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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal  

Em fevereiro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 800,4 mil milhões de euros, dos quais 358,8 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 441,6 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 291,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 150,6 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 0,6 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 1,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 0,9 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,1 mil milhões de euros.

Relativamente a fevereiro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 7,5 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 2,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 5,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 4,6 mil milhões de euros e a diminuição do endividamento dos Particulares em 0,7 mil milhões de euros.

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Em fevereiro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,1%, mais 1,4 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de -0,4% para -0,2%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat  

Segundo o Eurostat, no 4º trimestre de 2023, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro (EA20) situou-se em 88,6% (89,6% no 3º trimestre de 2023) e na UE27 situou-se em 81,7% (82,4% no 3º trimestre de 2023). Em relação ao período homólogo (4º trimestre de 2022) registou-se uma diminuição de 2,2 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e uma diminuição de 1,7 p.p. na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 99,1% (112,4% no 4º trimestre de 2022 e 107,5% no 3º trimestre de 2023).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 4º trimestre de 2023, foram a Grécia (161,9%), Itália (137,3%), França (110,6%), Espanha (107,7%) e Bélgica (105,2%). Em contrapartida a Estónia (19,6%), Bulgária (23,1%), Luxemburgo (25,7%) e Dinamarca (29,3%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

(Gráfico: Eurostat)

Em relação ao trimestre anterior, dez Estados-membros depararam-se com acréscimos de dívida e dezassete com uma diminuição. Destacam-se com os maiores aumentos a Bulgária (2,1 p.p.), Letónia (1,6 p.p.), Finlândia (1,5 p.p.), Estónia (1,4 p.p.), Suécia (1,2 p.p.) e Polónia (1,0 p.p.), e com maiores diminuições Portugal (-8,4 p.p.), Grécia (-3,7 p.p.), Eslovénia (-2,6 p.p.), Bélgica (-2,4 p.p.), Eslováquia (-2,3 p.p.), Espanha (-2,1 p.p.), Chipre (-1,7 p.p.), Hungria (-1,5 p.p.) e França (-1,4 p.p.).

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(Gráfico: Eurostat)

Face ao 4º trimestre de 2022, nove Estados-membros registaram um aumento do rácio da dívida pública e dezoito registaram decréscimos. Os aumentos verificaram-se na Finlândia (2,3 p.p.), Letónia (1,8 p.p.), Roménia (1,3 p.p.), Estónia (1,1 p.p.), Luxemburgo e Bélgica (ambos, 0,9 p.p.), Bulgária (0,5 p.p.), Polónia (0,4 p.p.) e Lituânia (0,2 p.p.). Em contraste, Portugal (-13,3 p.p.), Grécia (-10,8 p.p.), Chipre (-8,3 p.p.), Croácia (-4,8 p.p.), Espanha (-4,0 p.p.), Países Baixos (-3,7 p.p.), Eslovénia (-3,3 p.p.), Itália (-3,2 p.p.) e Alemanha (-2,4 p.p.) registaram as maiores diminuições homólogas nos níveis de dívida pública (em % do PIB).

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(Gráfico: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat  

No 4º trimestre de 2023, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -4,1% do PIB (-5,3% no 4º trimestre de 2022 e -3,6% no 3º trimestre de 2023). O saldo da UE27 fixou-se em -4,0% do PIB (-5,0% no 4º trimestre de 2022 e -3,5% no 3º trimestre de 2023).

No 4º trimestre de 2023, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos -1,6% do PIB (-5,5% no 4º trimestre de 2022 e 2,4% no 3º trimestre de 2023).

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(Tabelas: Eurostat)

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Défice e Dívida Geral das Administrações Públicas – 1.ª Notificação – Eurostat  

Segundo a 1.ª notificação do Eurostat, em 2023, Portugal apresentou um saldo orçamental de 1,2% do PIB e uma dívida pública de 99,1% do PIB (263.085 milhões de euros), sendo o sexto país mais endividado da União Europeia.

A Zona Euro registou, em 2023, um défice de 3,6% e uma dívida pública de 88,6% do PIB. A UE27 registou, no mesmo período, um défice de 3,5% e uma dívida pública de 81,7% do PIB.

Em 2023, todos os Estados-Membros, com a exceção de Chipre e Dinamarca (ambos, 3,1%), Irlanda (1,7%) e Portugal (1,2%), registaram um défice orçamental. Os maiores défices foram registados em Itália (-7,4%), Hungria (-6,7%) e Roménia (-6,6%). Onze Estados-Membros registaram défices superiores a 3% do PIB.

Relativamente à dívida pública, treze Estados-Membros tinham rácios da dívida pública superiores a 60% do PIB, sendo os mais elevados registados na Grécia (161,9%), Itália (137,3%), França (110,6%), Espanha (107,7%) e Bélgica (105,2%). Os mais baixos foram registados na Estónia (19,6%), Bulgária (23,1%), Luxemburgo (25,7%), Dinamarca (29,3%), Suécia (31,2%) e Lituânia (38,3%).

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(Tabela: Eurostat)

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de março de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 44 387 pessoas, o que representa uma variação mensal de -8,3% e uma variação homóloga de -7,8%. Durante este mês, foram efectuadas 8 312 colocações, o que corresponde a um aumento de 23,4% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -8,0%.

No final do mês de março de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 324 616 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -1,9% (-6 392 pessoas) e a uma variação homóloga de 6,0% (18 459 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-20,3%) e os Açores (-11,0%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores quedas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-18,5%) e Alentejo (-3,6%).

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(Gráfico: IEFP)

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em março de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,613%, registando uma diminuição de 0,028 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,641%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 4,000%, o que compara com 4,197% em fevereiro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 65 391 euros, registando um aumento de 233 euros face ao mês anterior (65 158 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 403 euros em março de 2024, valor igual ao de fevereiro de 2024 e mais 72 euros que em março de 2023. Deste valor, 247 euros (61%) correspondem a pagamento de juros e 156 euros (39%) a capital amortizado. Em março de 2023, a componente de juros representava 45% do valor médio da prestação.

Em março de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 619 euros, o que equivale a uma diminuição de 9 euros relação ao mês anterior (628 euros).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na segunda semana de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 11 de abril de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -1,2% (VH), que compara com 2,0% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Investimento Directo – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1 470 milhões de euros (158 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 1 020 milhões de euros (486 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -450 milhões de euros, diminuindo 779  milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a fevereiro de 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 1 628 milhões de euros, que compara com 160 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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