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Rendimento e Condições de Vida – INE  

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento é constituído por um conjunto de dados recolhidos anualmente e por um sistema que conjuga módulos que recolhem informação complementar pré-definida com periodicidade regular e módulos ad hoc sobre novas necessidades de informação.

Os resultados apresentados incluem dados da componente anual, bem como da informação relativa a 2023 sobre “Dificuldades habitacionais” e do módulo ad hoc sobre “Eficiência energética dos edifícios e dos alojamentos”.

De acordo com o INE, os resultados obtidos confirmam a degradação das condições de habitação em 2023, com a proporção de pessoas a viver em alojamentos em que o número de divisões habitáveis era insuficiente para o número e o perfil demográfico dos membros do agregado a aumentar para 12,9%, mais 3,5 p.p. do que no ano anterior (9,4%), e a proporção dos residentes em condições severas de privação habitacional a aumentar para 6,0%, mais 2,1 p.p. do que em 2020 (3,9%).

(Gráfico: INE)

Em contrapartida, registou-se uma ligeira melhoria no rácio entre as despesas em habitação e o rendimento disponível das famílias, após dedução das transferências sociais relativas à habitação, registando-se em 2023 uma carga mediana das despesas em habitação de 9,7%, inferior ao resultado de 10,2% registado no ano anterior (menos 0,5 p.p.), e uma taxa de sobrecarga das despesas em habitação de 4,9%, pouco abaixo do valor no ano anterior (5,0%).

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(Gráfico: INE)

Relativamente ao conforto térmico da habitação, os dados recolhidos indicam que 20,8% da população vivia em 2023 em agregados em que não existia capacidade financeira para manter o alojamento confortavelmente quente, mais 3,3 p.p. do que em 2022. Portugal era em 2022 um dos 5 países da UE-27 em que esta incapacidade era mais elevada, com 17,5%, quase o dobro da média europeia de 9,3%.

A situação em termos de conforto térmico é ainda mais acentuada, se atendermos a que, à proporção dos que se encontravam em situação térmica precária por motivos financeiros, acrescem 21,6% que referem viver numa situação em que o alojamento não é suficientemente quente no inverno por outros motivos, e que 38,3% vivem em alojamentos que não são adequadamente frescos no verão.

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(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE  

Em janeiro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3,5 milhões de dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de -0,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,3 milhões de dormidas (1,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,1 milhões de dormidas (-2,6%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Oeste e Vale do Tejo (18,7%), Norte (3,7%) e Centro (3,3%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

(Tabela: INE)

Em janeiro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 230,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 9,4%.

Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Oeste e Vale do Tejo (33,3%), Centro (14,4%) e Algarve (12,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

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(Tabela: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 10 de março de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 7 de março de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 8,5% (VH), que compara com 7,2% (VH) em 28 de fevereiro.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat  

Em janeiro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -3,2% na Zona Euro e de -2,1% na UE, face ao mês anterior. Em dezembro de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 1,6% na Zona Euro e na UE.

Portugal registou um aumento de 1,4% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 1,1% em dezembro de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Polónia (13,3%), Eslovénia (10,6%) e Lituânia (7,2%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-29,0%), Malta (-9,4%) e Estónia (-6,6%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -6,7% na Zona Euro e -5,7% na UE, em janeiro de 2024.

Portugal registou uma diminuição de 1,5%, após ter registado uma diminuição de 4,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2024, as maiores subidas foram registadas na Eslovénia (12,2%), Grécia (10,5%) e Dinamarca (5,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-34,1%), Estónia (-8,6%) e Bulgária (-7,6%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em janeiro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,5% e 11,3%, respetivamente. No mês de dezembro de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,4% e 10,1%.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em janeiro de 2024, um valor de 108,9 pontos, aumentando 1,3 pontos relativamente ao mês precedente (107,6 pontos em dezembro de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 117,0 pontos em janeiro de 2024, diminuindo 21,6 pontos em relação ao mês anterior (138,6 pontos em dezembro de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em janeiro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 4,8%, inferior em 0,6 p.p. ao valor verificado no mês anterior (5,4%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (2,5 p.p.) que apresentou, em janeiro de 2024, uma variação homóloga de 6,5% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Construção e Edifícios apresentou uma variação homóloga de 3,7% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 2,2 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 5,4% (5,8% em dezembro de 2023).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,5 pontos em janeiro de 2024, aumentando 1,5 pontos em relação ao mês precedente (110,0 pontos em dezembro de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 109,0 pontos em dezembro de 2023 para 109,8 em janeiro de 2024 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 111,6 pontos em dezembro de 2023 para 114,1 pontos em janeiro de 2024.

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Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em fevereiro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, inferior em 0,3 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal nula (variação idêntica no mês precedente e de 0,3% em fevereiro de 2023).

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 3,3% (3,8% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 4,2% (4,6% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a fevereiro de 2024, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi superior em 0,3 p.p. à do IHPC português (diferença igual à registada no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

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Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Foi publicada uma brochura que constitui uma introdução ao Relatório sobre as Megatendências 2050, a publicar no final deste ano, a qual apresenta de forma muito sintética, as 9 megatendências que deverão marcar o futuro de Portugal, com uma descrição geral e uma lista dos impactos potenciais mais relevantes no país.

Este relatório decorre da atividade da Equipa Multissetorial de Prospetiva da Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN), coordenada pelo Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública (PlanAPP) em colaboração com a Direção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) e a Secretaria-Geral do Ambiente (SGA), na qual participa entre outros, o Gabinete de Estratégia e Estudos – GEE.

A lista foi desenvolvida por um grupo de trabalho formado dentro da Equipa, conduzindo análises e revisões de literatura, workshops colaborativos com a participação de diversos órgãos da Administração Pública e um painel de especialistas para organizar e sistematizar a informação, identificando megatendências e analisando os seus impactos em Portugal.

 

Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Índices de Valor, Volume e Preço 2023/2022

Apresentam-se neste trabalho indicadores de evolução em Valor, Volume e Preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias, por grupos e subgrupos de produtos, calculados para o período acumulado de Janeiro a Dezembro de 2023, a preços do período homólogo de 2022.

Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Combinada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos

Os índices de preço, do tipo Paasche, utilizados como deflatores dos índices de valor para o cálculo dos correspondentes índices de volume, foram calculados a partir de dados de base elementares constantes do Portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão definitiva para 2022 e preliminar para 2023, com última atualização em 9-2-2024.

Índices Valor Volume e Preço-Jan-Dez 2023_Em Análise-V2.pdf