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Índice de Preços na Produção Industrial –  INE

Em julho de 2023, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -6,7%, menos 0,8 p.p. face ao registado no mês anterior (-5,9%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -25,6%, menos 0,9 p.p. face à variação verificada no mês de junho de 2023 (-24,7%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 6,2% e -4,9%, respetivamente, o que compara com as variações de 6,5% e -3,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 0,6% (0,4% no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -5,6% em termos homólogos (-4,0% no mês anterior) e de -0,2% em termos mensais (1,5% em julho de 2022).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 125,6 pontos em julho de 2023, menos 0,4 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,6 pontos para 128,8 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 0,4 pontos para 130,4 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,1 pontos face ao mês anterior para 108,0 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 0,3 pontos, passando de 125,3 pontos em junho de 2023 para 125,6 em julho de 2023.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 1,5% em julho de 2023, que compara com 1,6% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica em junho de 2023 registou o valor de 0,5% (VH), inferior em 0,7 p.p. em relação ao mês anterior (1,2%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -19,0 (sre/ve), que compara com o valor de -16,6 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em julho de 2023, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,7% (VH) e para os serviços foi de 5,0% (VH). Estes valores comparam com 2,1% (VH) e 5,3% (VH) registados no mês de junho de 2023, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efetivos.

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Comércio internacional de mercadorias de Portugal no âmbito da CPLP (2018-2022)

A “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP) foi criada em 1996, sendo
seus países fundadores Angola, o Brasil, Cabo Verde, a Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e
São Tomé e Príncipe.
Em 2002 foi admitido Timor-Leste e mais recentemente, em 2014, a Guiné-Equatorial,
observador associado que foi desde 2006.
Entre os seus objectivos, no âmbito da cooperação em todos os domínios, situa-se o
desenvolvimento de parcerias estratégicas e o levantamento de obstáculos ao
desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços, tornando-a assim numa
importante alavanca para o desenvolvimento do espaço económico lusófono e consequente
melhoria das condições de vida das suas populações.

 

Portugal-CPLP (2018-2022) – Em Análise.pdf

Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e junho de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 13,4 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 14,2 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 4% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (3%) e um aumento nas exportações extra-UE (4%). As importações de bens aumentaram 1% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (98,3 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (37,5 mil milhões de euros) e Irlanda (31,9 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (69,7 mil milhões de euros), seguido de Espanha (18,1 mil milhões de euros) e Grécia (14,9 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e junho de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 5,3 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 151,8 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 3,2% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 1,1% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 4,2 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 201,3 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 3,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 2,1% (VHA).

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68(Tabelas: Eurostat)

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação –  INE

Em julho de 2023, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,878%, registando um aumento de 0,229 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (3,649%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses aumentou para 4,173%, o que compara com 4,132% em junho de 2023.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 63 555 euros, registando um aumento de 259 euros face ao mês anterior (63.296 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 370 euros em julho de 2023, mais 9 euros que em junho de 2023 e mais 106 euros que em julho de 2022. Deste valor, 204 euros (55%) correspondem a pagamento de juros e 166 euros (45%) a capital amortizado. Em julho de 2022, a componente de juros representava 17% do valor médio da prestação.

Em julho de 2023, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 604 euros, o que equivale a uma diminuição de 5 euros relação ao mês anterior (609 euros).

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 13 de agosto, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada nas semanas anteriores.  Em 10 de agosto de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 1,4% (VH), que compara com -0,9% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial –  Eurostat

Em junho de 2023, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,5% na Zona Euro e 0,4% na UE27, face ao mês anterior. Em maio de 2023, a produção industrial tinha registado variações nulas na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 0,2% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 2,4% em maio de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (13,1%), Dinamarca (6,3%) e Lituânia (3,2%). As maiores diminuições foram registadas na Suécia (-5,3%), Finlândia e Malta (ambos, -3,3%) e Bélgica (-3,0%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,2% tanto na Zona Euro como na UE27, em junho de 2023. Portugal registou uma diminuição de 3,9%, após ter registado uma diminuição de 4,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2023, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (12,3%), Irlanda (8,3%) e Eslováquia (3,6%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Estónia (-12,7%), Bulgária (-9,3%), Bélgica (ambos -7,6%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1.ª Publicação – Eurostat

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2.º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 2,3% em relação ao trimestre homólogo (2,5% no trimestre anterior) e uma variação nula em relação ao trimestre anterior (1,6% no 1.º trimestre de 2023).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 0,6% na Zona Euro (1,1% no 1.º trimestre de 2023) e aumentou 0,5% na UE27 (1,1% no 1.º trimestre de 2023). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de 0,3% na Zona Euro (tinha sido nula no 1.º trimestre de 2023) e foi nula na UE27 (0,2% no 1.º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB na Irlanda (2,8%), Roménia (2,7%), Espanha e Bulgária (ambos, 1,8%). As maiores diminuições homólogas do PIB registaram-se na Estónia (-3,0%), Suécia (-2,4%) e Hungria (-2,3%).

Em relação ao trimestre anterior registaram-se as maiores diminuições do PIB na Polónia (-3,7%), Suécia (-1,5%) e Letónia (-0,6%). Os maiores aumentos verificaram-se na Irlanda (3,3%), Lituânia (2,8%) e Roménia (0,9%).

Nos EUA, no 2.º trimestre de 2023, o PIB aumentou 2,6% em termos homólogos (1,8% no 1º trimestre de 2023) e aumentou 0,6% relativamente ao trimestre anterior (0,5% no trimestre anterior).

(Tabela: Eurostat)

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Atividade Turística –  INE  

Em junho de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,4 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 3,7% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,3 milhões de dormidas (8,7%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,2 milhões de dormidas (-6,7%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas de não residentes em todas as regiões do país, verificando-se no Centro um aumento de 21,2%, no Norte de 15,9% e nos Açores de 14,5%.

De janeiro a junho de 2023, a hotelaria registou 34,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (18,8%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 10,0 milhões de dormidas (7,7%, VHA) e os não residentes representam 24,0 milhões de dormidas (24,2%, VHA).

Em junho de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 622,1 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 14,0%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões dos Açores (23,7%), do Norte (22,4%) e de Lisboa (18,2%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a junho de 2023, foram registados 2.482,2 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 31,8%.

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