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TE 115 – “Inovação e Digitalização no Turismo: um caminho para a Sustentabilidade”

A digitalização permite potenciar a inovação, gerar eficiências económicas e ambientais e incrementar a produtividade. Esta já era uma realidade no setor do Turismo, sendo que a pandemia Covid-19 veio acelerar esta necessidade e revelar um leque de oportunidades para as empresas do setor, como o desenvolvimento de novos produtos e serviços, processos de gestão e comunicação, acessibilidade a novos mercados e a melhoria da experiência do turista.
Em Portugal, são vários os exemplos de iniciativas e medidas de política que têm permitido alavancar as atividades do Turismo cumprindo estes (novos) desafios. A chave do sucesso centra-se na colaboração estreita e em rede entre as empresas e entidades públicas e associativas, nomeadamente os centros de investigação, que potenciam a capacidade de inovação num dos principais setores da economia nacional.
O artigo pretende contribuir para uma reflexão sobre as tendências e as necessidades futuras do Turismo, nomeadamente em Portugal, bem como a apresentação de exemplos e boas práticas, num período em que a digitalização e a inovação são fatores cruciais para o objetivo da sustentabilidade, em linha com as agendas europeia e mundial.

 

GEE_TE_Inovação e Digitalização_Um caminho para a sustentabilidade_16032023 .pdf

Índice de Produção Industrial – Eurostat   

Em janeiro de 2023, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,7% na Zona Euro e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em dezembro de 2022, a produção industrial tinha registado variações de -1,3% na Zona Euro e -0,6% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 2,7% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,7% em dezembro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (9,3%), Suécia (5,0%) e Roménia (2,0%). As maiores diminuições foram registadas na Dinamarca (-7,1%), Hungria (-5,0%) e Holanda (-4,3%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 0,9% na Zona Euro e 1,0% na UE27, em janeiro de 2023. Portugal registou um aumento de 5,1%, após ter registado um aumento de 2,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2023, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (19,5%), Dinamarca (14,2%) e Malta (12,4%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Lituânia (-12,0%), Letônia (-9,8%) e Eslováquia (-8,6%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em fevereiro de 2023, uma variação homóloga de -12,2%, o que se traduz numa diminuição de 4,0 p.p. face ao mês precedente (-8,2%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 49,8 pontos, o que compara com 46,2 pontos no mês anterior e 56,7 pontos em fevereiro de 2022.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em janeiro de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,5% e 10,6%, respetivamente. No mês de dezembro de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,2% e 5,8%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,0% no Índice de Emprego e de 6,5% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em janeiro de 2023, um valor de 107,0 pontos, aumentando 1,1 pontos relativamente ao mês precedente (105,9 pontos em dezembro de 2022). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 116,6 pontos em janeiro de 2023, diminuindo 22,5 pontos em relação ao mês anterior (139,1 pontos em dezembro de 2022).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE  

Em janeiro de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, superior em 1,6 p.p. ao valor verificado no mês anterior (0,6%).

Ambos os segmentos aceleraram: a Construção de Edifícios acelerou 1,7 p.p., para um crescimento de 3,1% em janeiro e a Engenharia Civil passou de uma diminuição de 0,6%, para um crescimento de 0,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 2,3% (2,1% em dezembro de 2022).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 110,1 pontos em janeiro de 2023, aumentando 6,0 pontos em relação ao mês precedente (104,1 pontos em dezembro de 2022). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 105,3 pontos em dezembro de 2022 para 107,4 em janeiro de 2023 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 102,4 pontos em dezembro para 114,1 pontos em janeiro.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em fevereiro de 2023, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 8,2%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) acelerou para uma variação de 7,2% (7,0% em janeiro). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu, também pelo quarto mês consecutivo, para 1,9% (7,1% no mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 20,1% (18,5% no mês anterior), a taxa mais elevada desde maio de 1990.

O IPC registou uma variação mensal de 0,3%, o que compara com uma variação de -0,8% no mês anterior e de 0,4% em fevereiro de 2022.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 8,6% (8,2% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 6,3% (6,0% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 8,6%, mantendo-se face ao mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a fevereiro de 2023, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,1 p.p. à da área do Euro (em janeiro, a variação do IHPC português tinha sido idêntica à da área do Euro).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em janeiro de 2023, variações homólogas de 4,9%, 12,9% e 9,8%, respetivamente, o que compara com 5,3%, 12,1% e 3,4% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em janeiro de 2023, valores de 109,3 pontos, 125,0 pontos e 107,3 pontos, respetivamente, o que compara com 110,9 pontos, 150,9 pontos e 102,2 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em janeiro de 2023, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 14,5%, inferior em 2,1 p.p. ao valor registado em dezembro de 2022 (16,6%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 122,5 pontos em janeiro de 2023, diminuindo 25,0 pontos em relação ao mês precedente (147,4 pontos em dezembro de 2022).

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Atividade Turística – INE

Em janeiro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 74,5% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,3 milhões de dormidas (101,3%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,2 milhões de dormidas (38,7%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se no Norte um aumento de 146,6%, em Lisboa de 137,5% e nos Açores de 83,09%.

Em janeiro de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 212,4 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 99,0%.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE

Em janeiro de 2023, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 14,5% e 10,3%, respetivamente (9,5% e 9,2%, pela mesma ordem, em dezembro de 2022). Estas variações poderão refletir, em parte, efeitos de calendário, dado que janeiro de 2023 teve mais um dia útil que o mês homólogo de 2022 e mais dois que o mês passado.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, observaram-se aumentos de 14,3% nas exportações e 10,8% nas importações (7,0% e 8,1%, respetivamente, em dezembro de 2022).

Os índices de valor unitário (preços) registaram variações de 8,1% nas exportações e 7,0% nas importações (9,7% e 12,2%, respetivamente, em dezembro de 2022). Excluindo os produtos petrolíferos, as variações foram 8,1% nas exportações e 5,9% nas importações (8,4% e 9,1% em dezembro de 2022, pela mesma ordem).

O défice da balança comercial registou uma melhoria de 27 milhões de euros face a janeiro de 2022, atingindo 1 963 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice totalizou 1 325 milhões de euros, diminuindo 35 milhões de euros relativamente a janeiro de 2022.

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(Gráficos: INE)

No trimestre terminado em janeiro de 2023, as exportações e as importações aumentaram 14,3% e 12,3%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2022 (16,2% e 17,4%, pela mesma ordem, no 4.º trimestre de 2022).

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