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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em janeiro de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 97,5 pontos, o que compara com o valor de 96,3 pontos verificado em dezembro de 2023.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -9,6 para -8,3 pontos) e dos Serviços (de 3,9 para 4,3), ao contrário da Construção (de -3,7 para -3,8) e do Comércio a Retalho (de 5,1 para 3,6). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -26,1 para -23,9.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,1 pontos na União Europeia (de 95,8 pontos em dezembro de 2023 para 95,9 pontos em janeiro de 2024), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,1 pontos (de 96,3 pontos em dezembro de 2023 para 96,2 pontos em janeiro de 2024).

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Estimativa Rápida PIB da Zona Euro e UE (preliminar) – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, durante o 4º trimestre de 2023, a Zona Euro registou uma variação trimestral do PIB de 0,0%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (-0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 0,1%, depois de ter registado 0,0% no 3º trimestre de 2023.

No que respeita à EU, a variação trimestral do PIB foi de 0,0%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (-0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 0,2%, o que compara com 0,0% registado no trimestre anterior.

No 4º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 0,8% em relação ao trimestre anterior (-0,2% no trimestre anterior) e uma variação de 2,2% em relação ao trimestre homólogo (1,9% no 3º trimestre de 2023).

(Gráfico: Eurostat)

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(Tabela: Eurostat)

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World Economic Outlook Update – FMI

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deverá aumentar 3,1% em 2024 e 3,2% em 2025. A previsão para 2024 foi revista em alta em 0,2 p.p. e a previsão para 2025 manteve-se, face ao Outlook de outubro.

Relativamente à Zona Euro, o FMI reviu em baixa a previsão para 2024 em 0,3 p.p. e a de 2025 em 0,1 p.p., sendo agora as previsões de 0,9% para 2024 e 1,7% para 2025.

Prevê-se ainda que, para os anos de 2024 e 2025, a Alemanha tenha variações do PIB de 0,5% e 1,6%, que a França tenha variações de 1,0% e 1,7%, que a Itália tenha variações de 0,7% e 1,1%, e que a Espanha tenha variações de 1,5% e 2,1%, respectivamente.

Para os Estados Unidos da América, o FMI prevê um aumento de 2,1% para 2024 e 1,7% para 2025 (previsões revistas em alta em 0,6 p.p. e em baixa em 0,1 p.p., respectivamente, face ao Outlook de outubro).

(Tabela: FMI)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em dezembro de 2023, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 536 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,4% face ao mês anterior e a um aumento de 5,3% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 703 euros/m2, registando um aumento de 0,4% em relação ao mês anterior e um aumento 4,3% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 210 euros/m2, aumentando 0,9% face ao mês precedente e 5,4% em termos homólogos.

Em 2023, o valor mediano de avaliação situou-se em 1 521 euros/m2, traduzindo um aumento de 8,6% relativamente ao ano anterior.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,7%); Centro (0,6%); Oeste e Vale do Tejo (2,1%); Grande Lisboa (0,1%); Península de Setúbal (0,5%); Alentejo (0,8%); Algarve (0,0%); Região Autónoma dos Açores (-0,2%) e Região Autónoma da Madeira (0,4%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (6,7%); Centro (3,4%); Oeste e Vale do Tejo (10,1%); Grande Lisboa (3,0%); Península de Setúbal (5,2%); Alentejo (12,1%); Algarve (0,9%); Região Autónoma dos Açores (9,5%) e Região Autónoma da Madeira (15,5%).

Nota: Este mês inicia-se a divulgação da informação de Avaliação Bancária de acordo com a nova geografia NUTS 2024. Os dados publicados desta série têm início em janeiro de 2011. A série anterior (NUTS 2013) deixou de ser produzida em novembro de 2023.

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 4º trimestre de 2023 aponta para diminuições nas exportações e importações de, respetivamente, 1,9% e 5,4%, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

O decréscimo nas transações de bens ocorre pelo terceiro trimestre consecutivo, mas sendo menos acentuado que no trimestre anterior, em que se registaram variações homólogas de -8,7% nas exportações e -12,4% nas importações.

(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em janeiro de 2024, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,5 para 1,9 (%, vcs).

Entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 6,1 para 7,8 e o do Comércio diminuiu de 2,8 para 1,9. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -9,7 para -7,9 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,7 para -4,0. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -23,9 (sre, ve), em janeiro de 2024 (-26,0 em dezembro de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Estimativa Rápida do PIB – INE

No 4º trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma variação homóloga de 2,2%, em termos reais, após ter aumentado 1,9% no trimestre precedente. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB manteve-se elevado no 4º trimestre, verificando-se uma aceleração do consumo privado e uma desaceleração do investimento. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB passou a positivo, tendo as exportações de bens e serviços em volume apresentado um crescimento mais intenso que as importações.

Comparando com o 3º trimestre de 2023, o PIB aumentou 0,8% em volume (diminuição em cadeia de 0,2% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação em cadeia do PIB aumentou no 4º trimestre, refletindo o comportamento do consumo privado, enquanto o contributo da procura externa líquida foi menos negativo.

No conjunto do ano 2023, o PIB registou um crescimento de 2,3% em volume, após o aumento de 6,8% em 2022, o mais elevado desde 1987. A procura interna apresentou um contributo positivo para a variação anual do PIB, embora inferior ao observado no ano anterior, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e do investimento. O contributo da procura externa líquida também foi positivo em 2023, mas menos intenso que em 2022, tendo as exportações e as importações de bens e serviços em volume desacelerado significativamente.

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Caracterização do Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

O contexto atual tem vindo a colocar desafios ao paradigma da globalização, pelas disrupções nas cadeias de produção e comercialização. Assim, a continuação do investimento na colaboração entre os diferentes setores de atividade, aproveitando a capacidade de inovação e a criatividade para desenvolver e distribuir os novos produtos e serviços, segundo novos modelos de negócio e novas formas de trabalho, contribuirá para a competitividade do Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal.

Ao estudar a criação de mecanismos de Autonomia Estratégica da Europa e sendo a cultura e a criatividade consideradas como bem público, este ecossistema torna-se imprescindível para o desenvolvimento das sociedades.

 

Ecossistema Industrial das Indústrias Culturais e Criativas em Portugal

Procura Turística dos Residentes – INE   

De acordo com o INE, no 3.º trimestre de 2023, os residentes em Portugal realizaram 8,0 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo homólogo de 0,7% (6,1% no 2.ºT 2023). As viagens em território nacional registaram uma diminuição homólogo de 3,1% para 6,8 milhões, o que representou 85,2% das deslocações. As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 30,3% face ao 3.º trimestre de 2022, totalizando 1,2 milhões de viagens (14,8% do total).

(Gráfico: INE)

A principal motivação para viajar, no 3.º trimestre de 2023, foi o “lazer, recreio ou férias”, estando na origem de cerca de 2/3 do total de viagens dos residentes (66,6%, -0,1 p.p. face ao 3.ºT 2022) e totalizando 5,3 milhões (0,6%, VH). O segundo principal motivo foi a “visita a familiares ou amigos”, que originou 2,1 milhões de viagens (25,7% do total, -0,9 p.p. face ao 3.ºT 2022).

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(Gráfico: INE)

Os “hotéis e similares” concentraram 24,2% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 3.º trimestre de 2023, tendo o “alojamento particular gratuito” sido a principal opção de alojamento (55,4% das dormidas, 55,0% 3ºT 2022).

No processo de organização das deslocações, a internet foi utilizada em 28,5% dos casos (-0,5 p.p. que no 3.ºT 2022), tendo este recurso sido opção em 63,8% (-1,8 p.p. face ao 3.ºT 2022) das viagens para o estrangeiro e em 22,4% das viagens em território nacional (-1,8 p.p. face ao 3.ºT 2022).

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(Gráfico: INE)

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Perspetivas de Exportação de Bens – INE  

As empresas exportadoras perspetivam um acréscimo nominal de 2,9% nas suas exportações de bens em 2024, face ao ano anterior, contrariando a trajetória de decréscimo observada nos dados do Comércio Internacional de Bens no período acumulado de janeiro a novembro de 2023, em que as exportações recuaram 1,1% (VHA). 

Por Grandes Categorias Económicas (CGCE), o maior acréscimo é esperado nas exportações de Máquinas, outros bens de capital (exceto o material de transporte) e seus acessórios (4,5%, VH), seguindo-se o Material de transporte e acessórios (4,3%, VH). Em sentido contrário, evidenciam-se os Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria, prevendo-se um decréscimo homólogo de 0,7%.

 

(Gráfico: INE)

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(Tabela: INE)

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