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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 12 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada, em média, durante o mês anterior. Em 9 de maio de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 2,9% (VH), que compara com 8,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em abril de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,606%, registando uma diminuição de 0,007 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,613%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,910%, o que compara com 4,000% em março de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 65 577 euros, registando um aumento de 186 euros face ao mês anterior (65 391 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 404 euros em abril de 2024, mais 1 euros que em março de 2024 e mais 63 euros que em abril de 2023. Deste valor, 247 euros (61%) correspondem a pagamento de juros e 157 euros (39%) a capital amortizado. Em abril de 2023, a componente de juros representava 48% do valor médio da prestação.

Em abril de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 611 euros, o que equivale a uma diminuição de 8 euros relação ao mês anterior (619 euros).

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

No 1º trimestre de 2024, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 6,1%, para 1 443 Euros, em relação ao mesmo período de 2023.  A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,1% e 6,3%, situando-se em 1 285 Euros e 1 209 Euros, respetivamente.

Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 3,8% e as suas componentes regular e base aumentaram 3,8% e 4,0%. Estes resultados abrangem 4,6 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 2,9% do que no mesmo período de 2023.

Em relação a março de 2023, a remuneração bruta total mensal média aumentou em todas as dimensões de análise (atividade económica, dimensão de empresa, sector institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas “Indústrias extrativas” (secção B; 12,9%), nas empresas de 500 e mais trabalhadores (6,9%), no sector público (6,3%) e nas empresas de “Serviços de mercado com forte intensidade de conhecimento” (9,4%).

(Gráfico: INE)

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Economic Forecast Spring – Comissão Europeia

Segundo as Previsões Económicas de Primavera (Spring European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,7% em 2024 e de 1,9% em 2025 (1,2% para 2024 e 1,8% para 2025 nas previsões de Inverno).

Quanto à inflação, a Comissão prevê que que será de 2,3% em 2024 e 1,9% em 2025 (2,3% para 2022 e 1,9% para 2023 nas previsões de Inverno).

A taxa de desemprego em Portugal deverá ser de 6,5% em 2024 e de 6,4% em 2025, sem revisões face às previsões de Outono.

A Balança Corrente deverá apresentar um saldo de 0,8% e 0,6% em 2024 e 2025, respetivamente (1,1% e 0,8% em 2024 e 2025, nas previsões de Outono).

Relativamente à situação orçamental, a Comissão prevê que um saldo orçamental de 0,4% em 2023 e de 0,5% em 2024 (previsão de 0,1% para 2024 e 0,0% em 2025 nas previsões de Outono).

(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) para 2024 e 2025, respectivamente, de 0,8% e 1,4% para a Zona Euro e de 1,0% e 1,6% para a UE28.

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em março de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,6% na Zona Euro e de 0,2% na UE, face ao mês anterior. Em fevereiro de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 1,0% na Zona Euro e de 0,9% na UE.  Portugal registou um aumento de 2,6% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,3% em fevereiro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (12,8%), Bélgica (6,8%) e Luxemburgo (4,5%). As maiores diminuições foram registadas na Eslovénia (-5,9%), Polónia (-5,1%) e Dinamarca (-4,3%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,0% na Zona Euro e -1,0% na EU, em março de 2024. Portugal registou um aumento de 3,4%, após ter registado um aumento de 0,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2024, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (37,0%), Chipre (8,5%) e Roménia (3,5%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Finlândia (-7,7%), Bulgária (-7,6%) e Áustria (-7,0%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 1º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,4% em relação ao trimestre homólogo (2,1% no trimestre anterior) e uma variação de 0,7% em relação ao trimestre anterior (0,7% no 4º trimestre de 2023).

A variação homóloga registou 0,4% na Zona Euro (0,1% no 3º trimestre de 2023) e 0,4% na UE27 (0,2% no 4º trimestre de 2023). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% na Zona Euro (-0,1% no 4º trimestre de 2023) e uma variação de 0,3% na UE27 (0,0% no 4º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior no Chipre (1,2%) e na Irlanda (1,1%). As maiores quedas foram observadas na Estónia (-0,4%), Países Baixos e Suécia (ambas -0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB no Chipre (3,3%), Lituânia (2,9%) e Eslováquia (2,7%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Irlanda (-4,9%) e Estónia (-2,1%).

Nos EUA, no 1º trimestre de 2024, o PIB aumentou 3,0% em termos homólogos (3,1% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,4% em comparação com o trimestre anterior (0,8% no 4º trimestre de 2023).

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(Gráfico: Eurostat)

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A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica

A UE assume-se como líder mundial na luta contra as alterações climáticas e está comprometida em alcançar a neutralidade carbónica até 2050. Para isto, serão necessárias tecnologias verdes e limpas que precisam de minerais e outras matérias-primas para a sua implementação. A UE encontra-se particularmente numa situação vulnerável, já que depende largamente de países terceiros para o fornecimento destes recursos, cruciais para a concretização da sua transição verde e energética.
À luz do conceito de autonomia estratégica, este seminário averigua a situação de dependência excessiva da UE face ao lítio, um dos minerais mais importantes para a produção de baterias utilizadas no setor da e-mobilidade. É analisado o caminho que a União deverá percorrer para aumentar a sua autossuficiência, não só no fornecimento de lítio, como também na produção da tecnologia de baterias. Dada as suas condições geológicas favoráveis, é ainda examinado o papel de liderança que Portugal poderá assumir dentro da UE na exploração de lítio e na produção de baterias, assim como as diversas barreiras estruturais que têm impedido o país de explorar a sua vantagem comparativa.

A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica.pdf

Apresentação 94.º Seminário GEE/GPEARI – A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica.pdf

Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em março de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,6% e 9,2%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,0% e 10,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,4% no Índice de Emprego e de 11,7% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2024, um valor de 110,0 pontos, aumentando 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (109,7 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 125,5 pontos em março, aumentando 6 pontos em relação ao mês anterior (119,5 pontos em fevereiro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em março, o Índice de Produção na Construção abrandou 1,6 p.p., para um crescimento homólogo de 3,0%, com abrandamentos em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,3%, taxa 1,5 p.p. inferior à observada em fevereiro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 6,0% no mês anterior, para 4,2% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 5,0% (5,4% em fevereiro de 2024).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,6 pontos em março de 2024, diminuindo 2,3 pontos em relação ao mês precedente (110,9 pontos em fevereiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 109,5 pontos em fevereiro para 107,0 em março e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 113,1 pontos em fevereiro para 111,1 pontos em março.

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