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Atividade Turística – INE

Em maio de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 10,0% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,4 milhões de dormidas (13,6%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,8 milhões de dormidas (0,4%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas de não residentes em todas as regiões do país, verificando-se no Centro um aumento de 29,5%, no Norte de 22,3% e na Região Autónoma dos Açores de 18,5%.

De janeiro a maio de 2023, a hotelaria registou 26,6 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (23,9%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 7,8 milhões de dormidas (12,7%, VHA) e os não residentes representam 18,7 milhões de dormidas (29,3%, VHA).

Em maio de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 571,7 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 25,2%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões de Lisboa (34,0%), dos Açores (32,4%) e do Norte (29,1%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a maio de 2023, foram registados 1.857,3 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 38,8%.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 9 de julho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada no mês de junho. Em 6 de julho de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 1,5% (VH), que compara com 2,5% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em maio de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 5,0% e 13,4%, respetivamente. No mês de abril de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 4,8% e 9,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 3,6% no Índice de Emprego e de 9,0% no Índice de Remunerações.

(Gráfico: INE)

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em maio de 2023, um valor de 107,9 pontos, aumentando 0,6 pontos relativamente ao mês precedente (107,3 pontos em abril de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 115,7 pontos em maio de 2023, aumentando 4,2 pontos em relação ao mês anterior (111,5 pontos em abril de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em maio de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 5,3%, superior em 0,2 p.p. ao valor verificado no mês anterior (5,1%), traduzindo crescimentos ligeiramente superiores aos registados em maio em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios cresceu 3,2% (3,1% em abril);
▪ A Engenharia Civil acelerou 0,3 p.p., para uma variação de 8,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,9% (3,6% em abril de 2023).

(Tabela: INE)

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 107,4 pontos em maio de 2023, aumentando 1,0 pontos em relação ao mês precedente (106,4 pontos em abril de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 105,0 pontos em abril de 2023 para 106,5 em maio de 2023 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 108,5 pontos em abril de 2023 para 108,8 pontos em maio de 2023.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em junho de 2023, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,4%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,6 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 5,3%, inferior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,3%, o que compara com uma variação de -0,7% no mês anterior e de 0,8% em junho de 2022.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 7,8% (8,2% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 6,6% (6,7% no mês anterior).

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 4,7%, diminuindo 0,7 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a junho de 2023, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi superior em 0,8 p.p. à do IHPC português, aumentando esta diferença em 0,1 p.p. comparativamente com o observado no mês anterior.

 

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(Gráfico: INE)

 

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em junho de 2023, uma variação homóloga de 1,2%, o que se traduz numa diminuição de 2,1 p.p. face ao mês precedente (3,3%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 57,1 pontos, o que compara com 62,6 pontos no mês anterior e 56,4 pontos em junho de 2022.

 

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Estatísticas das Empresas da Central de Balanços – Banco de Portugal

No final do 1.º trimestre de 2023, a rendibilidade das empresas, medida pelo rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos (EBITDA) e o total do ativo, foi de 9,4%, representando um aumento de 1,5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao período homólogo.

Uma análise por sector de atividade económica das empresas privadas mostra que a rendibilidade do ativo aumentou em todos os sectores de atividade, com destaque para os sectores dos transportes e armazenagem e da eletricidade e água (+3,2 p.p. e +3,1 p.p., respetivamente, em relação ao 1.º trimestre de 2022). O sector da construção foi uma exceção, apresentando uma redução da rendibilidade do ativo de 0,2 p.p. Por classe de dimensão, a rendibilidade aumentou relativamente ao período homólogo nas micro, pequenas e médias empresas (PME), de 8,0% para 8,6%, e nas grandes empresas, de 9,3% para 12,0%.

(Gráfico: Banco de Portugal)

A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no total do ativo, aumentou para 42,6% no 1º trimestre de 2023. No 1.º trimestre de 2022, a autonomia financeira tinha sido de 40,6%.

O peso dos financiamentos obtidos no total do ativo decresceu 2,7 p.p., para 29,3%, no 1º trimestre de 2023, por comparação com o 1º trimestre de 2022.

A autonomia financeira das empresas privadas aumentou, relativamente ao período homólogo, em todos os setores. Por classe de dimensão, o aumento da autonomia financeira foi mais expressivo nas PME (subiu de 40,5% no 1º trimestre de 2022, para 43,2% no 1º trimestre de 2023) do que nas grandes empresas (passou de 34,8% para 36,0%).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

O custo dos financiamentos obtidos aumentou pelo terceiro trimestre consecutivo (passou de 2,7% no 2º trimestre de 2022 para 3,3% no 1º trimestre de 2023), reflexo do contexto de subida das taxas de juro que se iniciou em julho de 2022. Em sentido contrário, a cobertura de gastos de financiamento das empresas (que quantifica o número de vezes que o EBITDA gerado pelas empresas é superior aos seus gastos de financiamento) reduziu-se pelo segundo trimestre consecutivo (passou de 10,1 no 3º trimestre de 2022 para 9,4 no 1º trimestre de 2023).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Nota: EBITDA – Resultado antes de depreciações e amortizações, gastos de financiamento e impostos; PME – Micro, pequenas e médias empresas; Empresas públicas – Empresas públicas não incluídas no sector das administrações públicas.

 

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em maio de 2023, variações homólogas de 4,0%, 11,5% e 4,6%, respetivamente, o que compara com 4,3%, 11,0% e 1,7% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em maio de 2023, valores de 113,6 pontos, 137,4 pontos e 112,4 pontos, respetivamente, o que compara com 112,3 pontos, 133,2 pontos e 100,8 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Indice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em maio de 2023, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 7,5%, superior em 3,6 p.p. ao valor registado em abril de 2023 (3,9%).

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 147,0 pontos em maio de 2023, aumentando 17,3 pontos em relação ao mês precedente (129,7 pontos em abril de 2023).

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