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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de 519 milhões de euros, diminuindo 75 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a fevereiro de 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 1 112 milhões de euros, que compara com 499 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 5,2% e de 1,8%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 3,1% para as exportações e de -2,0% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 99,4%. Ainda em fevereiro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 2,4% e de 1,1%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 10,7% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,4%.

De janeiro a fevereiro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,1% e de -0,1%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 101,5%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,3% e de -1,2%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 9,6% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,6%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 502 milhões de euros, diminuindo 569 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 141 milhões de euros, diminuindo 742 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 173 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 360 milhões de euros.

Entre janeiro e fevereiro de 2024, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 1 572 milhões de euros, que compara com 418 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em fevereiro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -174 milhões de euros, o que compara com 26 milhões de euros no mês precedente.

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Enhancing university–industry collaboration: The role of intermediary organizations

Neste trabalho é avaliado o papel das unidades de interface no fomento de relações de I&D conjuntas entre universidades e a indústria. Para o efeito, é efetuada a análise das características das empresas que têm uma interação com as universidades através de unidades de interface, em comparação com empresas que interagem diretamente com as universidades. Os resultados mostram que empresas que interagem através de unidades de interface são mais pequenas, têm menos conhecimento e estão mais próximas geograficamente da universidade. Barreiras culturais e organizacionais são mais significativas entre as empresas que interagem diretamente com universidades, enquanto barreiras de conhecimento e relacionadas com custos são mais relevantes para empresas que interagem através de unidades de interface. A proximidade geográfica tem um papel importante nas ligações entre universidade e indústria, mostrando a importância da existência de universidades de média dimensão para o crescimento regional em zonas tecnologicamente menos avançadas.

Enhancing university–industry collaboration: The role of intermediary organizations

Apresentação 93.º Seminário GEE/GPEARI – Enhancing university–industry collaboration: The role of intermediary organizations.pdf

Inflação – IHPC – Eurostat

Em março de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,6%, superior em 0,3 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 2,3% entre fevereiro e março de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,4%, diminuindo 0,2 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,6% (VH) em março de 2024, diminuindo em 0,2 p.p. face ao valor de fevereiro. A variação mensal do índice situou-se em 0,8% e 0,7% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 3,8% para Portugal, de 4,1% para a Zona Euro e 4,7% para a UE27.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em março de 2024, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -1,4%, mais 1,1 p.p. face ao registado no mês anterior (-2,5%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 0,7%, mais 3,7 p.p. face à variação verificada no mês de fevereiro de 2024 (-3,0%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 2,7% e -6,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 2,8% e -7,8%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de -0,4% (-0,3 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -1,9% em termos homólogos (-2,6% no mês anterior) e de 0,1% em termos mensais (-0,6% em março de 2023).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 118,5 pontos em março de 2024, equivalente em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 0,7 pontos para 117,3 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 1,5 pontos para 110,0 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior para 110,3 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 0,1 pontos, passando de 128,5 pontos em fevereiro para 128,4 em março.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 1,9% em março de 2024, que compara com 1,7% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em fevereiro de 2024, registou o valor de 1,1% (VH), superior em 0,3 p.p. em relação ao mês anterior (0,8%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,9 (sre/ve), que compara com o valor de -16,3 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em março de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 0,5% (VH) e para os serviços foi de 5,0% (VH). Estes valores comparam com 0,4% (VH) e 4,6% (VH) registados no mês de fevereiro de 2024, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e fevereiro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 35,2 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 28,4 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu 6,2% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 28,4 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 36,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,5% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 4,4% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em março de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 3 174 milhões de euros, o que compara com um valor de -641 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 186 milhões de euros (307 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de março de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 284 314 milhões de euros, aumentando 4 480 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 2,0%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 39 657 milhões de euros, aumentando 156 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 12,5%.

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Estatísticas das Receitas Fiscais – INE

Em 2023, a carga fiscal aumentou 8,8% em termos nominais, atingindo 95 mil milhões de euros, o que correspondeu a 35,8% do PIB (36,0% no ano anterior). Considerando 2022, último ano com informação disponível para a União Europeia (UE27) e excluindo os impostos recebidos pelas Instituições da União Europeia, Portugal continuou a apresentar uma carga fiscal (35,8%) inferior à média da UE27 (40,0%).

A receita com impostos diretos aumentou 10,7%, refletindo sobretudo a evolução da receita do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS), que cresceu 9,4%. Quanto à receita do imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC), esta cresceu 13,9%, continuando a beneficiar do comportamento da economia portuguesa em 2023.

Os impostos indiretos cresceram 5,5%, tendo a receita com o imposto sobre o valor acrescentado subido 5,1%, (após um aumento de 18,4% em 2022), destacando-se ainda o crescimento da receita com o imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos (15,9%), após a descida acentuada registada no ano anterior (-21,3%). Registaram-se também acréscimos nas receitas com o imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas (5,9%), com o imposto sobre veículos (5%) e com o imposto sobre o tabaco (3,5%).

As contribuições sociais efetivas tiveram um crescimento de 11,7%, refletindo, nomeadamente, o crescimento do emprego remunerado, as atualizações salariais e a subida do salário mínimo.

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(Gráficos: INE)

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