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Employee training and firm performance: Evidence from ESF grant applications

As work evolves, firm-provided training may be more relevant. However, there is little causal evidence about the effects of training on firms. This paper studies a large training grants programme supported by the European Social Fund, contrasting firms in Portugal that received the grants and others that also applied but were unsuccessful. Combining several rich data sets, we compare a large number of potential outcomes of these firms, while following them over several years both before and after the grant decision. Our difference-in-differences models estimate significant positive effects on take up (training hours and expenditure), with limited deadweight; and that such additional training led to increased sales, value added, employment, productivity, and exports. These effects tend to be of at least 5% and, in some cases, 10% or more, and are robust in multiple dimensions.

 

 FIG 2021-04-28 2021-08-10.pdf

 

FIG Martins GEE 2023-03-10.pdf

Comércio Externo de São Tomé e Príncipe (2017- 2021) e Portugal-São Tomé e Príncipe (2018-2022)

Analisa-se neste trabalho a evolução do comércio externo de mercadorias de São Tomé e
Príncipe face ao mundo, entre 2017 e 2021, com base em dados divulgados no “Boletim de
Estatísticas do Comércio Externo” do “Instituto Nacional de Estatística de São Tomé e Príncipe”,
desagregados por produtos do “Sistema Harmonizado” (SH), em US$, convertidos a Euros,
complementados por dados de fonte “International Trade Centre (ITC)”.

 

Em Análise S.T. e Pr. e Port.-S.T. e Pr (2018-2022).pdf

Cash Rebate – Avaliação do Incentivo à Produção Cinematográfica e Audiovisual

Este relatório apresenta os resultados de uma avaliação realizada para cumprir as exigências da Portaria n.º 490/2018, de 28 de setembro, que determinou a obrigatoriedade de avaliar o impacto do incentivo Cash Rebate no setor do cinema e do audiovisual em Portugal. A avaliação teve como objetivo sintetizar a experiência com a aplicação do incentivo, com foco na sua relevância e no seu funcionamento, contribuindo para melhor fundamentar a decisão sobre a sua continuidade e o respetivo racional.

A avaliação procurou responder a seis questões-chave sobre o funcionamento e impacto do incentivo, e utilizou uma abordagem metodológica que incluiu a análise de estatísticas oficiais, documentos administrativos, relatórios e bases de dados relativos à gestão do incentivo, entrevistas às entidades gestoras do incentivo e a atores com conhecimento relevante do setor do cinema e audiovisual e estudos de caso centrados em projetos apoiados pelo incentivo.

Os resultados da avaliação indicaram que o incentivo Cash Rebate é relevante para a dinâmica do setor do cinema e do audiovisual em Portugal e para a captação de filmagens internacionais, enfrentando um contexto concorrencial de outros países europeus que também oferecem incentivos à produção cinematográfica e audiovisual.

Além disso, o incentivo cumpriu o objetivo de atrair produtoras internacionais e de desenvolver a produção cinematográfica e audiovisual em Portugal, contribuindo indiretamente para a dinamização do setor do turismo. A gestão do incentivo foi avaliada como positiva, mas com algumas dimensões passíveis de melhoria.

Com base nos resultados da avaliação, foram apresentadas algumas recomendações destinadas a melhorar o funcionamento do incentivo.

 

Avaliacao_CashRebate.pdf

Comércio Externo de Cabo Verde (2017-2021) e Portugal-Cabo Verde (2018-2022)

Analisa-se neste trabalho a evolução do comércio externo de mercadorias de Cabo Verde face ao mundo entre 2017 e 2021, com base em dados divulgados no “Boletim de Estatísticas do Comércio Externo do Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde”, complementados por dados de fonte “International Trade Centre (ITC)”, estes desagregados por produtos do “Sistema Harmonizado”(SH), coincidente até 6 dígitos com a “Nomenclatura Combinada”(NC).

 

Em Análise Com.Ext. CVerde e Portugal-CVerde (2018-2022).pdf

Comércio Externo da Guiné-Bissau (2017-2021) e Portugal – Guiné-Bissau (2018-2022)

Não se dispondo de dados estatísticos relativos ao passado recente do comércio externo de mercadorias da Guiné-Bissau com origem em fontes nacionais, foram neste trabalho utilizados dados de base disponíveis no “International Trade Centre” (ITC) por produtos do ‘Sistema Harmonizado’ (SH), para 2017 e 2018 calculados a partir de dados divulgados pelo INE da Guiné-Bissau e para 2019 a 2021 a parir de dados divulgados pelos seus parceiros comerciais (mirror data).

 

Em Análise Guiné.Bissau e Portugal-G.Bissau (2018-2022).pdf

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 5 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 2 de março de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 3,0% (VH), que compara com 3,0% (VH) na semana anterior.

 

 

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em janeiro de 2023, variações homólogas de 1,8% e 11,9%, respetivamente. O Índice de Emprego registou o mesmo valor face à variação homóloga registada no mês precedente (1,8% no mês de dezembro de 2022), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 5,2 p.p. em relação ao mês anterior (6,7% em dezembro de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 9,0% em janeiro de 2023, aumentando 10,0 p.p. face à registada em dezembro de 2022.

 

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em janeiro de 2023, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 12,7%, aumentando 1,5 p.p. em relação ao observado no mês de dezembro de 2022 (11,2% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 16,1% e 8,9%, após terem registado variações de 11,8% e 1,4% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 21,0% e 9,8%, após terem registado variações de 17,2% e 22,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em janeiro de 2023, uma variação homóloga de 12,6%, aumentando 1,0 p.p. em comparação com o mês anterior (11,6%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 1,9 p.p. em termos homólogos (12,8% em janeiro de 2023 face aos 10,9% registados em dezembro de 2022).

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Os transportes e as relações comerciais entre as regiões de Portugal Continental e a União Europeia (2019-2021)

O presente relatório analisa os fluxos comerciais intra-UE e as cinco regiões de Portugal Continental (NUTS II), nos anos de 2019 a 2021, identificando os tipos/grupos de produtos transacionados e os modos de transporte através dos quais circularam.
O recurso ao transporte rodoviário prevalece em todas as regiões de Portugal Continental, quer nas exportações quer nas importações, o que se poderá justificar pelo facto de as ligações terrestres serem as mais adequadas ao comércio com Espanha, sobretudo tendo em conta a rede de autoestradas existente por contraposição à quase inexistência de ligações ferroviárias.
O transporte ferroviário é pouco expressivo. Com efeito, numa perspetiva de sustentabilidade e de redução das emissões de CO2, o desenvolvimento de ligações ferroviárias com os países da UE, designadamente com Espanha, permitiria diversificar a oferta de transporte, com repercussões positivas nas vertentes económica e ambiental.
• As importações foram sempre superiores às exportações no período de 2019 a 2021;
• No período de 2019 a 2021, a região Norte foi a que teve a maior percentagem de exportações, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa foi a que teve a maior percentagem de importações;
• Os cinco principais grupos de produtos movimentados nas exportações e nas importações, em 2021, foram:
o Nas exportações: Máquinas e aparelhos, Veículos e outro material de transporte, Metais comuns, Plásticos e borrachas e Agrícolas;
o Nas importações: Máquinas e aparelhos, Químicos, Combustíveis minerais, Veículos e outro material de transporte e Agrícolas;
• Em 2021, os cinco principais países da União Europeia de destino das exportações e de origem das importações de Portugal Continental foram os mesmos, embora com ordenação diferente:
o Nas exportações: Espanha, França, Alemanha, Itália e Países Baixos;
o Nas importações: Espanha, Alemanha, França, Países Baixos e Itália.

 

Os transportes e as relações comerciais entre as regiões de Portugal Continental e a União Europeia 2019-2021.pdf

 

Contas Nacionais Trimestrais – 2.ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4.º trimestre de 2022, Portugal registou uma variação do PIB de 3,2% em relação ao trimestre homólogo (4,8% no trimestre anterior) e uma variação de 0,3% em relação ao trimestre anterior (0,3% no 3.º trimestre de 2022).

A variação homóloga registou 1,8% na ZE19 (2,4% no 3.º trimestre de 2022) e 1,7% na UE27 (2,6% no 3.º trimestre de 2022). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação nula na ZE19 (0,4% no 3.º trimestre de 2022) e uma variação de -0,1% na UE27 (0,4% no 3.º trimestre de 2022).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Grécia (1,4%), Malta (1,2%) e Chipre (1,1%). As maiores quedas foram observadas na Polónia (-2,4%), Estónia (-1,6%) e Finlândia (-0,6%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Irlanda (13,1%), Grécia (5,2%) e Roménia (4,9%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se diminuições na Estónia (-4,4%), Lituânia (-0,4%) e Suécia (-0,1%).

Nos EUA, no 4.º trimestre de 2022, o PIB aumentou 0,9% em termos homólogos (1,9% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (0,8% no 3.º trimestre de 2022).

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(Gráfico: Eurostat)

Documento PDF

https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/16249744/2-08032023-AP-EN.pdf/30b3811c-f085-b7aa-c533-4733b1457ab9