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Comércio Externo da Guiné Equatorial (2017-2021) e Portugal-Guiné Equatorial (2018-2022)

Analisa-se neste trabalho a evolução do comércio externo de mercadorias da Guiné Equatorial face ao mundo, entre 2017 e 2021, com base em dados estatísticos de fonte “International Trade Centre” (ITC), calculados a partir de dados reportados pelos parceiros comerciais do país (mirror data).
Analisa-se em seguida a evolução do comércio internacional de Portugal com a Guiné Equatorial ao longo do período 2018-2022, com base em dados preliminares de fonte “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE), com última actualização em 13 de Março de 2023.

 

Em análise Com Ext Guiné Equat. e PT-GQ.pdf

PIB per capita – Eurostat

De acordo com os dados divulgados hoje pelo Eurostat relativos ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita de 2022 (expresso em Purchasing Power Standards – PPS), a amplitude da divergência entre os países europeus medida pelo PIB per capita varia entre um mínimo de 59% da média da UE na Bulgária e um máximo de 261% no Luxemburgo.

No que respeita Portugal, o valor do PIB per capita expresso em paridade do poder de compra foi 77% da média comunitária em 2022, sendo o sexto mais baixo da Zona Euro a par da Roménia e da Hungria.

Em média, os países da Zona Euro têm um PIB per capita, medido pelo PPS, 4% superior ao da UE27.

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 19 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada nas últimas semanas. Em 16 de março de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 3,4% (VH), que compara com 2,4% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em janeiro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 793,9 mil milhões de euros, dos quais 353,4 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 440,6 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 289,4 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 151,2 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 0,1 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a janeiro de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 15,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 7,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 8,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se a aumento do endividamento das Empresas em 4,4 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,2 mil milhões de euros.

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Em janeiro de 2023, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,3%, menos 0,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 3,6% para 3,2%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em janeiro de 2023, a Balança Financeira registou um saldo de 525 milhões de euros, aumentando 218 milhões de euros em relação ao mês anterior.

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

 Em janeiro de 2023, o investimento direto em empresas em Portugal registou transações de -154 milhões de euros (-326 milhões de euros no mês anterior). O investimento direto de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 271 milhões de euros (-301 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Direto (transações), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 425 milhões de euros, aumentando 400 milhões de euros face ao mês anterior.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indireto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os ativos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em janeiro de 2023, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 513 milhões de euros, aumentando 418 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um saldo de 286 milhões de euros, aumentando 542 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 125 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 227 milhões de euros.

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Em janeiro de 2023, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -34 milhões de euros, o que compara com 43 milhões de euros no mês precedente.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em janeiro de 2023, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 21,8% e de 13,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 16,2% para as exportações e de 11,6% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 99,0%. Ainda em janeiro de 2023, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 15,6% e de 11,3%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 36,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 25,0%.

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Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 11,3% no 4.º trimestre de 2022, menos 1,8 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 12,7% e o das habitações novas foi de 7,1%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 1,1% (2,9% no 3.º trimestre de 2022), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos existentes, que registaram uma taxa de variação de 1,3%, tendo os alojamentos novos apresentado um aumento de 0,5%.

No 4.º trimestre de 2022, foram transacionadas 38 526 habitações, o que representa uma diminuição de 16,0% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 7,4 mil milhões de euros, menos 10,5% do que no 4.º trimestre de 2021.

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Em 2022, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou 12,6%, 3,2 pontos percentuais (p.p.) acima da variação observada em 2021. O aumento médio anual dos preços das habitações existentes (13,9%) superou o das habitações novas (8,7%).

No ano de 2022 foram transacionadas 167 900 habitações, mais 1,3% que em 2021. Em valor, os alojamentos transacionados totalizaram 31,8 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 13,1% face ao ano anterior. Por categoria, as habitações existentes registaram uma redução de 0,1% no número e um aumento de 11,6% no valor das transações. Relativamente às habitações novas, observou-se um aumento de 8,5% no número de transações e de 18,2% no valor.

As aquisições de alojamentos pelo setor institucional das Famílias, em 2022, aumentaram 2,7% face ao ano transato, fixando-se em 145 515 unidades e totalizando 27,3 mil milhões de euros.

Em 2022, registaram-se 10 722 vendas de habitações, por um total de 3,6 mil milhões de euros, a compradores com domicílio fiscal fora do Território Nacional, correspondendo a um crescimento de 20,2% e 25,3%, respetivamente, em número e valor, relativamente ao ano de 2021.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, em janeiro de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 2,0 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 2,0 mil milhões de euros registado no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VH) aumentaram 14% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (11%) e um aumento das exportações extra-UE (25%). As importações de bens aumentaram 10% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (10,0 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (5,9 mil milhões de euros) e Irlanda (3,8 mil milhões de euros). A França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (16,0 mil milhões de euros), seguido de Itália (4,2 mil milhões de euros) e Espanha (3,8 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Em janeiro de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 30,6 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 30,2 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 11,0% (VH) face ao período homólogo, e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 11,6% (VH).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 34,6 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 38,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 10,6% (VH) neste período e o comércio dentro da região aumentou 12,1% (VH).

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(Tabelas: Eurostat)

 

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