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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em agosto de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 5,4% e 13,0%, respetivamente. No mês de julho de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 5,9% e 13,1%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,5% no Índice de Emprego e de 10,7% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em agosto de 2023, um valor de 108,2 pontos, diminuindo 0,5 pontos relativamente ao mês precedente (108,7 pontos em julho de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 118,4 pontos em agosto de 2023, diminuindo 14,6 pontos em relação ao mês anterior (133,0 pontos em julho de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em agosto de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 6,4%, superior em 0,2 p.p. ao valor verificado no mês anterior (6,2%).

A componente de Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de 5,3% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 3,2 p.p. para a variação do índice agregado. A componente de Engenharia Civil apresentou uma variação homóloga de 8,2% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 3,2 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 4,8% (4,6% em julho de 2023).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,9 pontos em agosto de 2023, aumentando 0,6 pontos em relação ao mês precedente (108,3 pontos em julho de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 107,4 pontos em julho de 2023 para 108,8 em agosto de 2023 e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 109,7 pontos em julho de 2023 para 109,0 pontos em agosto de 2023.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em setembro de 2023, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,6%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,1 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 4,1%, inferior em 0,4 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,1%, o que compara com uma variação de 0,3% no mês anterior e de 1,2% em setembro de 2022.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 6,3% (6,8% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 6,1%, inferior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 4,8%, diminuindo 0,5 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a setembro de 2023, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi inferior em 0,5 p.p. à do IHPC português, aumentando esta diferença em 0,4 p.p. comparativamente com o observado no mês anterior.

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em agosto de 2023, variações homólogas de 3,7%, 9,4% e 2,2%, respetivamente, o que compara com 3,7%, 8,0% e 2,5% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2023, valores de 115,6 pontos, 136,5 pontos e 105,5 pontos, respetivamente, o que compara com 115,7 pontos, 148,7 pontos e 107,6 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em agosto de 2023, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,1%, inferior em 2,8 p.p. ao valor registado em julho de 2023 (3,9%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 141,7 pontos em agosto de 2023, diminuindo 6,0 pontos em relação ao mês precedente (147,7 pontos em julho de 2023).

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em agosto de 2023, variações homólogas de 0,6% e 6,6%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,7% no mês de julho de 2023), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,4 p.p. em relação ao mês anterior (6,2% em julho de 2023). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de -1,1% em agosto de 2023, diminuindo 1,0 p.p. face à registada em julho de 2023.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em agosto de 2023, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de -5,2%, aumentando 2,6 p.p. em relação ao observado no mês de julho de 2023 (-7,8% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 2,7% e -11,4%, após terem registado variações de 2,3% e -12,9% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 0,9% e -7,9%, após terem registado variações de 2,6% e -16,8% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em agosto de 2023, uma variação homóloga de -7,8%, aumentando 4,7 p.p. em comparação com o mês anterior (-12,5%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 0,8 p.p. em termos homólogos (-3,5% em agosto de 2023 face aos -4,3% registados em julho de 2023).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de junho de 2023 a agosto de 2023, as exportações de bens registaram uma diminuição de 7,0% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 10,7% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 1.612,1 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de agosto de 2023, as exportações de bens diminuíram 7,7% em relação a agosto de 2022. Destacam-se as diminuições de Fornecimentos industriais (-15,5%, sobretudo de Pastas celulósicas e papel e produtos Químicos) e de Combustíveis e lubrificantes (-26,4%).

As importações diminuíram 16,0% face ao período homólogo. Salientam-se os decréscimos nas importações de Combustíveis e lubrificantes (-47,2%), principalmente de Óleos brutos de petróleo (-78,7%), refletindo sobretudo a descida do preço deste produto no mercado internacional (-77,4%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2023, as exportações diminuíram 5,3% e as importações diminuíram 6,5% face a agosto de 2022 (respetivamente -6,9% e -0,1% em julho de 2023).

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No período de junho de 2023 a agosto de 2023, a taxa de cobertura total foi de 73,6%, correspondendo a um acréscimo de 2,9 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 70,2%, no Comércio Extracomunitário foi de 82,9% e na Zona Euro foi de 68,0%.

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Em agosto de 2023, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2.400,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -636,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1.498,8 milhões de euros.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em agosto de 2023, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 1.808 milhões de euros, o que compara com um valor de 2.050 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 1.667 milhões de euros (507 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de agosto de 2023, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 277.583 milhões de euros, aumentando 1.593 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -3,2%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 38.518 milhões de euros, aumentando 1.689 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 11,3%.

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