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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em agosto de 2023, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 951 milhões de euros, aumentando 875 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 1 727 milhões de euros, aumentando 937 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 61 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 225 milhões de euros.

Entre janeiro e agosto de 2023, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 5 142 milhões de euros, que compara com -1 854 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em agosto de 2023, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -361 milhões de euros, o que compara com -787 milhões de euros no mês precedente.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em setembro de 2023, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -5,2%, mais 0,3 p.p. face ao registado no mês anterior (-5,5%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -15,6%, mais 4,4 p.p. face à variação verificada no mês de agosto de 2023 (-20,0%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 3,8% e -6,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 5,6% e -5,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de -0,3% (0,2 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -4,4% em termos homólogos (-4,0% no mês anterior) e de 0,2% em termos mensais (-0,1% em setembro de 2022).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 126,4 pontos em setembro de 2023, mais 0,3 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,9 pontos para 127,2 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 3,7 pontos para 137,4 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior (107,8 pontos), enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 0,4 pontos, passando de 125,9 pontos em agosto para 125,5 em setembro.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 0,9% em setembro de 2023, que compara com 1,4% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em agosto de 2023, registou o valor de -0,4% (VH), inferior em 1,1 p.p. em relação ao mês anterior (0,7%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -19,9 (sre/ve), que compara com o valor de -19,6 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em setembro de 2023, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 3,0% (VH) e para os serviços foi de 4,4% (VH). Estes valores comparam com 2,8% (VH) e 4,9% (VH) registados no mês de agosto de 2023, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efetivos.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em setembro de 2023, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 4,8%, inferior em 0,5 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 0,8% entre agosto e setembro de 2023.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 4,3%, diminuindo 0,9 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 4,9% (VH) em setembro de 2023, diminuindo em 1,0 p.p. face ao valor de agosto. A variação mensal do índice situou-se em 0,3% na Zona Euro e na UE27.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 7,2% para Portugal, de 7,2% para a Zona Euro e de 8,3% para a UE27.

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BTEP N° 03 2023

7.ª Edição do Boletim Trimestral da Economia Portuguesa, com informação disponível em 16 de outubro, numa parceria entre o GEE e o GPEARI, com análise sobre os principais desenvolvimentos da economia portuguesa, reflexão sobre possíveis causas e implicações, bem como principais políticas públicas recentes.

BTEP N° 03 2023

O Transporte Internacional de Passageiros em Portugal Continental (2019 a 2021)

No âmbito da sua missão de recolher e divulgar informação e de realizar estudos, o GEE divulga hoje o presente documento sobre o sector dos Transportes. Neste relatório, apresentam-se os fluxos de passageiros nas ligações internacionais de e para Portugal Continental, no período de 2019 a 2021. A análise dos fluxos de passageiros é feita por modo de transporte e permite constatar o seguinte:

  • Impacto profundo da Covid-19 no tráfego aéreo: Os aeroportos do Continente sofreram um impacto acentuado devido à pandemia. De 2019 para 2020, registou-se uma descida de 70,1% no número de passageiros. Embora 2021 tenha apresentado sinais de recuperação, os valores ainda estavam consideravelmente abaixo do nível pré-pandemia.
  • Tráfego ferroviário internacional quase nulo em 2020: O tráfego ferroviário internacional foi significativo apenas em janeiro e fevereiro de 2020, tendo a pandemia paralisado quase por completo este meio de transporte após o início das restrições.
  • Recuperação diferenciada entre travessias fluviais: Enquanto o rio Guadiana demonstrou uma recuperação no tráfego em 2021, com um aumento de 37,3% face a 2020, o rio Minho sofreu uma redução drástica, sugerindo impactos locais ou específicos que afetaram negativamente o tráfego nesse rio.
  • Indústria de cruzeiros severamente afetada: A indústria de cruzeiros foi uma das mais atingidas pela pandemia. A queda de 595,3 mil passageiros ao longo de três anos indica uma diminuição de aproximadamente 40,3% em comparação com o triénio anterior, mostrando uma resistência dos passageiros em viajar por esse meio.
  • Transporte rodoviário internacional paralisado: O impacto da Covid-19 nos transportes rodoviários internacionais foi tão profundo que países como a Alemanha e o Luxemburgo, que tinham tráfego registado em 2019, não registaram qualquer movimento em 2020 e 2021. Tal indica restrições rigorosas e uma hesitação em viagens rodoviárias internacionais.

O Transporte Internacional de Passageiros em Portugal Continental (2019 a 2021)

Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e agosto de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 17,8 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 19,9 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) mantiveram-se neste período (0%), tendo-se verificado uma manutenção das exportações intra-UE (0%) e uma manutenção nas exportações extra-UE (0%). As importações de bens diminuíram 3% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (131,0 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (49,8 mil milhões de euros e da Irlanda (41,0 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (90,3 mil milhões de euros), seguido de Espanha (27,4 mil milhões de euros) e Grécia (20,1 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e agosto de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 8,1 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 242,9 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 1,5% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu 1,8% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 9,8 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 311,4 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 2,0% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 0,3% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em agosto de 2023, a produção no Setor Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,6% na Zona Euro e na UE27, face ao mês anterior. Em julho de 2023, a produção industrial tinha registado variações de -1,3% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,6% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,5% em julho de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (6,1%), Eslováquia (4,5%) e Lituânia (3,7%). As maiores diminuições foram registadas na Hungria (-2,4%), Croácia (-2,2%) e Bélgica (-1,8%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -5,1% na Zona Euro e -4,4% na UE27, em agosto de 2023. Portugal registou uma diminuição de 4,0%, após ter registado uma diminuição de 4,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2023, as maiores subidas foram registadas na Eslováquia (4,7%), Dinamarca (3,5%) e Malta (3,0%). As maiores descidas da produção no setor industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-27,3%), Eslovénia (-12,3%) e Estónia (-11,9%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Atividade Turística – INE

Em agosto de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 10,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 1,4% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,6 milhões de dormidas (6,4%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 3,5 milhões de dormidas (-6,9%, VH).

De janeiro a agosto de 2023, a hotelaria registou 52,9 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (12,0%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 16,3 milhões de dormidas (2,4%, VHA) e os não residentes representam 36,6 milhões de dormidas (16,9%, VHA).

Em agosto de 2023, os proveitos dos estabelecimentos hoteleiros registaram novos máximos históricos, atingindo 878,3 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 10,4%.

De janeiro a agosto de 2023, foram registados 4.109,3 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 22,3%.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 8 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 5 de outubro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 5,4% (VH), que compara com 6,5% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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