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Atividade turística – estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 3,5 milhões de hóspedes e 10,1 milhões de dormidas em agosto de 2023, correspondendo a crescimentos homólogos de 4,8%2 e 1,4%, respetivamente (+4,4% e +1,7% em julho de 2023, pela mesma ordem).

Em agosto, as dormidas de residentes diminuíram 6,9%, totalizando 3,5 milhões e as de não residentes cresceram 6,4%, correspondendo a 6,6 milhões.

Entre os dezassete principais mercados emissores (88,6% do total de dormidas de não residentes), os Estados Unidos e o Canadá continuaram a destacar-se, registando os maiores crescimentos (+28,9% e +27,5%, respetivamente) face a agosto de 2022. Em sentido contrário, os mercados finlandês e espanhol registaram os maiores decréscimos nas dormidas (-10,4% e -4,3%, respetivamente).

Em agosto, o Algarve concentrou 31,3% das dormidas, seguido da AM Lisboa (21,2%) e do Norte (17,1%). Os maiores crescimentos homólogos registaram-se no Norte (+5,4%), RA Açores (+4,5%) e Centro (+4,1%), tendo-se verificado decréscimos homólogos no Algarve (-1,9%) e na RA Madeira (-1,2%).

No período acumulado de janeiro a agosto de 2023, as dormidas aumentaram 12,0%, +2,4% nos residentes e +16,9% nos não residentes (variação homóloga acumulada).

Em agosto, 10,4% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (11,9% em julho).

(Tabela: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em agosto de 2023, foi estimada em 4.948,0 mil pessoas, aumentando 0,1% face ao mês anterior (2,9 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,3%, mantendo-se face ao nível registado no mês anterior (revista em alta de 64,1% para 64,3%).

A população desempregada, estimada em 326,7 mil pessoas, diminuiu 2,2 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-7,2 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,2%, tendo diminuído 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 20,3%, tendo aumentado 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 19,2% para 20,1%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,1% e diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em agosto de 2023, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,5% (64,6% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,0% (5,9% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Segundo o INE, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 3,6% em setembro de 2023, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 4,1% (4,5% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos ter-se-á fixado em -4,1% (-6,5% no mês precedente) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá diminuído para 6,0% (6,4% em agosto).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 1,1% (0,3% em agosto e 1,2% em setembro de 2022).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 6,3% (6,8% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 4,9% (5,3% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em setembro de 2023, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 95,8 pontos, o que compara com o valor de 96,8 pontos verificado em agosto de 2023.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores da Indústria (de -10,0 para -9,7 pontos), Serviços (de 4,4 para 1,6) e Comércio a Retalho (de 4,6 para 2,3), ao contrário da Construção (de -2,8 para -2,3). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -22,3 para -26,1.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,4 pontos na União Europeia (de 93,2 pontos em agosto para 92,8 pontos em setembro), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,3 pontos (de 93,6 pontos em agosto para 93,3 pontos em setembro).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 24 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada nas semanas anteriores.

Em 21 de setembro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 0,3% (VH), que compara com 4,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em setembro de 2023, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,4 para 0,9 (%, vcs).

Entre agosto e setembro de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 1,9 para -0,3 e o do Comércio diminuiu de 0,9 para -2,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -10,5 para -9,4 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -2,8 para -2,5. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -26,1 (sre, ve), em setembro de 2023 (-21,6 em agosto de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em agosto de 2023, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 73,2 mil milhões de euros, diminuindo 482 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -2,7% (-2,6% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de 0,0% (0,3% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de -0,4%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 3,6%, diminuindo 0,4 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -3,5%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em agosto de 2023 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,39% (1,37% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,08% para 2,17%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,95% (0,96% no mês precedente).

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Caracterização do Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE num futuro próximo que importa discutir. O setor das tecnologias digitais aparece, desde logo, transversalmente em diversas áreas e o setor da Eletrónica, aparece estruturalmente como matéria-prima ou como produto final.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do Ecossistema Industrial da Eletrónica, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados dois pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho e (ii) Inovação, I&D e Empreendedorismo.

A análise abrange a competitividade do ecossistema bem como as medidas de política implementadas. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo em I&D, inovação e empreendedorismo, bem como uma aposta na integração que permite que as empresas concentrem os seus esforços em estratégias que impulsionem as vendas e a competitividade no mercado global.

Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal

Caracterização do Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE num futuro próximo que importa discutir. O setor das tecnologias digitais aparece, desde logo, transversalmente em diversas áreas e o setor da Eletrónica, aparece estruturalmente como matéria-prima ou como produto final.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do Ecossistema Industrial da Eletrónica, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados dois pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho e (ii) Inovação, I&D e Empreendedorismo.

A análise abrange a competitividade do ecossistema bem como as medidas de política implementadas. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo em I&D, inovação e empreendedorismo, bem como uma aposta na integração que permite que as empresas concentrem os seus esforços em estratégias que impulsionem as vendas e a competitividade no mercado global.

Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal

Ecossistemas Industriais Estratégicos – Texto Introdutório

A série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” tem por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE, e inclui fichas de análise sobre cada um dos ecossistemas.