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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em setembro de 2023, a produção no Setor Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,1% na Zona Euro e de -0,9% na UE27, face ao mês anterior. Em agosto de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 0,6% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 3,0% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,4% em agosto de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Croácia (4,3%), na Eslovénia (4,1%) e na Hungria (1,3%). As maiores diminuições foram registadas na Bélgica (-3,2%), Portugal (-3,0%), Estónia e Irlanda (ambos -2,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -6,9% na Zona Euro e -6,1% na UE27, em setembro de 2023. Portugal registou uma diminuição de 5,6%, após ter registado uma diminuição de 4,6% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2023, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (2,8%), Grécia (2,1%), Croácia (1,6%) e Malta (0,4%). As maiores descidas da produção no setor industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-27,2%), Bélgica (-14,0%) e Estónia (-12,5%).

(Gráfico: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e setembro de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 20,0 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 22,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) diminuíram 1% neste período, tendo-se verificado uma diminuição das exportações intra-UE (-1%) e uma variação nula nas exportações extra-UE (0%). As importações de bens diminuíram 4% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (149,5 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (59,7 mil milhões de euros e da Irlanda (44,8 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (100,9 mil milhões de euros), seguido de Espanha (32,4 mil milhões de euros) e Grécia (22,8 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e setembro de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 16,3 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 278,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro variaram 0,0% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu 3,8% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 3,7 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 358,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,7% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,2% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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European Economic Forecast Autumn – Comissão Europeia

Segundo as Previsões Económicas de Outono (Autumn European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% em 2023, de 1,3% em 2024 (revisão em baixa, face às previsões de Primavera, em 0,2 p.p. para 2023 e em baixa em 0,5 p.p. para 2024) e de 1,8% em 2025.

Quanto à inflação, a Comissão prevê que esta se situe nos 5,5% em 2023, 3,2% em 2024 e 2,4% em 2025 (5,1% e 2,7% para 2023 e 2024, respetivamente, nas previsões de Primavera).

A taxa de desemprego em Portugal deverá registar 6,5% em 2023, 6,5% em 2024 (as previsões de Primavera tinham sido de 6,5% e 6,3% para 2023 e 2024, respetivamente) e 6,4% em 2025.

A Comissão Europeia reviu em alta o saldo da Balança Corrente para 1,6% em 2023 e 1,1% em 2024 (de 1,0% em 2023 e 0,8% em 2024 nas previsões de Primavera), prevendo 0,8% para 2024.

Relativamente à situação orçamental, a Comissão Europeia prevê que o saldo orçamental seja de 0,8% do PIB em 2023, 0,1% em 2024 e 0,0% em 2025 (previsão de -0,1% para 2023 e -0,1% para 2024 nas previsões de Primavera). 

(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro de 0,2% para 2023, de 1,2% para 2024 (revisão em baixa, face às previsões de Verão, em 0,6 p.p. para 2023 e em 0,1 p.p. para 2024) e de 1,6% para 2024. Para a União Europeia, a Comissão prevê uma variação do PIB de 0,6% para 2023, de 1,3% para 2023 e de 1,7% para 2024 (0,8% e 1,4% para 2023 e para 2024, respetivamente, nas previsões de Verão).

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (2,6% no trimestre anterior) e uma variação de -0,2% em relação ao trimestre anterior (0,1% no 2º trimestre de 2023).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 0,1% na Zona Euro (0,5% no 2º trimestre de 2023) e aumentou 0,1% na UE27 (0,4% no 2º trimestre de 2023). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de -0,1% na Zona Euro (0,2% no 2º trimestre de 2023) e foi nula na UE27 (0,0% no 2º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB no Chipre (2,2%), Roménia (2,1%) e Portugal (1,9%). As maiores diminuições homólogas do PIB registaram-se na Irlanda (-4,7%), Estónia (-2,5%) e Áustria (-1,2%).

Em relação ao trimestre anterior registaram-se as maiores diminuições do PIB na Polónia (-3,7%), Suécia (-1,5%) e Letónia (-0,6%). Os maiores aumentos verificaram-se na Irlanda (3,3%), Lituânia (2,8%) e Roménia (0,9%).

Nos EUA, no 3º trimestre de 2023, o PIB aumentou 2,9% em termos homólogos (2,4% no 2º trimestre de 2023) e aumentou 1,2% relativamente ao trimestre anterior (0,5% no trimestre anterior).

(Tabela: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em outubro de 2023, uma variação homóloga de 7,4%, o que se traduz num aumento de 2,4 p.p. face ao mês precedente (5,0%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 56,6 pontos, o que compara com 56,4 pontos no mês anterior e 52,7 pontos em outubro de 2022.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 3º trimestre de 2023, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 4,9% (3,7% no 2º trimestre de 2023). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 4,6% e os outros custos aumentaram 6,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 5,0%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as actividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 4,8%.

(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE

Em setembro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 8,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 6,7% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,9 milhões de dormidas (11,3%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,3 milhões de dormidas (-3,3%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, verificou-se no Norte um aumento de 5,2%, em Centro de 5,1% e no Alentejo de 4,1%. Verificaram-se diminuições no Algarve (-16,9%), na Madeira (-11,4%) e nos Açores (-3,2%).

De janeiro a setembro de 2023, a hotelaria registou 61,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (11,3%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 18,6 milhões de dormidas (1,7%, VHA) e os não residentes representam 42,5 milhões de dormidas (16,1%, VHA).

Em setembro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 707,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 15,7%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões dos Açores (25,0%), do Norte (22,6%) e do Centro (19,7%) que apresentaram variações homólogas positivas.

  

De janeiro a setembro de 2023, foram registados 4816,5 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 21,3%.

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A desaceleração do crescimento da produtividade agregada em Portugal: os fundamentos microeconómicos

A produtividade do trabalho é um fator chave para o crescimento de longo prazo de uma economia, influenciando o nível de vida material dos indivíduos. Desde o início do século, Portugal, assim como grande parte dos países desenvolvidos, observa um desacelerar do crescimento da produtividade do trabalho. Análises empíricas recentes que tentam aferir as explicações para o abrandamento do crescimento da produtividade do trabalho enfatizam a relevância das análises microeconómicas. Em concreto, demonstram que as principais causas para tal abrandamento estão associadas a um aumento da dispersão entre empresas do crescimento da produtividade do trabalho que advém do abrandamento no crescimento da difusão da inovação das empresas fronteira (top 10% mais produtivas de cada setor) para as empresas não fronteira (todas as restantes) e de uma maior dispersão entre empresas na evolução das markups. A evidência para Portugal sobre o abrandamento do crescimento da produtividade do trabalho é relativamente parca, sendo a grande maioria das análises existentes efetuadas a um nível setorial ou macroeconómico, não existindo estudos que relacionem o abrandamento do crescimento da produtividade do trabalho com a evolução das markups. Tendo em conta que as markups médias são consideradas uma medida robusta do grau de concorrência de mercado, seria expectável que, em face dos desenvolvimentos que Portugal observou nos últimos anos, no sentido de maior concorrência de mercado, a taxa de crescimento da produtividade agregada fosse crescente. A explicação deste aparente paradoxo exige, por um lado, uma análise mais detalhada, do ponto de vista teórico, dos mecanismos pelos quais a evolução das markups tende a influenciar a evolução da produtividade do trabalho e, por outro lado, um estudo quantitativo de caráter microeconómico.

A desaceleração do crescimento da produtividade agregada em Portugal: os fundamentos microeconómicos.pdf

Apresentação 88.º Seminário GEE/GPEARI – A desaceleração do crescimento da produtividade agregada em Portugal: os fundamentos microeconómicos.pdf

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE  

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em setembro de 2023, variações homólogas de 3,0%, 8,4% e 0,0%, respectivamente, o que compara com 3,6%, 9,9% e 2,1% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em setembro de 2023, valores de 115,1 pontos, 132,2 pontos e 107,6 pontos, respectivamente, o que compara com 115,4 pontos, 137,1 pontos e 105,4 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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