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Atividade Turística – INE

Em março de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 5,7 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 12,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 4,1 milhões de dormidas (13,8%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,6 milhões de dormidas (10,3%, VH).

De janeiro a março de 2024, a hotelaria registou 13,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (7,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 4,2 milhões de dormidas (3,9%, VHA) e os não residentes representam 9,3 milhões de dormidas (8,7%, VHA).

Em março de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 405,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 20,1%.   

Em termos regionais (NUTS II), em março de 2024, destacam-se as regiões do Centro (37,4%), do Alentejo (33,0%) e do Oeste e Vale do Tejo (28,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a março de 2024, foram registados 912,7 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 15,0%.     

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em março de 2024, variações homólogas de 4,4%, 12,0% e -5,9%, respectivamente, o que compara com 5,4%, 12,6% e 3,1% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2024, valores de 120,8 pontos, 138,0 pontos e 118,0 pontos, respectivamente, o que compara com 119,4 pontos, 133,2 pontos e 116,8 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em março de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, inferior em 5,6 p.p. ao valor registado em fevereiro de 2024 (7,4%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 136,9 pontos em março de 2024, aumentando 12,2 pontos em relação ao mês precedente (124,7 pontos em fevereiro de 2024).

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 1º trimestre de 2024, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 6,2% (6,3% no 4º trimestre de 2023). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 6,3% e os outros custos aumentaram 6,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 4,6%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 9,3%.

(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em abril de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,1 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, inferior em 0,5 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,5%, o que compara com uma variação de 2,0% no mês anterior e de 0,6% em abril de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,6% (2,9% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 3,5%, (3,9% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a abril de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro (em março, a taxa de Portugal tinha sido superior à da área do Euro em 0,2 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 5 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 2 de maio de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 8,2% (VH), que compara com 5,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE  

No período de janeiro de 2024 a março de 2024, as exportações de bens registaram uma diminuição de 4,2% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 6,3% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 829,4 milhões de euros no período analisado.

Em março de 2024, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de -13,6% e -15,5%, respetivamente (2,6% e 1,7%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2024).

No mês de março de 2024, destacaram-se os decréscimos nas exportações e nas importações de Fornecimentos industriais (-16,9% e -26,9%, respetivamente). De salientar, também, o decréscimo nas exportações de Material de transporte (-16,0%) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (-33,0%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em março de 2024, as exportações diminuíram 13,6% e as importações decresceram 13,1% face a março de 2023 (respetivamente 1,8% e 2,9% em fevereiro de 2024).

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No período de janeiro de 2024 a março de 2024, a taxa de cobertura total foi de 77,6%, correspondendo a um acréscimo de 1,7 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,6%, no Comércio Extracomunitário foi de 93,3% e na Zona Euro foi de 70,9%.

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Em março de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1621,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Máquinas com um valor de -485,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -819,3 milhões de euros.

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Caracterização do Ecossistema Industrial de Aeroespacial e Defesa em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Aeroespacial e Defesa em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE que, num futuro próximo, importa discutir. O Ecossistema da Aeroespacial e Defesa, que por sua vez se cruza com a política publica desenvolvida no âmbito da Economia de Defesa, e com diversos setores de atividade, apresenta um potencial relevante para o desempenho da e economia europeia e nacional.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do Ecossistema Industrial da Aeroespacial e Defesa (EIAD), considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

A análise abrange a competitividade do ecossistema em Portugal bem como as medidas de política implementadas. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo em I&D, inovação e empreendedorismo, bem como a promoção da colaboração entre empresas, instituições de I&D e Estado, destacando, ainda, os principais fatores, políticas e desafios que podem impulsionar a competitividade e contribuir para o desenvolvimento sustentável da economia de defesa e, concomitantemente, da economia nacional.

Ecossistema Industrial de Aeroespacial e Defesa em Portugal

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE  

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em março de 2024, variações homólogas de -0,3% e 6,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,6 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,3% no mês de fevereiro de 2024), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,5 p.p. em relação ao mês anterior (7,6% em fevereiro de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de -9,3% em março de 2024, diminuindo 11,7 p.p. face à registada em fevereiro de 2024.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE  

Em março de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de -11,8%, diminuindo 11,3 p.p. em relação ao observado no mês de fevereiro de 2024 (-0,5% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de -10,3% e -16,3%, após terem registado variações de 4,7% e -5,0% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -8,5% e -9,3%, após terem registado variações de 4,9% e -4,2% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em março de 2024, uma variação homóloga de -13,9%, diminuindo 15,0 p.p. em comparação com o mês anterior (1,1%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 9,0 p.p. em termos homólogos (-10,5% em março de 2024 face aos -1,5% registados em fevereiro de 2024).

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