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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em setembro de 2023, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 1,2%, superior em 1,6 p.p. à observada em agosto de 2023 (-0,4%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 2,7% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 0,2%, valores que comparam com 2,9% e -2,8% no mês anterior, respetivamente.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – Estimativa rápida – INE

No 3º trimestre de 2023, a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens aponta para diminuições, em termos nominais, de 8,8% e 12,3% nas exportações e importações, respetivamente, em relação ao período homólogo.

O decréscimo nas transações de bens ocorre pelo segundo trimestre consecutivo e acentuou-se face ao trimestre anterior, em que se registaram variações homólogas de -4,7% nas exportações e -6,4% nas importações.

(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em outubro de 2023, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 0,9 para 0,8 (%, vcs).

Entre setembro e outubro de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de -0,3 para -4,0 e o do Comércio aumentou de -2,3 para -1,6. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -9,4 para -10,8 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -2,5 para -2,9. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -27,7 (sre, ve), em outubro de 2023 (-26,1 em setembro de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Call for Papers sobre “Inteligência Artificial em Portugal” – GEE/Google/APDSI

A partir desta segunda-feira, 30 de outubro, estão abertas as candidaturas ao Prémio que visa distinguir trabalhos/artigos científicos sobre “Inteligência Artificial em Portugal: Inovações, Desafios e Impactos na Economia”, promovido pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), em colaboração com a Google e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI). A dotação total de 15.000 euros será repartida pelos três melhores trabalhos submetidos a concurso.

Nota de Imprensa
Cartaz
Regulamento

Living wages in Portugal: In search of dignity in a polarised labour market

Living wage (LW) is a concept that goes beyond that of national minimum wage (NMW), since it implies income adequacy to the wage earners and to his/her family members. It is coherent with the principle related to wages of the European Pillar of Social Rights (EPSR) namely the right of workers to fair wages, and the duty to ensure adequate minimum wages providing the satisfaction of the worker needs and of his/her family, which originated a proposal of the European Commission for a Directive on adequate minimum wages in the European Union. This article discusses the possibility of implementation of a LW policy in Portugal, a country with low average and median wages, a generous NMW relative to average and median wage, high earnings inequality and a polarised labour market. To be defensible, this policy should reach household income adequacy, be feasible regarding the labour and fiscal costs, and be socially acceptable regarding the change of earnings distribution. The discussion of this policy is made using EU-SILC data and data from interviews with social partners involved in the national level social dialogue. The authors quantify and qualify some of the trade-offs, simulating different values for core policy variables, centred on the worker as a wage earner, as a household member and as a citizen with social rights and fiscal duties, supported on an adequate normative estimation of a consensual Minimum Income Standard (MIS) for the Portuguese households.

Living wages in Portugal: In search of dignity in a polarised labour market.pdf

Apresentação 87.º Seminário GEE/GPEARI – Living wages in Portugal: In search of dignity in a polarised labour market.pdf

Procura Turística dos Residentes – INE  

De acordo com o INE, no 2.º trimestre de 2023, os residentes em Portugal realizaram 5,7 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo homólogo de 6,1% (1,0% face ao 2.ºT 2019; 11,8% no 1.ºT 2023). As viagens em território nacional foram determinantes para este aumento, registando um acréscimo homólogo de 5,5% (1,5% quando comparado com o 2.ºT 2019) para 4,8 milhões, o que representou 85,6% das deslocações. As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 9,8% face ao 2.º trimestre de 2022, totalizando 812,2 mil viagens (14,4% do total) e com uma aproximação progressiva aos níveis de 2019, ficando 1,9% abaixo desses valores no 2.ºT 2023 (-4,6% no 1.ºT 2023).

 

(Gráfico: INE)

 

As viagens de “lazer, recreio ou férias”, a principal motivação para viajar no 2.º trimestre de 2023, aumentaram 9,1% face ao 2.º trimestre de 2022 (0,5% face ao 2.ºT 2019) e representaram 48,4% do total de viagens dos residentes (+1,3 p.p. face ao 2ºT 2022), atingindo 2,7 milhões. O motivo “visita a familiares ou amigos” originou 2,1 milhões de viagens (37,8% do total, -1,1 p.p. face ao 2.ºT 2022), registando um crescimento de 3,2% face ao 2.º trimestre de 2022 (1,3% em relação ao 2.ºT 2019).

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(Gráfico: INE)

 

Os “hotéis e similares” concentraram 25,3% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 2.º trimestre de 2023, tendo o “alojamento particular gratuito” sido a principal opção de alojamento (60,4% das dormidas).

No processo de organização das deslocações, a internet foi utilizada em 25,6% dos casos (-0,8 p.p. que no 2.ºT 2022), tendo este recurso sido opção em 64,8% (-7,2 p.p. face ao 2.ºT 2022) das viagens para o estrangeiro e em 19,0% das viagens em território nacional, sem alteração face ao 2.ºT de 2022.

 

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(Gráfico: INE)

 

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal   

Na semana terminada a 22 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 19 de outubro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 0,8% (VH), que compara com 4,3% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em setembro de 2023, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 73,3 mil milhões de euros, aumentando 73 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -2,8% (-2,7% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de -0,3% (0,0% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de -0,7%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 3,1%, diminuindo 0,5 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -3,0%, aumentando 0,5 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em setembro de 2023 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,29% (1,39% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,17% para 2,13%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,81% (0,95% no mês precedente).

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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

O índice de difusão (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses) traduz a restritividade do mercado de crédito português: para valores acima de zero significa um aumento da restritividade das concessões de crédito por parte dos bancos, para valores abaixo de zero uma diminuição.
Oferta:
• Critérios de concessão de crédito: inalterados no crédito a empresas, apesar de uma ligeira deterioração nos empréstimos de longo prazo, e no crédito à habitação; no crédito ao consumo e outros fins ligeiramente mais restritivos.
– Fatores: a perceção dos riscos, principalmente dos associados à situação e perspetivas económicas gerais, contribuiu no sentido de tornar os critérios de concessão mais restritivos no crédito a empresas e a particulares.
• Termos e condições do crédito: nos empréstimos a empresas houve uma diminuição das maturidades, sobretudo nas PME; nos particulares não houve alterações significativas a registar.
– Fatores: nos empréstimos a empresas, a perceção dos riscos associados à situação e perspetivas económicas gerais e, em menor grau, de setores de atividade ou empresas específicas contribuíram no sentido de tornar os termos e condições mais restritivos.
• Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alterações no crédito a empresas e no crédito à habitação e um ligeiro aumento no crédito ao consumo e outros fins.

• Expetativas: critérios de concessão inalterados no crédito a empresas, apesar de uma ligeira deterioração nos empréstimos de longo prazo; para os particulares, critérios ligeiramente menos restritivos na habitação e ligeiramente mais restritivos no consumo e outros fins.

Procura:
• Procura de empréstimos por parte de empresas: diminuição transversal às diferentes dimensões das empresas e maturidades, em especial nos empréstimos às grandes empresas e de longo prazo.
– Fatores: o nível geral das taxas de juro e as menores necessidades de financiamento do investimento contribuíram fortemente para a diminuição da procura de empréstimos por empresas; no mesmo sentido, mas em menor grau, contribuíram a diminuição das necessidades de financiamento para fusões/aquisições e restruturação empresarial e uma melhoria na geração interna de fundos, especialmente no caso de grandes empresas. Em sentido inverso, no caso das PME, as necessidades de refinanciamento e renegociação da dívida contribuíram ligeiramente para um aumento da procura.
• Procura de empréstimos por parte de particulares: ligeira diminuição da procura de crédito ao consumo e outros fins e para aquisição de habitação.
– Fatores: a diminuição da confiança dos consumidores contribuiu para reduzir a procura de crédito ao consumo e outros fins e, em menor grau, do crédito à habitação. O nível geral das taxas de juro também contribuiu ligeiramente para esta redução nos dois segmentos.
• Expetativas: ligeira diminuição da procura de empréstimos por parte das empresas, mais acentuada nos empréstimos de longo prazo, e por parte de particulares para habitação e para consumo e outros fins.

 

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(Gráficos: Banco de Portugal)

 

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