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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de fevereiro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 48 398 pessoas, o que representa uma variação mensal de -18,3% e uma variação homóloga de 15,4%. Durante este mês, foram efectuadas 6 734 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 11,6% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 3,0%.

No final do mês de fevereiro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 331 008 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -1,2% (-4 045 pessoas) e a uma variação homóloga de 4,9% (15 363 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-22,6%) e os Açores (-12,3%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores quedas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-8,8%) e no Centro (-1,7%).

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(Gráfico: IEFP)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 17 de março de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada nas semanas anteriores. Em 14 de março de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 7,9% (VH), que compara com 8,6% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Investimento Directo – Banco de Portugal

Em janeiro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 158 milhões de euros, que compara com -148 milhões de euros no período homólogo e 625 milhões de euros no mês anterior. O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 486 milhões de euros (199 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 328 milhões de euros, aumentando 754 milhões de euros face ao mês anterior.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em janeiro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de 593 milhões de euros, que compara com 648 milhões de euros no período homólogo e aumentando 836 milhões de euros em relação ao mês anterior.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em janeiro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,1% e de -2,0%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 0,4% para as exportações e de -3,3% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 103,8%. Ainda em janeiro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,1% e de -3,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,6% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,8%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em janeiro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 071 milhões de euros, aumentando 1299 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente. No período homólogo, tinha sido registado um excedente de 514 milhões de euros.

A Balança Corrente registou um saldo de 883 milhões de euros, aumentando 1837 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 538 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 187 milhões de euros.

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Em janeiro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de 26 milhões de euros, o que compara com -520 milhões de euros no mês precedente.

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Em Análise – Evolução do setor imobiliário nas regiões de Lisboa e do Porto entre 2011 e 2023: identificação de períodos de exuberância dos preços

Dada a influência do mercado imobiliário no desempenho económico dos países, o acompanhamento das dinâmicas de preços no setor torna-se fundamental. Neste domínio, a distinção entre períodos normais de crescimento e fases de exuberância poderá sinalizar a existência de um desfasamento entre o crescimento dos preços e fundamentos económicos subjacentes, sendo de interesse para a política pública a aferição desses momentos de comportamento explosivo, consoante os efeitos que produz no mercado da habitação e os seus eventuais canais de transmissão para o resto da economia.

Tendo como enquadramento metodológico da presente análise o teste de raiz unitária (GSADF), identificamos períodos temporais de exuberância no mercado imobiliário das regiões de Lisboa e do Porto. A aplicação desta metodologia confirma a existência de episódios de exuberância na evolução dos preços do setor imobiliário de ambas as regiões.

Concretamente, no horizonte de análise entre janeiro de 2011 e dezembro de 2023, no município de Lisboa foram identificadas instâncias de exuberância a partir de março de 2016, sendo que, no Porto, esses momentos tornam-se visíveis em setembro de 2018. Todos os municípios da região da Grande Lisboa, com a exceção de Mafra, experimentaram períodos de exuberância em 2019 e em 2020. Em 2021 esta dinâmica é interrompida nos municípios de Cascais, de Lisboa e de Loures, ainda que esta seja retomada, de forma intermitente, nos anos seguintes. Nos municípios da Área Metropolitana do Porto, encontramos uma incidência mais tardia e com menor intensidade do fenómeno, constituindo exceções os municípios de Gondomar, Maia, Matosinhos, Valongo e Vila Nova de Gaia.

 

Em Análise – Evolução do setor imobiliário nas regiões de Lisboa e do Porto entre 2011 e 2023: identificação de períodos de exuberância dos preços