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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE  

No período de fevereiro de 2024 a abril de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 0,1% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 1,1% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 303,8 milhões de euros no período analisado.

Em abril de 2024, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 15,5% e 13,5%, respetivamente (-13,6% e -15,3%, pela mesma ordem, em março de 2024).

No mês de abril de 2024, destacaram-se, quer nas exportações quer nas importações, os acréscimos homólogos de Combustíveis e lubrificantes (56,0% e 22,1%, respetivamente). No caso das importações, esta variação ficou a dever-se, essencialmente, aos aumentos homólogos em volume (58,9%) e de preços (8,1%) dos Óleos brutos de petróleo. Destaque também para os acréscimos homólogos nas exportações de Material de transporte (23,2%) e de Produtos alimentares (31,9%) nas importações de Fornecimentos industriais (9,0%) e de Máquinas e outros bens de capital (14,0%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em abril de 2024, as exportações aumentaram 12,5% e as importações cresceram 12,5% face a abril de 2023 (respetivamente -13,6% e -12,8% em março de 2024).

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No período de fevereiro de 2024 a abril de 2024, a taxa de cobertura total foi de 76,1%, correspondendo a um acréscimo de 0,9 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,0%, no Comércio Extracomunitário foi de 87,9% e na Zona Euro foi de 70,3%.

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Em abril de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2356,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -636,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1641,0 milhões de euros.

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Boletim Económico – Banco de Portugal  

O Boletim Económico (BE) de junho do Banco de Portugal (BdP) prevê um crescimento do PIB de 2,0% para 2024 e de 2,3% para 2025, mantendo-se a previsão face às Projeções de março. Para 2026 a previsão mantém-se em 2,2%.

O Banco de Portugal prevê que as Exportações e a Procura Interna cresçam 4,2% e 2,1% em 2024, respetivamente.

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2024 são de 2,5%, revendo em alta em 0,1 p.p. face às Projeções de março.

A taxa de desemprego em 2024 mantém-se (face às Projeções para a economia portuguesa de março) em 6,5%.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2024 foi revisto em alta de 3,6% para 4,4% do PIB.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Comércio a Retalho – Eurostat  

Em abril de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,5% na Zona Euro (ZE20) e 0,6% na UE27, face ao mês anterior. Em março de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,7% na Zona Euro e 0,6% na UE27.

Portugal registou um aumento de 1,7% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,2% em março de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para abril de 2024, os maiores aumentos foram registados na Eslováquia (2,4%), Bulgária e Áustria (ambos, 1,9%) e Portugal (1,7%). As maiores diminuições ocorreram na Letónia (-3,3%), Chipre (-3,1%) e Dinamarca (-2,7%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho manteve-se inalterado na Zona Euro e diminuiu 0,1% na UE27, em abril de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 1,7%, após ter registado um aumento homólogo de 1,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para abril de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Bulgária e Roménia (ambos, 9,8%), Croácia e Eslováquia (ambos, 8,6%) e Luxemburgo (7,3%). As maiores reduções foram observadas na Polónia (-7,3%), na Bélgica (-5,8%) e na Estónia (-4,9%).

(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE  

No mês de abril de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 5,62%, diminuindo 0,12 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 5,04% e 5,33% em março de 2024 para 4,98% e 5,30% em abril de 2024, respetivamente.

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Em abril de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,10 p.p., de 5,72% para 5,62%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até e 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 6,19% e 5,89%, respetivamente, após terem registado valores de 6,20% e 5,9% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 5,24%, o que compara com 5,46% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de abril de 2024, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 2,08%, diminuindo 0,09 p.p. face ao mês anterior. Neste mês a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,54 p.p..

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,53% e 2,98% em abril de 2024, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,45 p.p. e 2,32 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal  

Em abril de 2024, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,04 p.p., de 5,30% em março de 2024 para 5,26%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,10 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 5,62%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro permaneceram constantes. 

Entre março de 2024 e abril de 2024, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,01 p.p. e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,22 p.p., fixando-se em 5,89% e 5,24%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,13 p.p. entre março e abril de 2024, fixando-se em 3,75%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,09 p.p., fixando-se em 9,63%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,19 p.p. entre março e abril de 2024, fixando-se em 4,89%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal  

Em abril de 2024, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras (SNF) e Particulares foi de 4 468 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 28,0% (mais 38,9 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 22,9% (mais 43,4 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 32,0% (mais 34,8 p.p. face a março de 2024).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 17 538 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 14,6%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 7 168 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 11,0% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 10 370 milhões de euros, atingindo os 17,2% de variação homóloga acumulada.

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TE 124 – A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: Desafios e Oportunidades para a Indústria, a Inovação e as Infraestruturas em Portugal

O presente Tema Económico propõe-se abordar o ponto de situação e a perspetiva de Portugal face ao ODS 9, procurando identificar áreas críticas e o percurso para que as políticas públicas nas áreas da indústria, da inovação e das infraestruturas sejam potenciadoras de um crescimento sustentável e resiliente em Portugal.

Neste enquadramento, procede-se à caracterização do desempenho de Portugal face aos objetivos delineados pelo ODS 9, destacando a evolução das infraestruturas, o impulso à inovação e os esforços para uma industrialização mais inclusiva e sustentável; analisam-se como as políticas públicas atuais e futuras podem contribuir para um desenvolvimento económico resiliente, assegurando que essas iniciativas se alinhem com as exigências de um mundo em rápida mudança e as necessidades e desafios específicos do País.

 

TE 124 – A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: Desafios e Oportunidades para a Indústria, a Inovação e as Infraestruturas em Portugal

Vendas de Veículos Automóveis – ACAP  

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de maio de 2024, foram matriculados 23 218 veículos, o que representa um aumento homólogo de 2,4%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 1,5% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 0,2% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 22,4%.

Entre janeiro e maio de 2024 foram matriculados 112 633 veículos, o que representa um aumento homólogo de 11,0%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 6,6% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 9,2% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um aumento de 26,8% (VHA).

De janeiro a maio de 2024, as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 96 223 unidades, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Dívida Pública – Banco de Portugal  

Segundo o Banco de Portugal, em abril de 2024, a Dívida Pública situou-se em 273,4 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 2,5 mil milhões de euros face ao mês anterior e uma diminuição de 6,5 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que esta subida refletiu o acréscimo de 1,9 mil milhões de euros dos títulos de dívida (bilhetes e obrigações do Tesouro) e o aumento de 0,7 mil milhões de euros dos empréstimos, sobretudo de curto prazo.

Em março de 2024, a Dívida Pública foi de 100,4% do PIB, o que representa uma variação de 1,3 p.p. face ao trimestre anterior e de -11,9 p.p. face ao trimestre homólogo.

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