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Estimativa Rápida do PIB – INE

No 1º trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 1,4%, após ter aumentado 2,1% no trimestre precedente. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 1º trimestre, verificando-se uma desaceleração do Investimento e do consumo privado. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi nulo, após ter sido positivo no trimestre anterior, tendo as exportações de bens e serviços em volume desacelerado e as importações de bens e serviços acelerado ligeiramente.

Comparando com o 4º trimestre de 2023, o PIB aumentou 0,7% em volume, taxa idêntica à observada no trimestre anterior. O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB passou a positivo no 1º trimestre, refletindo a desaceleração das importações de bens e serviços mais acentuada que a das exportações de bens e serviços. O contributo positivo da procura interna diminuiu, observando-se uma redução do investimento e uma aceleração do consumo privado.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em abril de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 101,3 pontos, o que compara com o valor de 100,8 pontos verificado em março de 2024.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores do Comércio a Retalho (de 2,7 para 3,2) e da Construção (de -4,8 para -4,6), ao contrário da Indústria (de -6,7 para -6,9 pontos) e dos Serviços (de 7,4 para 6,5). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -20,6 para -17,1.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,3 pontos na União Europeia (de 96,5 pontos em março para 96,2 pontos em abril), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,6 pontos (de 96,2 pontos em março de para 95,6 pontos em abril).

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em março de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 580 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,3% face ao mês anterior e a um aumento de 6,5% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 759 euros/m2, registando um aumento de 1,0% em relação ao mês anterior e um aumento 5,7% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 239 euros/m2, aumentando 0,7% face ao mês precedente e aumentando 9,2% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,6%); Centro (1,3%); Oeste e Vale do Tejo (0,6%); Lisboa (0,5%); Península de Setúbal (1,5%); Alentejo (-0,2%); Algarve (-0,4%); Região Autónoma dos Açores (0,5%) e Região Autónoma da Madeira (-0,1%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (9,5%); Centro (8,7%); Oeste e Vale do Tejo (11,2%); Lisboa (3,5%); Península de Setúbal (5,8%); Alentejo (11,9%); Algarve (1,1%); Região Autónoma dos Açores (17,5%) e Região Autónoma da Madeira (17,5%).   

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Atividade Turística – Estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 2,3 milhões de hóspedes e 5,7 milhões de dormidas em março de 2024, correspondendo a variações homólogas de +12,2% e +12,8%, respetivamente (+7,1% e +6,4% em fevereiro de 2024, pela mesma ordem). As dormidas de residentes cresceram 10,3%, correspondendo a 1,6 milhões, enquanto as de não residentes aumentaram 13,8%, totalizando 4,1 milhões.

Nos mercados externos, o britânico foi o principal mercado emissor em março (quota de 16,4%), tendo registado um crescimento homólogo (VH) de 9,3%, seguido da Alemanha (peso de 13,7%), que cresceu 12,1% (VH), e da Espanha (quota de 11,5%), que registou o maior crescimento entre os principais mercados neste mês (+47,5%, VH).

Todas as regiões registaram acréscimo de dormidas, com maior expressão no Oeste e Vale do Tejo (+29,4%, VH), Centro (+23,1%, VH) e Alentejo (+21,0%, VH). Os crescimentos mais modestos verificaram-se na RA Madeira (+4,1%, VH) e na Grande Lisboa (+8,9%, VH).

No 1º trimestre de 2024, as dormidas aumentaram (VH) 7,1%, +3,9% nos residentes e +8,7% nos não residentes.

Estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que este ano se repartiu entre março e abril, enquanto no ano anterior se concentrou apenas em abril.

(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 1º trimestre de 2024 aponta para diminuições nas exportações e importações de, respetivamente, 4,2% e 6,0%, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

O decréscimo nas transações de bens ocorre pelo quarto trimestre consecutivo, acentuando-se face ao trimestre anterior, em que se registaram variações homólogas de -1,8% nas exportações e -5,3% nas importações.

(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em abril de 2024, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,9 para 1,7 (%, vcs).

Entre março e abril de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 10,9 para 7,0 e o do Comércio aumentou de 2,5 para 3,0. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -6,5 para -6,8 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,4 para -4,2. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -17,4 (sre, ve), em abril de 2024 (-20,7 em março de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Preço da eletricidade e do gás – Eurostat  

No 2º semestre de 2023, o preço da eletricidade nas famílias registou uma variação homóloga de 3,5% em Portugal.

Entre o 2º semestre de 2022 e o 2º semestre de 2023, as maiores reduções nos preços da eletricidade das famílias, em moedas nacionais, foram observadas na Dinamarca (-39,3%), seguidas pela Espanha (-29,9%) e Bélgica (-15,8%). Por outro lado, os maiores aumentos foram registados na Países Baixos (86,3%), Chéquia (81,9%) e Polónia (26,9%).

Expressos em euros, os preços médios de eletricidade das famílias no 2º semestre de 2023 foram mais baixos na Hungria (11,3 euros por 100 kWh), Bulgária (11,9 euros) e Malta (12,8 euros) e mais altos na Alemanha (40,2 euros), Irlanda (37,9 euros), Bélgica (37,8 euros) e Dinamarca (35,5 euros). O preço médio da eletricidade na UE foi de 28,5 euros por 100 kWh.

No 2º semestre de 2023, Portugal era o país com o 16º preço mais alto expresso em euros, e o país com o 12º preço mais alto em paridades de poder de compra (PPC).

(Gráficos: Eurostat)

Para o mesmo período, o preço do gás natural nas famílias registou uma variação homóloga de 7,6% em Portugal.

Relativamente ao preço do gás, entre os Estados-Membros registaram-se os maiores aumentos na Lituânia (67,7%), Polónia (24,3%) e Eslováquia (22,4%). As maiores diminuições ocorreram na Grécia (-42,1%), Dinamarca (-41,3%) e Bulgária (-40,1%).

Portugal era o terceiro país com o preço mais alto no 2º semestre de 2023, em paridades de poder de compra (PPC).

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(Gráficos: Eurostat)

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Procura Turística dos Residentes – INE  

De acordo com o INE, no conjunto do ano de 2023, as viagens realizadas pelos residentes cresceram 4,6% em termos homólogos, e atingiram um total de 23,7 milhões. As viagens nacionais aumentaram 2,4% (taxa de variação homóloga – VH) e as viagens ao estrangeiro cresceram 21,5% (VH), atingindo um máximo histórico. O alojamento particular gratuito aumentou a sua expressão, tendo-se mantido como principal meio de alojamento utilizado (61,3%, mais 0,2 p.p. face a 2022). A duração média das viagens foi de 4,08 noites (4,18 noites em 2022).

(Quadro: INE)

Espanha (41,6%; +3,2 p.p.), França (10,1%, -0,7 p.p.) e Itália (6,9%, +0,2 p.p.) mantiveram-se como os principais países de destino nas deslocações dos residentes ao estrangeiro.

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(Gráfico: INE)

No 4º trimestre de 2023, os residentes em Portugal realizaram 5,1 milhões de viagens, o que correspondeu a um crescimento homólogo de 2,9% (0,7% no 3º trimestre de 2023). As viagens em território nacional corresponderam a 86,7% das deslocações (4,5 milhões), tendo aumentado 1,5% (VH). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 12,9% em relação ao período homólogo (30,3% no 3º trimestre de 2023), totalizando 683,6 mil viagens, o que correspondeu a 13,3% do total.

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(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na terceira semana de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 18 de abril de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,2% (VH), que compara com -1,0% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em março de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,8 mil milhões de euros, aumentando 28 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -0,8% (-0,8% no mês anterior).

stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 0,4% (0,1% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de -0,6%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,8%, aumentando 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -0,6%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em março de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,25% (1,27% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,11% para 2,05%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,80% (0,79% no mês precedente).

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Em março de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,4%) e no Norte (30,4%).

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Em março de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,9% (4,1% no mês anterior).

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