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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal  

Em outubro de 2023, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 546 milhões de euros, diminuindo 668 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 208 milhões de euros, diminuindo 778 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 110 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 338 milhões de euros.

Entre janeiro e outubro de 2023, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 6.766 milhões de euros, que compara com -324 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em outubro de 2023, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -238 milhões de euros, o que compara com -270 milhões de euros no mês precedente.

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Contas Regionais – INE

O INE divulgou as Contas Regionais finais de 2021 e provisórias de 2022 consistentes com as Contas Nacionais Anuais, publicadas em 22 de setembro de 2023.

Em 2022, em termos reais, estima-se que o PIB tenha aumentado 6,8% no país, com todas as regiões a registarem crescimentos. O Algarve (17,0%), a Região Autónoma da Madeira (14,2%) e a Área Metropolitana de Lisboa (8,2%), apresentaram desempenhos superiores ao país; a Região Autónoma dos Açores (6,8%) teve um desempenho idêntico ao país; o Norte (5,6%), o Alentejo (4,7%) e o Centro (3,8%) apresentaram crescimentos mais moderados. Refira-se que, em larga medida, as regiões que apresentaram desempenhos mais modestos em 2022 tinham sido menos afetadas pela pandemia nos dois anos anteriores. Em sentido oposto, as regiões com crescimentos mais intensos em 2022 tinham registado contrações mais fortes nos anos da pandemia.

Estima-se que, em 2022, o PIB nominal de todas as regiões tenha ultrapassado o valor do ano pré pandemia, com uma variação similar ao país (13,0%), destacando-se a Região Autónoma da Madeira com um PIB nominal de 17,4% acima do valor registado em 2019.

Em 2021, em termos reais, o PIB cresceu em todas as regiões, em especial na Região Autónoma da Madeira (9,2%), no Algarve e na Região Autónoma dos Açores (ambas com 7,4%) e no Alentejo (6,8%). A Área Metropolitana de Lisboa (5,7%) e o Norte (5,6%) registaram um crescimento próximo do país, enquanto o Centro (4,9%) foi a região com crescimento mais moderado.

Em 2021, o PIB per capita nas vinte e cinco regiões NUTS III, tomando como referência a média nacional, registou o valor mínimo na região Tâmega e Sousa (63,6) e o valor máximo na Área Metropolitana de Lisboa (127,3), como já acontecia no ano anterior. Contudo, a diferença diminuiu de 64,8 p.p. para 63,7 p.p. em 2021, em resultado da diminuição do índice do PIB per capita da Área Metropolitana de Lisboa (-1,1 p.p.), uma vez que o índice da região Tâmega e Sousa não se alterou.

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(Tabelas: INE)

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE  

Em novembro de 2023, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,524%, registando um aumento de 0,091 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,433%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 4,366%, o que compara com 4,380% em outubro de 2023.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 64.438 euros, registando um aumento de 252 euros face ao mês anterior (64.186 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 396 euros em novembro de 2023, mais 4 euros que em outubro de 2023 e mais 108 euros que em novembro de 2022. Deste valor, 240 euros (61%) correspondem a pagamento de juros e 156 euros (39%) a capital amortizado. Em novembro de 2022, a componente de juros representava 29% do valor médio da prestação.

Em novembro de 2023, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 655 euros, o que equivale a um aumento de 11 euros relação ao mês anterior (644 euros).

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Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo e Gabriel Osório de Barros:

  • Edição de 2023 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
  • 2.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2023

 

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2023

Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3.º trimestre de 2023, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 4,9% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (4,6%) e pelo aumento dos outros custos salariais (6,2%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 4,8% e o sector privado registou um aumento de 5,0%, sendo que a Indústria registou um aumento de 5,0% (VH), a Construção registou um aumento de 6,2% (VH) e os Serviços um aumento de 4,9% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,3% (VH) na Zona Euro e aumentou 5,7% (VH) na UE.

Os Estados-membros que registaram o maior crescimento foram a Croácia (16,2%), Bulgária (15,8%), Hungria (15,4%) e Roménia (15,1%).

Os custos laborais aumentaram em todos os países da União Europeia no 3.º trimestre de 2023.

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(Gráficos: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e outubro de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 23,0 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 25,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) diminuíram 1% neste período, tendo-se verificado uma diminuição das exportações intra-UE (-1%) e uma diminuição nas exportações extra-UE (-1%). As importações de bens diminuíram 4% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (167,5 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (67,9 mil milhões de euros e da Irlanda (51,3 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (111,5 mil milhões de euros), seguido de Espanha (37,3 mil milhões de euros) e Grécia (25,8 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e outubro de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 27,6 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 308,0 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro diminuíram 0,2% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu 4,3% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 5,5 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 399,3 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,5% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,5% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Empresas em Portugal – dados definitivos – INE

Em 2022, as empresas em Portugal registaram uma aceleração no crescimento nominal do volume de negócios, do valor acrescentado bruto (VAB) e do excedente bruto de exploração (EBE), com +22,5%, +19,9% e +26,1% (+15,9%, +15,4% e +26,8% em 2021, pela mesma ordem). O pessoal ao serviço e os gastos com o pessoal apresentaram o mesmo comportamento com +5,8% e +12,6%, respetivamente (+2,3% e +8,9% em 2021).

Por sector de atividade económica, a Indústria e energia continuou a ser o que mais contribuiu para o crescimento do volume de negócios entre 2021 e 2022 (+8,4 p.p.), seguindo do Comércio (+6,2 p.p.). No que se refere ao VAB, os Outros serviços e o Alojamento e restauração evidenciaram os maiores contributos (+3,9 p.p. e +3,2 p.p., respetivamente), enquanto no EBE foram os Serviços financeiros que mais contribuíram para o crescimento observado (+5,5 p.p.).

Em 2022, existiam 488 807 sociedades não financeiras (+4,3% face a 2021), que registaram crescimentos de 5,2% no pessoal ao serviço, 24,1% no volume de negócios, 18,6% no VAB e 24,2% no EBE (+2,9%, +16,2%, +16,3% e +30,3%, respetivamente, em 2021). As sociedades de grande dimensão evidenciaram crescimentos superiores na maioria das variáveis económicas, com exceção do VAB em que as PME registaram um crescimento ligeiramente superior às grandes (18,9% e 18,1%, respetivamente). A produtividade aparente do trabalho atingiu quase 35 mil euros por pessoa ao serviço, enquanto a remuneração média anual ascendeu a 17,3 mil euros por pessoa ao serviço remunerada.

Em 2022, existiam 30 742 sociedades com perfil exportador em Portugal (+8,9% face a 2021), correspondendo a 6,3% do total de sociedades não financeiras (+0,3 p.p. face ao ano anterior). Estas sociedades representaram ainda 23,7% do pessoal ao serviço, 37,1% do volume de negócios, 32,8% do VAB e 32,1% do EBE das sociedades não financeiras (+0,4 p.p., +1,9 p.p., -0,7 p.p. e -2,1 p.p. face a 2021, respetivamente).

(Tabela: INE)

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Boletim Económico – Banco de Portugal  

O Boletim Económico (BE) de dezembro do Banco de Portugal (BdP) mantém a previsão da variação do PIB para 2023 nos 2,1%, face à projeção publicada no Boletim de outubro de 2023 e revê em baixa a previsão do crescimento do PIB para 2024 em 0,3 p.p. (de 1,5% na previsão do BE de outubro para 1,2% na previsão do BE de hoje).

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2023 são de 5,3%, face a 5,4% nas previsões do Boletim de outubro.

A taxa de desemprego para 2023 manteve-se nos 6,5%. Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor previsto é de 3,0% do PIB.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Infraestruturas e Transportes do Ecossistema Industrial da Saúde em Portugal

No âmbito do acompanhamento realizado pelo GEE dos Ecossistemas Industriais Estratégicos foi criada a Série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos”, o qual inclui fichas sobre as Infraestruturas e os Transportes.

Esta série de análises feitas pelo GEE tem por base a Estratégia Industrial da União Europeia e os 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos definidos de acordo com a relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

Da análise às infraestruturas e transportes do Ecossistema Industrial da Saúde, destacam-se os principais aspetos:

  • As infraestruturas de saúde são fundamentais para a prestação de cuidados médicos e serviços de saúde;
  • A análise do Ecossistema Industrial da Saúde, destacou o papel crucial da tecnologia, da inovação e da inteligência artificial;
  • Com o aparecimento de novas doenças e a constante evolução da tecnologia médica são necessárias adaptações frequentes, quer nas infraestruturas quer na logística associada;
  • O Ecossistema Industrial da Saúde dispõe de potencialidades, recursos e competências para se destacar a nível internacional, sendo essencial continuar a investir em I&D e a promover a colaboração entre os principais intervenientes, de modo a desenvolver produtos e serviços inovadores nos cuidados de saúde.

Ecossistema Industrial da Saúde – Infraestruturas e Transportes

Vendas de Cimento – Banco de Portugal  

O Índice de Vendas de Cimento registou, em novembro de 2023, uma variação homóloga de 10,8%, o que se traduz num aumento de 3,4 p.p. face ao mês precedente (7,4%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 57,3 pontos, o que compara com 56,6 pontos no mês anterior e 51,7 pontos em novembro de 2022.

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