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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE  

Segundo o INE, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, ajustado de efeitos de calendário e de sazonalidade, deflacionado, registou uma variação homóloga positiva de 0,6% em janeiro, superior em 1,0 pontos percentuais a dezembro de 2023. As vendas no comércio a retalho aumentaram 0,7% face ao ano anterior (igual variação em dezembro) e no comércio por grosso aumentaram 0,4% face ao ano anterior (-4,3% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Índice de Produção Industrial – INE  

Em janeiro de 2024, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -1,3%, o que corresponde a um aumento de 3,5 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-4,8%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -1,8% e -1,2%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -4,3%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de -3,2%, diminuindo 0,5 p.p. em relação ao mês anterior.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -1,0% e -3,0%, respetivamente.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 25 de fevereiro de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 22 de fevereiro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 9,2% (VH), que compara com 5,5% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Atividade Turística – Estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,5 milhões de dormidas em janeiro de 2024, correspondendo a variações homólogas de +1,8% e -0,1%, respetivamente (+10,9% e +8,3% em dezembro de 2023, pela mesma ordem).

As dormidas de residentes inverteram a trajetória de crescimento dos últimos três meses e decresceram 2,6% (VH), totalizando 1,1 milhões, enquanto as de não residentes abrandaram pelo terceiro mês consecutivo, registando um crescimento de 1,2%(VH), correspondendo a 2,3 milhões.  

Nos mercados externos, o britânico foi o principal mercado emissor em janeiro (quota de 15,8%), tendo registado um crescimento de 6,0%(VH), seguido da Alemanha (peso de 11,2%), que cresceu 0,3%(VH). Entre os 10 principais mercados emissores em janeiro, destacou-se ainda o espanhol, na 3ª posição (peso de 8,8%), pelo maior decréscimo (-12,2%, VH).

As regiões com maiores acréscimos (VH) de dormidas foram o Oeste e Vale do Tejo (+18,7%), seguindo-se o Norte (+3,7%) e o Centro (+3,3%). Em sentido contrário, os principais decréscimos (VH) verificaram-se na Península de Setúbal (-9,7%), na RA Açores (-4,0%) e na Grande Lisboa (-3,9%).  A ocupação nos estabelecimentos de alojamento turístico diminuiu em janeiro, para 28,3% e 36,1%, nas taxas líquidas de ocupação cama e ocupação quarto, respetivamente (-1,3 p.p. em ambas).

(Gráfico: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em janeiro de 2024, foi estimada em 4.988,6 mil pessoas, aumentando 0,7% face ao mês anterior (36,3 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,1%, tendo diminuído 0,3 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 64,3% para 64,4%).

A população desempregada, estimada em 347,0 mil pessoas, aumentou 0,4 % em relação ao valor registado para o mês anterior (1,2 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,5%, tendo-se mantido em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,6% para 6,5%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 23,3%, tendo aumentado 0,5 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 23,1% para 22,8%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,2% e diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em janeiro de 2024, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,9% (64,3% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,8% (6,7% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Em fevereiro de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 2,1%, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,2% (2,4% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 4,3% (0,2% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá diminuído para 0,8% (3,1% em janeiro), parcialmente em consequência do efeito de base associado ao aumento de preços registado em fevereiro de 2023 (variação mensal de 1,4%).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,1% (nula em janeiro e 0,3% em fevereiro de 2023).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 3,3% (3,8% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,3% (2,5% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

No conjunto do ano 2023, o PIB cresceu 2,3% em volume, após o aumento de 6,8% em 2022, o mais elevado desde 1987.

A procura interna apresentou um contributo positivo para a variação anual do PIB, embora inferior ao observado no ano anterior, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e do investimento.

As Exportações aumentaram 4,2% em volume e as Importações aumentaram 2,2% face ao ano anterior.

O contributo da procura externa líquida também foi positivo em 2023, mas menos intenso que no ano anterior, tendo as exportações e as importações de bens e serviços em volume desacelerado significativamente. O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 1,9 p.p. e o das Importações foi -1,0 p.p. (7,1 p.p. e -4,8 p.p. em 2022, respetivamente).

Em termos nominais, o PIB aumentou 9,7% em 2023, atingindo cerca de 266 mil milhões de euros.

Segundo o INE, no 4º trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 2,2% em volume face ao período homólogo e 0,8% em relação ao trimestre anterior (1,9% e -0,2%, respetivamente no trimestre anterior).

As Exportações aumentaram 3,3% (VH) em volume e as Importações aumentaram 3,1% (VH). O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 1,5 p.p. e o das Importações foi -1,4 p.p. no 4º trimestre de 2023 (-0,2 p.p. e 0,0 p.p. no 3º trimestre de 2023, respetivamente).

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No 4º trimestre de 2023, o excedente externo de bens e serviços fixou-se em 0,4% do PIB, o que compara com 0,4% no trimestre anterior e -1,8% no trimestre homólogo.

Relativamente à evolução homóloga do VAB dos sectores de atividade e ao seu contributo para a variação do PIB, o sector com o maior contributo foi o do Comércio, Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração que apresentou um crescimento homólogo de 4,1%, contribuindo com 0,7 p.p. para a variação homóloga do PIB.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 0,9%, enquanto o Emprego aumentou 1,2% em relação ao trimestre homólogo.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em fevereiro de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 100,0 pontos, o que compara com o valor de 97,6 pontos verificado em janeiro de 2024.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -8,3 para -6,4 pontos) e dos Serviços (de 4,4 para 5,8), ao contrário do Comércio a Retalho (de 3,4 para 1,6) e da Construção (de -3,8 para -3,9). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -23,9 para -23,3.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,4 pontos na União Europeia (de 95,8 pontos em janeiro para 95,4 pontos em fevereiro), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,7 pontos (de 96,1 pontos em janeiro para 95,4 pontos em fevereiro).

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Investimento Directo Estrangeiro – Banco de Portugal

Em 2023, as transações de IDE totalizaram 6,8 mil milhões de euros, dos quais 3,9 mil milhões estavam associados a investimento imobiliário. Foram sobretudo os países europeus que mais investiram em Portugal neste ano.

No mesmo período, as transações de IPE totalizaram 3,3 mil milhões de euros, dos quais 3,8 mil milhões foram canalizados para países europeus.

(Gráfico: Banco de Portugal)

No final de 2023, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 180 mil milhões de euros, e o de investimento direto de Portugal no exterior (IPE) era de 64 mil milhões de euros. Estes montantes representavam, respetivamente, 68% e 24% do PIB português.

Em ambos os casos, o stock aumentou em relação ao final de 2022 (10,6 e 3,5 mil milhões de euros, respetivamente), o que foi justificado, essencialmente, por transações de investimento direto de 6,8 e 3,3 mil milhões de euros. Para além das transações, a variação de um stock é também influenciada pelas variações de preço, de câmbios e por outros ajustamentos estatísticos.

Desde 2008 que ambos os stocks têm aumentado, embora a ritmos diferentes: o IDE mais do que duplicou entre o final de 2008 e o final de 2023, enquanto o IPE cresceu 22%. Quando medidos em percentagem do PIB, o peso do IDE aumentou 22 pontos percentuais, mas o peso do IPE reduziu-se 5 pontos percentuais.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

No final de 2023, a Grande Lisboa era a região que concentrava o maior valor de IDE: 99,6 mil milhões de euros, o que correspondia a 55,2% do stock de IDE. Seguiam-se o Norte, com 29,9 mil milhões de euros (16,5% do total de IDE), e o Algarve, com 17,8 mil milhões de euros (9,9% do total de IDE). Estas regiões representavam, no seu conjunto, 81,6% do total do stock de IDE em Portugal.

As regiões com menor concentração de investimento direto proveniente do exterior eram a Região Autónoma dos Açores, com 0,5 mil milhões de euros (0,3% do total de IDE), o Oeste e Vale do Tejo, com 2,6 mil milhões de euros (1,4% do total de IDE), e a Península de Setúbal, com 3,9 mil milhões de euros (2,2% do total de IDE).

Entre 2017 e 2023, as regiões que registaram crescimentos mais elevados de IDE foram o Centro, o Alentejo e o Algarve: 86,5%, 78,6%, e 68,4%, respetivamente. Em sentido contrário, de entre as regiões que registaram decréscimos, destaca-se a Região Autónoma da Madeira com uma diminuição de 51,3%.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em fevereiro de 2024, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,9 para 1,7 (%, vcs).

Entre janeiro e fevereiro de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 7,8 para 7,4 e o do Comércio aumentou de 1,9 para 2,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -7,9 para -5,5 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,0 para -3,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -23,2 (sre, ve), em fevereiro de 2024 ( -23,9 em janeiro de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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