménia (16,4%), Bulgária (15,8%), Croácia (15,3%) , Polónia (14,1%) e Hungria (13,7%). Mais dois Estados-Membros da UE registaram um aumento superior a 10%, nomeadamente a Letónia (12,7%) e a Lituânia (11,1%).

Os custos laborais aumentaram, assim, na maioria dos países da União Europeia, no 1º trimestre de 2024.

(Gráfico: Eurostat)

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Global Economic Prospects – Banco Mundial

O Banco Mundial prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial para 2024 de 2,6% (2,4% no relatório de janeiro de 2024), sendo as estimativas para 2025 e 2026 de 2,7% e 2,7%, respectivamente (2,7% para 2025 no relatório de janeiro).

Para a Zona Euro prevê que o crescimento do PIB registe o valor de 0,7%, 1,4% e 1,3%, em 2024, 2025 e 2026, respectivamente (que comparam com 0,7% e 1,6% em 2024 e 2025, respectivamente, na estimativa de janeiro).

A taxa de crescimento dos Estados Unidos para 2024 foi estimada em 2.5% e a taxa de crescimento do Japão foi estimada em 0,7%.

O Banco Mundial reviu em alta as suas estimativas para os países em desenvolvimento, cuja projeção de crescimento para 2024 é de 4,0% (quando em janeiro passado previa um crescimento de 3,9%).

Finalmente, o Banco Mundial prevê que o Comércio Mundial cresça 2,5% em 2024, 3,4% em 2025 e 3,4% em 2026.

(Tabela: Banco Mundial)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em abril de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,8% e 11,1%, respetivamente. No mês de março de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,5% e 8,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,2% no Índice de Emprego e de 11,8% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em abril de 2024, um valor de 110,2 pontos, aumentando 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (109,9 pontos em março de 2024). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 123,5 pontos em abril de 2024, diminuindo 1,6 pontos em relação ao mês anterior (125,1 pontos em março de 2024).

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