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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em junho de 2025, foi estimada em 5.227,8 mil pessoas, aumentando 0,2% face ao mês anterior (8,3 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 65,1%, tendo aumentado 0,1 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em alta de 64,9% para 65,0%).

A população desempregada, estimada em 335,5 mil pessoas, diminuiu 1,6 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-5,3 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,0%, tendo diminuído 0,1 pp em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,3% para 6,1%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,5%, tendo diminuído 0,9 pp em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,1% e diminuiu 0,1 pp em relação ao mês anterior.

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Em junho de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 65,3% (65,0% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,8% (5,9% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do PIB – INE

No 2º trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 1,9%, após ter aumentado 1,7% no trimestre precedente. O contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi menos acentuado, refletindo a desaceleração mais pronunciada das importações de bens e serviços que a observada nas exportações de bens e serviços. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 2º trimestre, em resultado do abrandamento do investimento.

Comparando com o 1º trimestre de 2025, o PIB aumentou 0,6% em volume, após um decréscimo de 0,4% no trimestre anterior. O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB foi menos negativo, tendo as exportações de bens e serviços registado um crescimento, após a redução observada no trimestre anterior. No mesmo sentido, o contributo positivo da procura interna aumentou, verificando-se um crescimento do consumo privado.

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 2º trimestre de 2025 aponta para um decréscimo de 1,3% nas exportações e um acréscimo de 6,4% nas importações, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

Esta estimativa aponta para que as exportações de bens tenham recuado pela primeira vez desde o 2º trimestre de 2024, tendo a variação do 1º trimestre de 2025 atingido +7,7%. As importações de bens, por sua vez, aumentaram pelo quinto trimestre consecutivo, embora em ligeiro abrandamento face ao trimestre anterior, em que a variação homóloga foi de +7,0%.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em junho de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1911 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,3% face ao mês anterior e a um aumento de 18,1% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2208 euros/m2, registando um aumento de 2,5% em relação ao mês anterior e um aumento de 22,9% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1389 euros/m2, diminuindo 0,4% face ao mês precedente e aumentando 9,2% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,9%); Centro (0,1%); Oeste e Vale do Tejo (2,5%); Grande Lisboa (2,2%); Península de Setúbal (2,2%); Alentejo (-0,3%); Algarve (0,5%); Região Autónoma dos Açores (0,7%) e Região Autónoma da Madeira (1,3%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (18,1%); Centro (12,4%); Oeste e Vale do Tejo (16,9%); Grande Lisboa (21,5%); Península de Setúbal (22,8%); Alentejo (9,6%); Algarve (17,3%); Região Autónoma dos Açores (12,3%) e Região Autónoma da Madeira (15,7%).

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em junho de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 74,2 mil milhões de euros, aumentando 1082 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 3,6% (2,8% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 139,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de 7,4% (6,8% no mês anterior). Trata-se da maior taxa de variação anual desde agosto de 2008.

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 12,7% (11,4% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de 2,0% (1,7% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -2,1% (-2,7% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 1,0% (0,5% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 7,3%, aumentando 0,7 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,4%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 8,6%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em junho de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,15% (1,19% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,96% para 1,89%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,75% (0,78% no mês precedente).

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Em junho de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,7%) e no Norte (30,2%).

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Em junho de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,3% (3,3% no mês anterior).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 20 de julho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 17 de julho de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -1,9% (VH), que compara com 1,1% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em maio de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 839,1 mil milhões de euros, dos quais 374,1 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 465,1 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 300,7 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 164,4 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 7,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 4,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 3,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 2,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,2 mil milhões de euros.

Relativamente a maio de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 27,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 14,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 13,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 3,7 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 9,4 mil milhões de euros.

106Em maio de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,8%, mais 0,8 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 5,6% para 6,1%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.
As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de junho de 2025, inscreveram-se nos Centros de Emprego 37 180 pessoas, o que representa uma variação mensal de -9,7% e uma variação homóloga de -1,2%. Durante este mês, foram efectuadas 7 298 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 16,8% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 21,0%.

No final do mês de junho de 2025, estavam inscritos nos Centros de Emprego 293 488 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -2,5% (-7 417 pessoas) e a uma variação homóloga de -3,8% (-11 458 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-17,0%), Algarve (-7,4%) e Lisboa e Vale do Tejo (-6,7%). Comparativamente ao mês anterior, as maiores descidas no desemprego registaram-se nas regiões do Algarve (-11,9%) e Açores (-6,6%).

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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao 2º trimestre de 2025, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao 3º trimestre de 2025.

Oferta:

  • Critérios de concessão de crédito: sem alterações no crédito a empresas, ligeiramente menos restritivos no crédito à habitação e ligeiramente mais restritivos no crédito ao consumo e outros fins.
  • Fatores: nas PME, os riscos associados à situação e perspetivas económicas gerais e de empresas ou sectores de atividade específicos, assim como a tolerância a riscos, contribuíram ligeiramente para aumentar a restritividade, embora sem impacto nos critérios. No crédito à habitação, a concorrência de outras instituições bancárias e a qualidade creditícia dos mutuários contribuíram ligeiramente para critérios menos restritivos. Em sentido oposto, este último fator contribuiu ligeiramente para critérios mais restritivos no crédito ao consumo e outros fins.
  • Termos e condições do crédito: nos empréstimos a empresas, tanto a PME como a grandes empresas, e no crédito à habitação, ligeira diminuição da taxa de juro praticada e do spread aplicado nos empréstimos de risco médio. Sem alterações no crédito ao consumo e outros fins.
  • Fatores: no segmento das empresas, a concorrência de outras instituições bancárias contribuiu para termos e condições menos restritivos e para a diminuição dos spreads, em particular, nos empréstimos de risco médio. Em sentido contrário, a tolerância a riscos contribuiu ligeiramente para o aumento da restritividade nos termos e condições e no spread dos empréstimos de risco médio. No segmento da habitação, a perceção de riscos contribuiu ligeiramente para diminuir a restritividade associada a termos e condições e ao spread aplicado nos empréstimos de risco médio; em sentido oposto, contribuiu ligeiramente para aumentar a restritividade associada ao spread aplicado nos empréstimos de maior risco, embora sem impacto.
  • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alteração no segmento das empresas e ligeiro aumento nos empréstimos a particulares, em ambos os segmentos de crédito.
  • Expetativas: critérios de concessão de crédito ligeiramente menos restritivos para PME e sem alterações nas grandes empresas e no crédito a particulares.

(Gráfico: Banco de Portugal)

A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses). O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.
Em julho de 2025, o Índice de difusão para a oferta de crédito foi de 0.

Procura:

  • Procura de empréstimos por parte de empresas: ligeiro aumento por PME e por empréstimos de curto prazo e, em sentido oposto, ligeira diminuição por grandes empresas.
  • Fatores: o nível geral das taxas de juro contribuiu ligeiramente para o aumento da procura e, em sentido contrário, o recurso à geração interna de fundos como fonte de financiamento alternativa contribuiu ligeiramente para diminuir a procura. Nas PME, as necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio deram também um contributo ligeiro para o aumento da procura.
  • Procura de empréstimos por parte de particulares: aumento da procura, sobretudo no segmento da habitação.
  • Fatores: nos empréstimos à habitação, o nível geral das taxas de juro e, em menor grau, a confiança dos consumidores e o regime regulamentar e fiscal do mercado da habitação contribuíram para o aumento da procura. Nos empréstimos ao consumo e outros fins, a confiança dos consumidores contribuiu ligeiramente para o aumento da procura.
  • Expetativas: ligeiro aumento da procura de empréstimos por PME (transversal à maturidade dos empréstimos) e por particulares para habitação.

102(Gráfico: Banco de Portugal)

O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.
Em julho de 2025, o Índice de difusão para a procura de crédito foi de 0.

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Sínteses estatísticas de comércio bilateral

Foram atualizadas as estatísticas de comércio bilateral que consistem numa publicação bilingue com dados anuais com os principais indicadores do comércio internacional de Portugal face aos principais 180 países de destino/origem das exportações/importações nacionais, desagregados por grandes categorias económicas, nomenclatura combinada, grupos e subgrupos de produtos, e modo de transporte

Sínteses estatísticas de comércio bilateral