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Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 1.º trimestre de 2023, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 0,4% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com a necessidade de financiamento de 0,6%% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu a diminuição da necessidade de financiamento das Sociedades não Financeiras de 2,7% para 2,0% do PIB e a variação do financiamento líquido sector das Administrações Públicas de 0,5 p.p., passando de uma situação de necessidade para uma situação de capacidade de financiamento no ano acabado no 1.º trimestre de 2023, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 0,1% do PIB.

A capacidade de financiamento das Famílias situou-se em 0,4% do PIB no 1.º trimestre de 2023, o que representa uma diminuição de 0,2 p.p. face ao trimestre anterior. Este comportamento resultou de uma diminuição de 8,4% da poupança das Famílias. As Sociedades Financeiras registaram uma estabilização da capacidade líquida de financiamento, mantendo-se em 1,9% do PIB.

Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1 trimestre de 2023 foi positivo em 761,3 milhões de euros, correspondendo a 1,2% do PIB (-0,6% no período homólogo).

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 242.137 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 2,7%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 2,6%, superior à do PIB em 0,1 p.p., fixando-se em 248.224 milhões de euros.

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No 1.º trimestre de 2023, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,5 p.p. para 20,1% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,4 p.p. para 19,5% do PIB, o que levou à variação do Financiamento de Portugal junto do exterior para 0,4% do PIB, passando de uma situação de necessidade para uma situação de capacidade de financiamento.

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No 1.º trimestre de 2023, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa foram 4,1% e -2,0% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com 1,5% e -2,8% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 18 de junho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior, mas inferior à observada ao longo do mês de maio.

Em 15 de junho de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 0,8% (VH), que compara com -1,6% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em abril de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 804,0 mil milhões de euros, dos quais 362,8 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 441,2 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 289,4 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 151,8 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a abril de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 12,1 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 8,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 3,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 1,0 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 2,3 mil milhões de euros.

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Em abril de 2023, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 0,8%, mais 0,1 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares diminuiu de 2,3% para 1,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 8,7% no 1.º trimestre de 2023, menos 2,6 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 9,7% e o das habitações novas foi de 5,7%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 1,3% (1,1% no 4.º trimestre de 2022), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos existentes, que registaram uma taxa de variação de 1,6%, tendo os alojamentos novos apresentado uma taxa de variação de 0,5%.

No 1.º trimestre de 2023, foram transacionadas 34 493 habitações, o que representa uma diminuição de 20,8% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 6,9 mil milhões de euros, menos 15,2% do que no 1.º trimestre de 2022.

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Cash Rebate – Avaliação do Incentivo à Produção Cinematográfica e Audiovisual

Este relatório apresenta os resultados de uma avaliação realizada para cumprir as exigências da Portaria n.º 490/2018, de 28 de setembro, que determinou a obrigatoriedade de avaliar o impacto do incentivo Cash Rebate no setor do cinema e do audiovisual em Portugal. A avaliação teve como objetivo sintetizar a experiência com a aplicação do incentivo, com foco na sua relevância e no seu funcionamento, contribuindo para melhor fundamentar a decisão sobre a sua continuidade e o respetivo racional.

A avaliação procurou responder a seis questões-chave sobre o funcionamento e impacto do incentivo, e utilizou uma abordagem metodológica que incluiu a análise de estatísticas oficiais, documentos administrativos, relatórios e bases de dados relativos à gestão do incentivo, entrevistas às entidades gestoras do incentivo e a atores com conhecimento relevante do setor do cinema e audiovisual e estudos de caso centrados em projetos apoiados pelo incentivo.

Os resultados da avaliação indicaram que o incentivo Cash Rebate é relevante para a dinâmica do setor do cinema e do audiovisual em Portugal e para a captação de filmagens internacionais, enfrentando um contexto concorrencial de outros países europeus que também oferecem incentivos à produção cinematográfica e audiovisual.

Além disso, o incentivo cumpriu o objetivo de atrair produtoras internacionais e de desenvolver a produção cinematográfica e audiovisual em Portugal, contribuindo indiretamente para a dinamização do setor do turismo. A gestão do incentivo foi avaliada como positiva, mas com algumas dimensões passíveis de melhoria.

Com base nos resultados da avaliação, foram apresentadas algumas recomendações destinadas a melhorar o funcionamento do incentivo.

Avaliacao_CashRebate.pdf

Exportação portuguesa de mercadorias em números – 1º Trimestre de 2022 e 2023 –

O conjunto de quadros e gráficos reunidos neste trabalho facilitará a elaboração de análises da evolução recente das exportações portuguesas por produtos e mercados de destino.
Na Nomenclatura Combinada em uso na União Europeia os produtos da importação e exportação de mercadorias encontram-se distribuídos por 98 Capítulos em posições pautais a 2 dígitos, por sua vez desagregadas sucessivamente desagregados a 4, 6 e 8 dígitos.
Neste trabalho os Capítulos foram agregados em onze Grupos de Produtos (ver ANEXO). Para se ter uma percepção mais fina do tipo de produtos envolvidos nas nossas exportações, apresenta-se também, em cada grupo, a sua desagregação a 4 dígitos da Nomenclatura, com uma representatividade do conjunto superior a 80%.

 

Exportação em Números_1º Trim 2023-Em Análise – V2.pdf

PIB per capita – Eurostat

De acordo com os dados divulgados hoje pelo Eurostat relativos ao PIB per capita de 2022 (expresso em Purchasing Power Standards – PPS), a amplitude da divergência entre os países europeus medida pelo PIB per capita varia entre um mínimo de 59% da média da UE na Bulgária e um máximo de 261% no Luxemburgo. O maior nível de PIB per capita registou-se no Luxemburgo, ao qual se segue a Irlanda e Holanda com 233% e 137% da média europeia, respetivamente. No fim da tabela encontram-se a Bulgária (59%), Eslováquia e Grécia (ambos com 68%).

No que respeita Portugal, o valor do PIB per capita expresso em paridade do poder de compra subiu de 75% para 77% da média comunitária (UE29) entre 2021 e 2022, sendo o sétimo mais baixo da UE.

Complementarmente, o Eurostat divulga o indicador Actual Individual Consumption (AIC) per capita que revela igualmente diferenças significativas entre os Estados Membros. Em 2022, essa variação esteve compreendida entre 67% da média europeia na Bulgária e 138% no Luxemburgo.

(Gráfico: Eurostat)

 

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de maio de 2023, inscreveram-se nos Centros de Emprego 42 485 pessoas, o que representa uma variação mensal de -22,8% e uma variação homóloga de -1,4%. Durante este mês, foram efetuadas 8 432 colocações, o que corresponde a um aumento de 13,3% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -9,2%.

No final do mês de maio de 2023, estavam inscritos nos Centros de Emprego 285 855 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -3,2% (-9 567 pessoas) e a uma variação homóloga de -3,6% (-10 539 pessoas).

(Tabela: IEFP)

 

50(Gráfico: IEFP)

 

51(Gráfico: IEFP)

 

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