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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em fevereiro de 2023, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 0,4%, inferior em 3,3 p.p. à observada em janeiro de 2023 (3,7%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -1,4% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 1,8%, valores que comparam com -0,6% e 7,2% no mês anterior, respetivamente.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 26 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada nas semanas anteriores.

Em 23 de março de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 1,7% (VH), que compara com 3,5% (VH) na semana anterior. 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em março de 2023, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,2 para 2,3 (%, vcs).

Entre fevereiro e março de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 19,9 para 13,0 e o do Comércio diminuiu de 6,0 para 5,4. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -3,0 para -1,9 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,5 para -3,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -32,3 (sre, ve), em março de 2023 (-32,5 em fevereiro de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE  

A população empregada, em fevereiro de 2023, foi estimada em 4.923,5 mil pessoas, aumentando 0,5% face ao mês anterior (26,2 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,0%, tendo aumentado 0,3 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 63,6% para 63,7%).

A população desempregada, estimada em 359,6 mil pessoas, diminuiu 2,3 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-8,6 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,8%, tendo diminuído 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 7,1% para 7,0%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,8%, tendo diminuído 2,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 20,5% para 20,9%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,9%, mantendo-se em relação ao mês anterior.

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Em fevereiro de 2023, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,8% (63,5% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 7,1% (7,3% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal  

Em fevereiro de 2023, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 74,5 mil milhões de euros, diminuindo 322 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -0,4% (-0,1% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,4 mil milhões de euros, registando uma TVA de 2,4% (2,9% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 2,5%, diminuindo 0,6 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 4,6%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -3,7%, diminuindo 0,4 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em fevereiro de 2023 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,43% (1,40% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,14% para 2,18%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,99% (0,98% no mês precedente).

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Boletim Económico -Banco de Portugal

As projeções para a economia portuguesa 2023-2025 divulgadas hoje pelo BdP apontam para, após um acréscimo do PIB de 6,7% em 2022, um crescimento de 1,8% para 2023 (valor revisto em alta de 1,5% para 1,8%, face às previsões do Boletim Económico de dezembro). Em 2024 a economia deverá crescer em 2,0% (valor que se mantém face às previsões do Boletim Económico de dezembro) e deverá crescer 2,0% em 2025 (valor revisto em alta de 1,9% para 2,0% face às previsões do Boletim Económico de dezembro).

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2023 são de 5,5%, revendo em baixa face ao Boletim de dezembro em 0,3 p.p. (5,8% nas projeções de dezembro).

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (% do PIB), os valores foram revistos em alta para 1,9% para 2023 (de 1,7% em dezembro).

Para 2023 as projeções reveem em alta o valor da taxa de desemprego de 5,9% para 7,0%, face às previsões do Boletim Económico de dezembro.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Comércio Externo do Brasil (2017-2021) e Portugal-Brasil (2018-2022)

Analisa-se neste trabalho a evolução do comércio externo de mercadorias do Brasil face ao mundo, entre 2017 e 2021, com base em dados de fonte ’International Trade Centre’ (ITC) calculados a partir de dados do “Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil”, e de Portugal com o Brasil ao longo do período 2018-2022, com base em dados de fonte “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE), em versão definitiva até 2021 e preliminar para 2022, com última actualização em 12 de Março de 2023.

 

Em Análise Com.Ext.Brasil e Port.-Brasil (2018-2022).pdf

Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE   

No 4.º trimestre de 2022, a necessidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 0,6% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 0,9% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu o aumento da capacidade de financiamento das Famílias para 0,5% (mais 0,3 p.p. do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma variação do financiamento líquido de -1,4 p.p., passando de uma situação de capacidade para uma situação de necessidade de financiamento no ano acabado no 4.º trimestre de 2022, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo -0,4% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um desagravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 4º trimestre de 2022 de 1,4 p.p. do PIB para -2,1%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,1 p.p., passando de 1,5% do PIB no 3º trimestre de 2022 para 1,4% do PIB no 4.º trimestre de 2022.

Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP fixou-se em -9,1% do PIB no 4.º trimestre de 2022 (-4,1% no trimestre homólogo).

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 235.883 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 2,6%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou uma taxa de variação em cadeia de 2,7%, superior à do PIB em 0,3 p.p., fixando-se em 241 847 milhões de euros.

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No 4.º trimestre de 2022, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,4 p.p. para 20,6% do PIB e a Poupança Bruta registou 19,2% do PIB, o que levou à diminuição da Necessidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 0,6% do PIB.

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No 4.º trimestre de 2022, as variações real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram 1,5% e -2,9% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com -0,1% e -3,0% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

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Comércio Externo de Timor-Leste (2017-2021) e Portugal – Timor-Leste (2018-2022)

Analisa-se neste trabalho a evolução do comércio externo de mercadorias de Timor-Leste face ao mundo entre 2017 e 2021, a partir da base de dados do “Intertational Trade Centre” (ITC), para 2017 calculados a partir de estatísticas “COMTRADE” (ONU) e para 2018 a 2021 baseados em declarações dos parceiros comerciais de Timor-Leste (mirror data).
Analisa-se em seguida a evolução do comércio internacional de Portugal com Timor-Leste ao longo do período 2018-2022, com base em dados de fonte “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE), em versão definitiva até 2021 e preliminar para 2022, com última actualização em 9 de Fevereiro de 2023.

 

Em Análise Com Ext. Timor-Leste e Port.-TL (2018-2022).pdf

Procedimento dos Défices Excessivos – INE

De acordo com a 1.ª notificação do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE) de 2023, o saldo e a dívida das Administrações Públicas referentes ao ano de 2022 fixaram-se em -0,4% e 113,9%% do Produto Interno Bruto (PIB), respetivamente (o que compara com -1,9% e 118,9% na 2.ª notificação de 2022). Estes valores comparam com -2,9% e 125,4% do PIB, respetivamente, em 2021.

Para 2023, prevê-se um saldo de -0,9% e uma dívida de 110,8% do PIB.

(Tabela: INE)

Nota: O INE, o Banco de Portugal e a Direção-Geral do Orçamento são responsáveis pelo reporte da notificação nos seguintes termos:

– Para 2022 e anos anteriores, a compilação da capacidade / necessidade líquida de financiamento é efetuada pelo INE e a dívida bruta é compilada pelo Banco de Portugal.

– Para o ano corrente (2023), as estimativas da capacidade / necessidade líquida de financiamento, da dívida bruta e do PIB nominal são da responsabilidade do Ministério das Finanças, tendo como base o cenário macroeconómico e orçamental apresentado no Orçamento de Estado para 2023.

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