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European Economic Forecast Winter (interim) – Comissão Europeia  

Segundo as Previsões Económicas de Inverno (Winter European Economic Forecast – interim), a Comissão Europeia prevê para Portugal um crescimento real do PIB de 2,3% em 2023 (revisão em alta em 0,1 p.p. face às previsões de outono) e de 1,2% em 2024 (revisão em baixa em 0,1 p.p. face às previsões de outono).

A Comissão Europeia prevê ainda um crescimento real do PIB para a Zona Euro de 0,5% em 2023 e de 0,8% em 2024 (revisão em baixa face às previsões de outono, em 0,1 p.p. para 2023 e em 0,4 p.p. para 2024). Para a União Europeia, a Comissão prevê um crescimento real do PIB de 0,5% em 2023 e de 0,9% em 2024 (0,6% e 1,3% para 2023 e para 2024, respetivamente, nas previsões de outono).

(Tabela: Comissão Europeia)

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Green finance sources in Iberian listed firms

Climate change and implementation of the European Green Deal have raised the demand for ecologically friendly financial products and green finance, particularly fixed-income instruments such as green bonds. Four Limited Dependent Variable models are used, and the results show that market size and market liquidity are the most important predictors of green bond issuance, with proportionate positive and negative effects. Green bond issuance is also impacted by the size factor and environmental technological innovation. Because assets and capitalization are used as collateral when issuing green debt, the current empirical findings demonstrate that size is an essential component in market accounting features other than green bonds, which portray themselves as a hedge market to stock market liquidity. Environmental technological innovation drives green bond issuance because it acts as a market signalling mechanism for a socially responsible company strategy, providing critical information to decision-makers, managers, and investors.

Green finance sources in Iberian listed firms: A socially responsible investment approach.pdf

Apresentação 91.º Seminário GEE/GPEARI – Green finance sources in Iberian listed firms: A socially responsible investment approach.pdf

 

Índice de Produção Industrial – Eurostat  

Em dezembro de 2023, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 2,6% na Zona Euro e na UE, face ao mês anterior. Em novembro de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 0,4% na Zona Euro e de 0,5% na UE. Portugal registou uma diminuição de 0,7% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,6% em novembro de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (23,5%), Países Baixos (6,6%) e Dinamarca (5,6%). As maiores diminuições foram registadas na Eslovénia (-7,4%), Croácia (-4,3%) e Finlândia (-2,7%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 1,2% na Zona Euro e na EU, em dezembro de 2023. Portugal registou uma diminuição de 4,8%, após ter registado uma diminuição de 1,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2023, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (44,7%), Dinamarca (6,7%) e Malta (5,0%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Eslovénia (-10,2%), Hungria (-8,7%) e Bulgária (-6,9%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat  

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 4º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 2,2% em relação ao trimestre homólogo (1,9% no trimestre anterior) e uma variação de 0,8% em relação ao trimestre anterior (-0,2% no 3º trimestre de 2023).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 0,1% na Zona Euro (variação nula no 3º trimestre de 2023) e aumentou 0,3% na UE27 (variação nula no 3º trimestre de 2023). A variação em relação ao trimestre anterior foi nula na Zona Euro (-0,1% no 3º trimestre de 2023) e de 0,1% na UE27 (-0,1% no 3º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB na Eslovénia (2,6%), Chipre (2,3%) e Portugal (2,2%). As maiores diminuições homólogas do PIB registaram-se na Irlanda (-4,8%), Estónia (-3,0%), Áustria e Finlândia (ambos, -1,3%).

Em relação ao trimestre anterior registaram-se as maiores diminuições do PIB na Irlanda (-0,7%), Estónia, Roménia e Finlândia (todos, -0,4%), Alemanha e Lituânia (ambos, -0,3%). Os maiores aumentos verificaram-se na Eslovénia (1,1%), Chipre e Portugal (ambos, 0,8%) e Espanha (0,6%).

Nos EUA, no 4º trimestre de 2023, o PIB aumentou 3,1% em termos homólogos (2,9% no 3º trimestre de 2023) e aumentou 0,8% relativamente ao trimestre anterior (1,2% no trimestre anterior).

(Tabela: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE  

Em dezembro de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,9% e 10,9%, respetivamente. No mês de novembro de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 4,2% e 12,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,9% no Índice de Emprego e de 12,4% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em dezembro de 2023, um valor de 108,1 pontos, diminuindo 0,4 pontos relativamente ao mês precedente (108,5 pontos em novembro de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 139,5 pontos em dezembro de 2023, aumentando 0,5 pontos em relação ao mês anterior (139,0 pontos em novembro de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE  

Em dezembro de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m)), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 5,4%, superior em 0,1 p.p. ao valor verificado no mês anterior (5,3%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (3,0 p.p.) que apresentou, em dezembro de 2023, uma variação homóloga de 7,6% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de 4,0% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 2,5 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,1 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 5,8% (5,7% em novembro de 2023).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 110,3 pontos em dezembro de 2023, aumentando 0,9 pontos em relação ao mês precedente (109,4 pontos em novembro de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 108,2 pontos em novembro de 2023 para 108,4 em dezembro de 2023 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 111,2 pontos em novembro de 2023 para 113,3 pontos em dezembro de 2023.

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Atividade Turística – INE  

Em dezembro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 8,2% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,5 milhões de dormidas (7,5%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,6 milhões de dormidas (9,3%, VH).

De janeiro a dezembro de 2023, a hotelaria registou 77,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (10,7%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 23,4 milhões de dormidas (2,1%, VHA) e os não residentes representam 53,8 milhões de dormidas (14,9%, VHA).

Em dezembro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 289,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 13,9%.

  

De janeiro a dezembro de 2023, foram registados 6020,7 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 20,1%.     

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Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões dos Açores (25,9%), Lisboa (24,5%) e Norte (24,2%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

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(Tabela: INE)

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A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica

O trabalho analisa a dependência económica da União Europeia (UE) nas importações de lítio e nas baterias de ião-de-lítio (LIBs), no contexto do aumento da procura desta matéria-prima devido à crescente importância da tecnologia de baterias para a Europa, avaliando, ainda, o potencial português para aumentar a autossuficiência europeia neste domínio. É demonstrado que a UE trata a sua posição de net-importer de lítio como uma questão de autonomia estratégica e que a sua dependência deverá ser confrontada, quer na cadeia de valor (CV) do lítio, como na CV das LIBs, através de uma abordagem que passe pelo aproveitamento dos recursos internos de cada Estado-Membro, pela diversificação da sua oferta exterior e pela aposta na economia circular. Portugal é apontado como o país que liderará a produção de lítio na UE e que poderá vir a destacar-se no cluster de baterias europeu. Porém, a existência de barreiras estruturais têm impedido o país de explorar a sua vantagem comparativa.

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Índice de Custo do Trabalho – INE  

No 4º trimestre de 2023, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 5,7% (5,1% no 3º trimestre de 2023). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 5,5% e os outros custos aumentaram 6,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 5,8%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 5,7%.

No conjunto do ano de 2023, o ICT aumentou 5,3%, devido a acréscimos de 5,0% nos custos salariais e de 6,4% nos outros custos do trabalho. No ano anterior, o ICT tinha registado um aumento de 3,2% (a que corresponderam acréscimos de 3,0% e de 4,1% dos custos salariais e dos outros custos, respetivamente). Em 2023, o ICT registou um acréscimo anual de 4,9% nas atividades das secções B a N e um acréscimo de 6,0% nas atividades das secções O a S.

(Gráfico: INE)

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