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Estimativa Rápida PIB da Zona Euro e UE (preliminar) – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, durante o 1.º trimestre de 2023, a Zona Euro registou uma variação trimestral do PIB de 0,1%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 1,3%, depois de ter registado 1,8% no 4.º trimestre de 2022.

No que respeita à EU27, a variação trimestral do PIB foi de 0,3%, mais 0,4 p.p. que no trimestre anterior (-0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 1,3%, o que compara com 1,7% registado no trimestre anterior.

No 1.º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 1,6% em relação ao trimestre anterior (0,3% no trimestre anterior) e uma variação de 2,5% em relação ao trimestre homólogo (3,2% no 4.º trimestre de 2022).

(Gráfico e Tabela: Eurostat)

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Estimativa Rápida do PIB – INE  

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 2,5% no 1.º trimestre de 2023 (3,2% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB manteve-se positivo no 1.º trimestre, mas inferior ao observado no trimestre precedente, em resultado da desaceleração do consumo privado e da redução do investimento, determinada por um contributo negativo da variação de existências, verificando-se uma aceleração das exportações de bens e serviços e um abrandamento das importações de bens e serviços. Em consequência, o contributo positivo da procura externa líquida foi superior ao do trimestre anterior. No 1.º trimestre, observou-se um abrandamento significativo do deflator das importações em termos homólogos, mais intenso que o do deflator das exportações, traduzindo-se em ganhos dos termos de troca, o que não acontecia desde o 1.º trimestre de 2021.

Comparando com o 4.º trimestre de 2022, o PIB aumentou 1,6% em volume (crescimento em cadeia de 0,3% no trimestre anterior), refletindo o contributo positivo expressivo da procura externa líquida (que tinha sido negativo no 4.º trimestre), em larga medida resultante do dinamismo das exportações, enquanto o contributo da procura interna passou a negativo.

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

No 1.º trimestre de 2023, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações aumentaram 13,3% e as importações cresceram 8,7%, em relação ao mesmo período de 2022, registando-se, pelo terceiro trimestre consecutivo, um abrandamento do crescimento das transações de bens.

No 4.º trimestre de 2022, as taxas de variação homóloga foram +16,0% e +17,8%, pela mesma ordem.

(Gráficos: INE)

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Procura Turística dos Residentes – INE

No conjunto do ano de 2022, as viagens realizadas pelos residentes cresceram 33,8%, em termos homólogos, e atingiram um total de 23,4 milhões (-4,2% face a 2019; +21,6% em 2021). As viagens nacionais aumentaram 25,1% (VH) e as viagens ao estrangeiro cresceram 176,0% (VH) (-3,4% e -9,9%, pela mesma ordem, face a 2019; +20,2% e +48,8%, respetivamente, em 2021). O alojamento particular gratuito, apesar da perda de expressão, manteve-se como principal meio de alojamento utilizado (60,8%, -5,5 p.p. face a 2021). A duração média das viagens foi de 4,21 noites (4,72 noites em 2021 e 4,05 em 2019).

A região Centro (30,3%) reforçou a 1.ª posição como principal destino das viagens nacionais, seguida da região Norte (21,6%) e da AM Lisboa (17,6%) que ultrapassou o Algarve. Espanha (38,2%), França (10,7%) e Itália (6,5%) mantiveram-se como os principais países de destino nas deslocações ao estrangeiro.

No 4.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 5,1 milhões de viagens, o que correspondeu a um crescimento homólogo de 10,4% (-7,9%, face ao 4.ºT 2019; +5,9% no 3.ºT 2022). As viagens em território nacional corresponderam a 87,7% das deslocações (4,5 milhões), aumentando 6,0% (-8,7% comparando com o 4.ºT 2019). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 56,7% (-1,3% face ao 4.ºT 2019; +109,0% no 3.ºT 2022), totalizando 625,0 mil viagens, o que correspondeu a 12,3% do total.

(Gráfico: INE)

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em abril de 2023, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 102,4 pontos, o que compara com o valor de 102,2 pontos verificado em março de 2023.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 10,9 para 17,3 pontos), Construção (de -4,0 para -0,1), do Comércio a Retalho (de 6,4 para 6,0), ao contrário da Indústria (de -2,4 para -5,5). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -32,4 para -30,4.

No mês em análise, o ISE permaneceu constante na União Europeia (97,3 pontos em abril de 2023), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,1 pontos (de 99,2 pontos em março para 99,3 pontos em abril).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 23 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior.

Em 20 de abril de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou -1,0% (VH), que compara com -2,2% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em abril de 2023, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,3 para 2,5 (%, vcs).

Entre março e abril de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 13,0 para 20,1 e o do Comércio diminuiu de 5,4 para 4,8. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -1,9 para -5,3 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -3,6 para 0,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -30,2 (sre, ve), em abril de 2023 ( -32,3 em março de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 4.º trimestre de 2022, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -4,7% do PIB (-3,3% no 4.º trimestre de 2021 e -4,6% no 3.º trimestre de 2022). O saldo da UE27 fixou-se em -4,5% do PIB (-3,1% no 4.º trimestre de 2021 e -4,2% no 3.º trimestre de 2022).

No 4.º trimestre de 2022, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos -6,1% do PIB (-1,3% no 4.º trimestre de 2021 e 1,5% no 3.º trimestre de 2022).

(Tabela: Eurostat)

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Défice e Dívida Geral das Administrações Públicas – 1.ª Notificação –  Eurostat

Segundo a 1.ª notificação do Eurostat, em 2022, Portugal apresentou um défice orçamental de 0,4% do PIB e uma dívida pública de 113,9% do PIB (272 586 milhões de euros), sendo o terceiro país mais endividado da União Europeia (atrás da Grécia e Itália).

A Zona Euro registou, em 2022, um défice de 3,6% e uma dívida pública de 91,6% do PIB. A UE27 registou, no mesmo período, um défice de 3,4% e uma dívida pública de 84,0% do PIB.

Em 2022, vinte Estados-Membros registaram um défice orçamental. Os maiores défices foram registados em Itália (-8,0%), Hungria e Roménia (ambos -6,2%) e Malta (-5,8%). Onze Estados-Membros registaram défices superiores a 3% do PIB. Seis Estados-Membros registaram superavit, sendo os mais elevados registados na Dinamarca (3,3%), Chipre (2,1%) e Irlanda (1,6%). Os Países Baixos registaram equilíbrio orçamental (0,0%).

Relativamente à dívida pública, treze Estados-Membros tinham rácios da dívida pública superiores a 60% do PIB, sendo os mais elevados registados na Grécia (171,3%), Itália (144,4%), Portugal (113,9%), Espanha (113,2%), França (111,6 %) e Bélgica (105,1%). Os mais baixos foram registados na Estónia (18,4%), Bulgária (22,9%), Luxemburgo (24,6%), Dinamarca (30,1%), Suécia (33,0%) e Lituânia (38,4%)

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(Tabelas: Eurostat)

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Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 4.º trimestre de 2022, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro (EA19) situou-se em 91,6% (93,0% no 3.º trimestre de 2022) e na UE27 situou-se em 84,0% (85,1% no 3.º trimestre de 2022). Em relação ao período homólogo (4.º trimestre de 2021) registou-se uma diminuição de 3,9 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e uma diminuição de 4,0 p.p. na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 113,9% (125,4% no 4.º trimestre de 2021 e 119,9% no 3.º trimestre de 2022).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 4.º trimestre de 2022, foram a Grécia (171,3%), Itália (144,4%), Portugal (113,9%), Espanha (113,2%), França (111,6%) e Bélgica (105,1%). Em contrapartida a Estónia (18,4%), Bulgária (22,9%) e Luxemburgo (24,6%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

Em relação ao trimestre anterior, sete Estados-membros depararam-se com acréscimos de dívida e dezanove com uma diminuição, enquanto o rácio se manteve estável em Luxemburgo. Destacam-se com os maiores aumentos a Estónia (2,5 pontos percentuais – p.p.), Países Baixos (2,0 p.p.), Lituânia e Finlândia (ambos, 1,1 p.p.), e com maiores diminuições Portugal (-5,9 p.p.), Chipre (-4,8 p.p.), Grécia (-4,5 p.p.), Irlanda (-4,4 p.p.) e Áustria (-3,0 p.p.).

Fae ao 4.º trimestre de 2021, quatro Estados-membros registaram um aumento do rácio da dívida pública e vinte e três registaram decréscimos. Os maiores aumentos verificaram-se na Chéquia (2,1 p.p.), Estónia (0,8 p.p.), Finlândia (0,4 p.p.) e Luxemburgo (0,1 p.p.). Em contraste, a Grécia (-23,3 p.p.), Chipre (-14,7 p.p.), Portugal (-11,5 p.p.), Irlanda (-10,7 p.p.), Croácia (-10,0 p.p.), Dinamarca (-6,6 p.p.), Itália (-5,5 p.p.), Lituânia (-5,3 p.p.) e Espanha (-5,0 p.p.) registaram as maiores diminuições homólogas nos níveis de dívida pública (em % do PIB).

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(Gráficos: Eurostat)

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