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Índice de Preços na Produção Industrial – INE  

Em maio de 2023, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -3,5%, menos 2,4 p.p. face ao registado no mês anterior (-0,9%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -20,8%, menos 2,9 p.p. face à variação verificada no mês de abril de 2023 (-17,9%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 8,1% e -1,8%, respetivamente, o que compara com as variações de 9,9% e 1,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 0,4% (1,2 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 0,0% em termos homólogos (2,9% no mês anterior) e de -1,1% em termos mensais (1,8% em maio de 2022).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 126,2 pontos em maio de 2023, menos 1,4 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,6 pontos para 132,1 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 3,5 pontos para 127,1 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento diminuiu 0,1 pontos face ao mês anterior para 108,1 pontos, enquanto os de Bens de Consumo passaram de 126,1 pontos em abril para 125,7 em maio.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE  

O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 1,6% em maio de 2023, que compara com 2,3% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em abril de 2023, registou o valor de 0,7% (VH), inferior em 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (0,9%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -19,3 (sre/ve), que compara com o valor de -14,4 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em maio de 2023, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 3,3% (VH) e para os serviços foi de 4,9% (VH). Estes valores comparam com 6,3% (VH) e 4,8% (VH) registados no mês de abril de 2023, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em abril de 2023, o investimento direto em empresas em Portugal registou transações de 825 milhões de euros (155 milhões de euros no mês anterior). O investimento direto de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 312 milhões de euros (764 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Direto (transações), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -513 milhões de euros, diminuindo 1 123 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a abril de 2023, as transações acumuladas do Investimento Direto em empresas em Portugal foram de 1 158 milhões de euros, que compara com 1 284 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indireto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os ativos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

            

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em abril de 2023, a Balança Financeira registou um saldo de -137 milhões de euros, diminuindo 1 015 milhões de euros em relação ao mês anterior.

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em abril de 2023, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,3% e de -1,9%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 19,5% para as exportações e de 8,1% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 99,1%. Ainda em abril de 2023, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -4,5% e de -5,3%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 20,2% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 12,8%.

De janeiro a abril de 2023, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 14,7% e de 6,5%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 99,2%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 7,7% e de 4,5%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 29,4% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 16,0%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em abril de 2023, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de 303 milhões de euros, diminuindo 818 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

A Balança Corrente registou um saldo de -418 milhões de euros, diminuindo 725 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 94 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 114 milhões de euros.

Entre janeiro e abril de 2023, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 693 milhões de euros, que compara com -1965 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em abril de 2023, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -749 milhões de euros, o que compara com -307 milhões de euros no mês precedente.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção –  INE

Em abril de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,8% e 7,8%, respetivamente. No mês de março de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,9% e 8,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,1% no Índice de Emprego e de 6,4% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em abril de 2023, um valor de 108,9 pontos, aumentando 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (108,6 pontos em março de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 122,5 pontos em abril de 2023, diminuindo 3,6 pontos em relação ao mês anterior (126,1 pontos em março de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas –  INE

Em abril de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,8%, inferior em 1,1 p.p. ao valor verificado no mês anterior (4,0%), traduzindo abrandamentos em ambos os segmentos, sendo o mais intenso na Construção de Edifícios:

▪ A Construção de Edifícios cresceu 2,2% (3,5% em março);

▪ A Engenharia Civil abrandou 0,8 p.p., para uma variação de 3,8%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,1 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 2,1% (2,0% em março de 2023).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,7 pontos em abril de 2023, diminuindo 2,0 pontos em relação ao mês precedente (110,7 pontos em março de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 107,6 pontos em março de 2023 para 106,1 em abril de 2023 e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 115,4 pontos em março de 2023 para 112,6 pontos em abril de 2023.

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Economic Outlook –  OCDE

A OCDE prevê para Portugal uma evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5% em 2023 (valor revisto em alta em 1,5 p.p. face às previsões de novembro de 2022) e 1,5% em 2024 (valor revisto em alta em 0,3 p.p. face às previsões de novembro de 2022). Para a evolução do PIB em 2023 e 2024, a procura externa líquida registará um contributo de 2,2 p.p. e -0,1 p.p., respetivamente.

A OCDE prevê ainda um saldo da Balança Corrente de 2,9% do PIB em 2023 e de 3,4% em 2024 (a previsão foi revista em alta em 3,9 p.p. para 2023 e em 4,4 p.p. para 2024, relativamente à publicação de novembro).

Em relação à taxa de desemprego, a OCDE prevê que esta seja de 7,4% em 2023 e 7,5% em 2024 (valores que em novembro estimava virem a ser 6,4% e 6,2% respetivamente). No que toca à inflação, a OCDE estima que esta seja 5,7% em 2023, diminuindo para 3,3% em 2022.

Relativamente às Finanças Públicas, a OCDE prevê um saldo orçamental de -0,1% do PIB em 2023 (valor revisto em alta em 0,5 p.p. face às previsões de novembro de 2022) e de -0,1% em 2024 (valor revisto em baixa em 0,1 p.p. face às previsões de novembro de 2022).

(Tabela: OCDE)

Segundo a OCDE, prevê-se que a evolução do PIB da Zona Euro e do Mundo em 2021 seja de 0,9% e 2,7%, respetivamente (valores revistos em alta em 0,1 p.p. relativamente ao Interim Outlook de março de 2023). Para 2024, prevê-se um crescimento de 1,5% e de 2,9% para a Zona Euro e para o Mundo, respetivamente (valores sem revisão relativamente ao Interim Outlook de março de 2023).

29(Tabela: OCDE)

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TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital: Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto Europeu

O presente Tema Económico analisa a crescente importância do lítio para a transição climática e energética e a consequente pressão sobre os produtores para encontrar métodos mais eficientes e sustentáveis de exploração e reciclagem. O lítio, um componente crucial nas baterias de veículos elétricos e armazenamento de energia renovável, é apresentado como elemento-chave para a mitigação das alterações climáticas e a transição para fontes de energia mais limpas.

No entanto, a exploração de lítio também tem implicações ambientais consideráveis, incluindo poluição da água e do ar e a destruição de habitats naturais. Neste sentido, é imperativo o desenvolvimento de uma estratégia integrada que incorpore melhores práticas de mineração e reciclagem, legislação ambiental clara e assertiva, e investimento em Investigação e Desenvolvimento.

Conclui-se que a procura por lítio continuará a crescer, sublinhando a necessidade de uma gestão eficaz e sustentável deste recurso. Além disso, o papel crucial do lítio na transição energética exige estratégias robustas para garantir um fornecimento estável e sustentável, minimizando simultaneamente os impactos ambientais e promovendo a economia circular.

A implementação dessas estratégias deve estar alinhada com as iniciativas da União Europeia que visam promover a inovação, a sustentabilidade e a competitividade na indústria de baterias. Destaca-se a necessidade de uma abordagem integrada, adaptada às circunstâncias e capacidades específicas de cada Estado-Membro, para enfrentar os desafios associados à gestão do lítio na economia do futuro.

 

TE 116 – O Papel do Lítio na Transição Energética e Digital Oportunidades e Desafios para Portugal no contexto europeu.pdf