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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em fevereiro de 2024, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 0,7%, superior em 1,3 p.p. à observada em janeiro de 2024 (-0,6%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 4,2%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de -0,3% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 0,7%, valores que comparam com 1,0%, -1,6% e 0,2% no mês anterior, respetivamente.

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Atividade Turística – Estimativa rápida – INE  

Segundo o INE, em fevereiro de 2024, o setor do alojamento turístico registou 4,3 milhões de dormidas, correspondendo a um aumento homólogo de 6,4% (-0,3% em janeiro de 2024).

Em fevereiro, os residentes contribuíram com 1,4 milhões de dormidas (3,1%, variação homóloga (VH)) e os não residentes totalizaram 2,9 milhões de dormidas (8,1%, VH).

Nos mercados externos, o britânico foi o principal mercado emissor em fevereiro (quota de 17,0%), tendo registado um crescimento homólogo de 9,4%, seguido da Alemanha (peso de 11,4%), que cresceu 8,5% (VH). Entre os 10 principais mercados emissores em fevereiro, destacou-se ainda o francês, na 4ª posição (peso de 7,5%), pelo maior decréscimo homólogo (-13,3%).

Todas as regiões registaram acréscimo de dormidas, com maior expressão no Oeste e Vale do Tejo (17,2%, VH) e na RA Açores (14,0%, VH). Os crescimentos mais modestos verificaram-se no Alentejo (1,5%, VH) e no Centro (1,7%, VH).

A ocupação nos estabelecimentos de alojamento turístico diminuiu em fevereiro, para 35,9% e 45,2%, nas taxas líquidas de ocupação cama e ocupação quarto, respetivamente (-0,6 p.p. e -0,7, p.p. respetivamente).

Estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo facto de 2024 se tratar de um ano bissexto e, como tal, o mês de fevereiro deste ano ter 29 dias, mais um que em 2023.

(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em março de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 2,3% (o valor observado em fevereiro de 2024 foi 2,1%).

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 2,5% (2,1% em fevereiro de 2024).

Estima-se que a variação do índice relativo aos produtos energéticos ter-se-á fixado em 4,8% (4,3% no mês precedente) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá diminuído para -0,5% (0,8% em fevereiro).

A variação mensal do IPC terá sido 2,0% (nula em fevereiro de 2024 e 1,7% em março de 2023).

Estima-se uma variação média dos últimos doze meses de 2,9% (3,3% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 2,6% (2,3% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 24 de março de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada nas semanas anteriores. Em 21 de março de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 3,5% (VH), que compara com 7,8% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal  

Em fevereiro de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,7 mil milhões de euros, aumentando 150 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -0,8% (-1,5% no mês anterior).

stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 127,9 mil milhões de euros, registando uma TVA de 0,1% (-0,2% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de -1,0%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,6%, aumentando 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -1,0%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em fevereiro de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,27% (1,26% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,04% para 2,11%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,79% (0,81% no mês precedente).

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Em fevereiro de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,4%) e no Norte (30,3%).

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Em fevereiro de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 4,0% (4,0% no mês anterior).

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia  

Em março de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 100,8 pontos, o que compara com o valor de 100,1 pontos verificado em fevereiro de 2024.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 5,9 para 7,5) e Comércio a Retalho (de 1,6 para 2,0), ao contrário da Indústria (de -6,4 para -6,8 pontos) e Construção (de -4,0 para -4,7). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -23,2 para -20,6.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,7 pontos na União Europeia (de 95,5 pontos em fevereiro de 2024 para 96,2 pontos em março de 2024), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,8 pontos (de 95,5 pontos em fevereiro de 2024 para 96,3 pontos em março de 2024).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE  

Em março de 2024, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,7 para 1,9 (%, vcs).

Entre fevereiro e março de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 7,4 para 10,9 e o do Comércio aumentou de 2,3 para 2,5. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -5,5 para -6,5 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -3,4 para -4,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -20,7 (sre, ve), em março de 2024 (-23,2 em fevereiro de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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PIB per capita – Eurostat

De acordo com os dados divulgados hoje pelo Eurostat relativos ao PIB per capita de 2023 (expresso em Purchasing Power Standards – PPS), a amplitude da divergência entre os países europeus medida pelo PIB per capita varia entre um mínimo de 64% da média da UE na Bulgária e um máximo de 240% no Luxemburgo. O maior nível de PIB per capita registou-se no Luxemburgo, ao qual se segue a Irlanda e Países Baixos com 212% e 130% da média europeia, respetivamente. No fim da tabela encontram-se a Bulgária, Grécia (67%) e Letónia (71%).

No que respeita Portugal, o valor do PIB per capita expresso em paridade do poder de compra foi 83% da média comunitária (UE27) em 2023, sendo o décimo mais baixo da UE.

Em média, os países da Zona Euro têm um PIB per capita, medido pelo PPS, 4% superior ao da UE27.

(Gráfico: Eurostat)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE  

Em fevereiro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 560 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,6% face ao mês anterior e a um aumento de 5,5% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 741 euros/m2, registando um aumento de 0,9% em relação ao mês anterior e um aumento 4,8% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 230 euros/m2, aumentando 0,7% face ao mês precedente e aumentando 7,2% em termos homólogos.

(Gráfico: INE)

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,8%); Centro (1,0%); Oeste e Vale do Tejo (0,6%); Grande Lisboa (0,3%); Península de Setúbal (0,5%); Alentejo (1,2%); Algarve (1,8%); Região Autónoma dos Açores (2,6%) e Região Autónoma da Madeira (0,0%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (8,3%); Centro (5,9%); Oeste e Vale do Tejo (10,8%); Grande Lisboa (2,5%); Península de Setúbal (4,2%); Alentejo (11,1%); Algarve (1,7%); Região Autónoma dos Açores (13,9%) e Região Autónoma da Madeira (19,1%).

De acordo com o Índice do valor mediano de avaliação bancária, em fevereiro de 2024, a Grande Lisboa, o Algarve, a Região Autónoma da Madeira, a Península de Setúbal e o Alentejo Litoral apresentaram valores de avaliação 47,4%, 35,8%, 14,6%, 13,3% e 12,3%, respetivamente, superiores à mediana do país. Beiras e Serra da Estrela, Alto Alentejo e Alto Tâmega e Barroso foram as regiões que apresentaram valores mais baixos em relação à mediana do país (-46,8%, -46,2% e -45,1% respetivamente).

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(Gráfico: INE)

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Comércio Internacional português do Calçado (2019-2023)

As exportações portuguesas de calçado conheceram um processo de expansão a partir da segunda metade da década de 70 do século passado e com grande dinamismo a partir dos primeiros anos da década de 80, tornando-se numa das indústrias mais dinâmicas do país.
Após um longo período de crescimento, seguiu-se uma fase de ajustamento estrutural às novas condições competitivas do mercado, principalmente por parte de países asiáticos.
Sustentadamente crescentes desde o início da década de 80 do século passado, as exportações portuguesas de calçado para o Mundo atingiram 1,7 mil milhões de Euros em 2001, decrescendo tendencialmente a partir de então, até se situarem em cerca de 1,3 mil milhões em 2009.
A partir de 2009 estas exportações aumentaram sucessivamente, atingindo 2 mil milhões de Euros em 2017. Seguiram-se quebras até 2020, ano em que se situaram em 1,5 mil milhões, para recuperarem o crescimento sustentadamente até 2022 (2,1 mil milhões), situando-se em 1,9 mil milhões de Euros em 2023, de acordo com os dados preliminares disponíveis.

GEE_Calçado 2019-2023_Em Análise.pdf