Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em junho de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 747 milhões de euros, aumentando 853 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

A Balança Corrente registou um saldo de 507 milhões de euros, aumentando 855 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 2 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 240 milhões de euros.

Entre janeiro e junho de 2025, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 2 265 milhões de euros, que compara com 4 241 milhões de euros no período homólogo.

75

Em junho de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -474 milhões de euros, o que compara com -1 234 milhões de euros no mês precedente.

76

Download PDF

Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em junho de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 1,2% e de 5,7%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 2,2% para as exportações e de 4,8% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 105,9%. Ainda em junho de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,4% e de 6,1%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 1,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,4%.

De janeiro a junho de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 1,6% e de 4,9%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 102,0%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -0,7% e de 5,1%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,8% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,3%.

78

79

80

Download PDF

Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e junho de 2025, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 93,3 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 102,0 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 3,9% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 1,3% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 80,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 92,9 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 4,4% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 1,4% (VHA).

73

(Gráficos: Eurostat)

Download PDF

Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em junho de 2025, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,3% na Zona Euro e -1,0% na UE, face ao mês anterior. Em maio de 2025, a produção industrial tinha registado variações de 1,1% na Zona Euro e de 0,8% na UE.

Portugal registou uma diminuição de 3,6% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 2,3% em maio de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2025, os maiores aumentos ocorreram na Bélgica (5,1%), França e Suécia (ambos 3,8%) e Grécia (3,3%). As maiores diminuições foram observadas na Irlanda (-11,3%), Portugal (-3,6%) e Lituânia (-2,8%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 0,2% na Zona Euro e 0,5% na UE, em junho de 2025. Portugal registou um aumento de 2,4%, após ter registado um aumento de 2,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2025, os maiores aumentos foram registados na Suécia (13,4%), Irlanda (10,5%) e Letónia (7,3%). As maiores diminuições foram observadas na Bulgária (-8,2%), Hungria (-4,9%) e Eslovénia (-4,3%).

(Gráfico: Eurostat)

Download PDF

Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 2º trimestre de 2025, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (1,7% no trimestre anterior) e uma variação de 0,6% em relação ao trimestre anterior (-0,4% no 1º trimestre de 2025).

A variação homóloga registou 1,4% na Zona Euro (1,5% no 1º trimestre de 2025) e 1,5% na UE27 (1,6% no 1º trimestre de 2025). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,1% na Zona Euro (0,6% no 1º trimestre de 2025) e uma variação de 0,2% na UE27 (0,5% no 1º trimestre de 2025).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Roménia (1,2%) e Polónia (0,8%). As maiores descidas foram observadas na Irlanda (-1,0%), Alemanha e Itália (ambos -0,5%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Irlanda (16,2%), Chipre (3,3%) e Bulgária (3,1%). Não se registaram diminuições do PIB em relação ao período homólogo.

Nos EUA, no 2º trimestre de 2025, o PIB aumentou 2,0% em termos homólogos (2,0% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (-0,1% no 1º trimestre de 2025).

69

(Gráficos: Eurostat)

Download PDF

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 10 de agosto, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada na semana anterior. Em 7 de agosto de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -0,5% (VH), que compara com -0,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Download PDF

Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

No 2º trimestre de 2025, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 6,0%, para 1 741 Euros, em relação ao mesmo período de 2024.

Tanto a componente regular como a componente base daquela remuneração aumentaram 5,7%, situando-se em 1 368 Euros e 1 281 Euros, respetivamente.

Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 3,7% e as suas componentes regular e base aumentaram ambas 3,4%. Estes resultados abrangem 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 1,8% do que no mesmo período de 2024.

Em relação a junho de 2024, a remuneração bruta total mensal média aumentou em quase todas as dimensões de análise (atividade económica, dimensão de empresa, sector institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas atividades de “Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca” (secção A; 11,5%), nas empresas de 50 a 99 trabalhadores (7,1%), no sector público (7,3%) e nas empresas de “Serviços de alta tecnologia com forte intensidade de conhecimento” (6,9%).

(Gráfico: INE)

Download PDF

Atividade Turística – INE

No 2º trimestre de 2025, o sector do alojamento turístico registou 9,2 milhões de hóspedes e 23,0 milhões de dormidas, correspondendo a variações homólogas de 4,4% e de 4,2%, respetivamente (2,4% e -0,4%, pela mesma ordem, no 1º trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 2,0 mil milhões de euros e os de aposento totalizaram 1,6 mil milhões de euros, o que traduz acréscimos homólogos de 9,4% e 9,8%, respetivamente (4,6% e 4,1% no trimestre anterior).

Os mercados externos foram dominantes, 72,3% do total, totalizando 16,7 milhões de dormidas (2,9%, VH). As dormidas de residentes aumentaram 7,6% para 6,4 milhões.

No 2º trimestre, a Grande Lisboa foi a região que apresentou, em termos de dormidas, maior dependência dos mercados externos (82,9% do total), seguida da RA Madeira (82,4%) e do Algarve (81,4%). Em contraste, foi no Centro e no Alentejo que se observou menor dependência dos mercados externos (34,6% e 36,0%, respetivamente).

O Algarve foi a região que concentrou mais dormidas no 2º trimestre de 2025 (27,1% do total), seguido da Grande Lisboa (23,4% do total) e do Norte (17,8%). As dormidas de residentes concentraram-se mais no Norte (21,7% do total) e as dos não residentes ocorreram, principalmente, no Algarve (30,5% do total).

Os resultados trimestrais foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Pascoa, que ocorreu este ano no 2º trimestre, enquanto no ano anterior se concentrou, essencialmente, no 1º trimestre.

(Gráfico: INE)

Download PDF

Índice de Custo do Trabalho – INE

No 2º trimestre de 2025, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 5,2% (4,4% no 1º trimestre de 2025). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 5,3% e os outros custos aumentaram 5,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 3,1%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 9,5%.

(Gráfico: INE)

Download PDF