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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em fevereiro de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 3,5%, superior em 1,7 p.p. ao valor registado em janeiro de 2024 (1,8%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 126,4 pontos em fevereiro de 2024, aumentando 1,0 pontos em relação ao mês precedente (125,4 pontos em janeiro de 2024).

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Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em março de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,5%, superior em 0,4 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 2,0%, o que compara com uma variação nula no mês anterior e de 1,7% em março de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,9% (3,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 3,9% (4,2% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a março de 2024, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi inferior em 0,2 p.p. à do IHPC português (em fevereiro, a taxa em Portugal tinha sido inferior à da área do Euro em 0,3 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal  

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao primeiro trimestre de 2024, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao segundo trimestre de 2024.

Oferta

  • Critérios de concessão de crédito: praticamente inalterados no crédito a empresas e no crédito a particulares para aquisição de habitação e para consumo e outros fins.

– Fatores: a perceção de riscos associados à situação e perspetivas económicas gerais contribuíram para um ligeiro aumento da restritividade na concessão de crédito às empresas. A perceção de riscos associados à situação e perspetivas económicas gerais e à qualidade creditícia dos consumidores e, em menor grau, a tolerância a riscos contribuíram para um ligeiro aumento da restritividade na concessão de crédito ao consumo e outros fins.

  • Termos e condições do crédito: ligeira diminuição na taxa de juro praticada, no spread nos empréstimos de risco médio e nas comissões e outros encargos não relacionados com taxas de juro concedidos a PME. No segmento da habitação, ligeira diminuição no spread dos empréstimos de risco médio e ligeiro aumento no spread dos empréstimos de maior risco. No crédito ao consumo e outros fins, ligeiro aumento das taxas de juro e da restritividade, refletido no montante do empréstimo.

– Fatores: no crédito a empresas e a particulares para aquisição de habitação, a concorrência de outras instituições contribuiu ligeiramente para reduzir o spread aplicado nos empréstimos de risco médio e aumentar o spread aplicado nos empréstimos de maior risco, no segmento da habitação.

  • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: ligeira diminuição nos empréstimos a PME, ligeiro aumento no crédito para a habitação e aumento nos empréstimos para consumo e outros fins.
  • Expetativas: critérios de concessão praticamente inalterados no crédito a empresas e no crédito a particulares para aquisição de habitação, e ligeiramente mais restritivos no crédito ao consumo e outros fins.

(Gráfico: Banco de Portugal)

Procura:

  • Procura de empréstimos por parte de empresas: ligeira diminuição da procura, por parte das PME e, em menor grau, das grandes empresas, sobretudo por empréstimos de longo prazo.

– Fatores: o nível geral das taxas de juro e, em menor grau, a redução das necessidades de financiamento do investimento contribuíram para a diminuição da procura de empréstimos por empresas. O recurso à geração interna de fundos como fonte de financiamento alternativa

contribuiu ligeiramente para essa evolução, sobretudo no caso das grandes empresas.

  • ·Procura de empréstimos por parte de particulares: ligeira diminuição nos segmentos da habitação e do consumo e outros fins.

– Fatores: o nível geral das taxas de juro e a confiança dos consumidores foram os principais fatores a contribuir para a redução da procura no segmento do crédito ao consumo e outros fins e, em menor grau, no segmento da habitação.

  • Expetativas: ligeira diminuição da procura de crédito por parte das empresas de todas as dimensões e prazos de maturidade. Ligeiro aumento da procura de crédito para a habitação e uma ligeira diminuição da procura de crédito para consumo e outros fins.

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(Gráficos: Banco de Portugal)

Notas:

  • Oferta de crédito – A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos. O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.
  • Procura de crédito – O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE  

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em fevereiro de 2024, variações homólogas de 0,3% e 6,9%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,4% no mês de janeiro de 2024), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (6,7% em janeiro de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 2,4% em fevereiro de 2024, aumentando 2,9 p.p. face à registada em janeiro de 2024.

(Gráfico: INE)

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE  

Em fevereiro de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de -0,3%, aumentando 2,6 p.p. em relação ao observado no mês de janeiro de 2024 (-2,9% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 4,7% e -4,9%, após terem registado variações de -4,4% e -6,1% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 5,1% e -3,6%, após terem registado variações de 10,1% e -5,6% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em fevereiro de 2024, uma variação homóloga de 1,1%, aumentando 4,0 p.p. em comparação com o mês anterior (-2,9%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 1,7 p.p. em termos homólogos (-1,2% em fevereiro de 2024 face aos -2,9% registados em janeiro de 2024).

(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE  

No período de dezembro de 2023 a fevereiro de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 1,0% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 2,7% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 879 milhões de euros no período analisado.

Em fevereiro de 2024, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 2,3% e 1,5%, respetivamente (0,5% e -4,1%, pela mesma ordem, em janeiro de 2024).

No mês de fevereiro de 2024, destacam-se os acréscimos homólogos nas exportações de Produtos alimentares e bebidas (14,8%, variação homóloga – VH) e nas importações de Material de transporte (5,0%, VH), Bens de consumo (6,0%, VH) e de Máquinas e outros bens de capital (4,5%, VH). De salientar, também, o decréscimo homólogo nas importações de Combustíveis e lubrificantes (-6,5%, VH), que reflete as descidas nos preços (-16,8%, VH), dado que em volume se registou um aumento homólogo de 12,3%.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em fevereiro de 2024, as exportações aumentaram 1,4% e as importações cresceram 2,6% face a fevereiro de 2023 (respetivamente 0,8% e -0,3% em janeiro de 2024).

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No período de dezembro de 2023 a fevereiro de 2024, a taxa de cobertura total foi de 74,5%, correspondendo a um acréscimo de 2,7 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 68,9%, no Comércio Extracomunitário foi de 91,6% e na Zona Euro foi de 67,2%.

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Em fevereiro de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2356,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -756,6 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1.742,9 milhões de euros.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em fevereiro de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,5% na Zona Euro (ZE20) e 0,4% na UE27, face ao mês anterior. Em janeiro de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e 0,2% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 0,4% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,3% em janeiro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2024, os maiores aumentos foram registados na Polónia (1,4%), Croácia (1,2%) e Estónia (1,0%). As maiores diminuições ocorreram na Alemanha (-1,9%), Bélgica (-1,8%) e Chipre (-1,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 0,7% na Zona Euro e 0,2% na UE27, em fevereiro de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 0,2%, após ter registado um aumento homólogo de 0,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Croácia (9,2%), Roménia (8,7%) e Luxemburgo (6,9%). As maiores reduções foram observadas na Bélgica (-6,8%), na Eslovénia (-5,6%) e na Finlândia (-3,7%).

(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de fevereiro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 5,66%, diminuindo 0,13 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 4,96% e 5,28% em janeiro de 2024 para 4,96% e 5,18% em fevereiro de 2024, respetivamente.

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Em fevereiro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,06 p.p., de 5,67% para 5,61%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 6,10% e 5,83%, respetivamente, após terem registado valores de 6,15% e 5,86% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros, a taxa de juro baixou para 5,25%, o que compara com 5,49% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro. (verificar se é verdade)

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No mês de fevereiro de 2024, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 2,36%, diminuindo 0,22 p.p. face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,30 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,19% e 2,94% em fevereiro de 2024, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,77 p.p. e 2,24 p.p, respetivamente neste mês nestes países.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,06 p.p., de 5,35% em janeiro para 5,29%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,06 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 5,61%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,01 p.p., registando um valor de 5,11%. 

Entre janeiro e fevereiro de 2024, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,03 p.p. e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,24 p.p., fixando-se em 5,83% e 5,25%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,14 p.p. entre janeiro e fevereiro de 2024, fixando-se em 3,91%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,01 p.p., fixando-se em 9,53%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,33 p.p. entre janeiro e fevereiro de 2024, fixando-se em 5,03%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2024, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 3 976 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 16,6% (menos 17,9 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 11,4% (menos 37,6 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 19,9% (menos 5,6 p.p. face a janeiro de 2024).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 8 503 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 25,5%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 3 404 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 29,9% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 5 099 milhões de euros, atingindo os 22,7% de variação homóloga acumulada.

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