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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 5 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 2 de fevereiro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 7,4% (VH), que compara com 5,8% (VH) na semana anterior.

Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em dezembro de 2022, variações homólogas de 5,3%, 11,7% e 3,6%, respetivamente, o que compara com 4,8%, 10,6% e 5,0% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em dezembro de 2022, valores de 110,9 pontos, 150,3 pontos e 102,4 pontos, respetivamente, o que compara com 111,0 pontos, 163,4 pontos e 107,0 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em dezembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 11,4%, diminuindo 4,4 p.p. em relação ao observado no mês de novembro de 2022 (15,8% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 12,0% e 1,6%, após terem registado variações de 13,4% e 8,6% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 18,6% e 21,9%, após terem registado variações de 13,9% e 37,5% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2022, uma variação homóloga de 11,8%, diminuindo 2,1 p.p. em comparação com o mês anterior (13,9%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 6,1 p.p. em termos homólogos (11,2% em dezembro de 2022 face aos 17,3% registados em novembro de 2022).

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em dezembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 16,8%, superior em 4,5 p.p. ao valor registado em novembro de 2022 (12,3%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 147,7 pontos em dezembro de 2022, aumentando 9,1 pontos em relação ao mês precedente (138,6 pontos em novembro de 2022).

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE  

De acordo com o INE, no 4.º trimestre de 2022, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 4,2%, em relação ao mesmo período de 2021, para 1 575 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 4,3% e a remuneração base subiu 4,4%, atingindo, respetivamente, 1 150 e 1 080 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média diminuiu 5,2%, a componente regular diminuiu 5,1% e a componente base 5,0%. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,5 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

 

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(Gráficos: INE)

Em relação a dezembro de 2021, os maiores aumentos da remuneração total foram observados nas atividades de “Alojamento, restauração e similares” (secção I; 8,0%), nas empresas de 1 a 4 trabalhadores (6,1%), no sector privado (5,4%) e nas empresas de “Serviços de alta tecnologia com forte intensidade de conhecimento” (6,9%). Não foram observadas variações negativas da remuneração total, tendo as menores variações homólogas sido observadas nas atividades de “Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória” (secção O; 0,2%), nas empresas com 250 a 499 trabalhadores (1,1%), no sector das Administrações Públicas (2,0%) e nas empresas de Outros serviços com forte intensidade de conhecimento (2,5%).

Em 2022, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2021, 3,6% para 1 411 Euros, a sua componente regular aumentou 3,1% para 1 140 Euros e a componente base aumentou 3,0% para 1 070 Euros. Em termos reais, e em relação a 2021, os três tipos de remuneração diminuíram: 4,0%, 4,4% e 4,5%, respetivamente.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de outubro de 2022 a dezembro de 2022, as exportações de bens registaram um aumento de 16,4% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 17,0% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1 272,6 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de dezembro de 2022, as exportações de bens aumentaram 9,5% em relação a dezembro de 2021 e as importações aumentaram 9,1% face ao período homólogo, refletindo uma desaceleração nos preços. Ainda em termos nominais, são de salientar os aumentos nas exportações de Máquinas e outros bens de capital (24,5%) e de Combustíveis e lubrificantes (50,7%) e nas importações de Material de transporte (48,1%), e o decréscimo nas importações de Fornecimentos industriais (-7,5%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em dezembro de 2022, as exportações aumentaram 7,0% e as importações cresceram 8,0% face a dezembro de 2021 (respetivamente 15,3% e 13,4% em novembro de 2022).

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No período de outubro de 2022 a dezembro de 2022, a taxa de cobertura total foi de 71,0%, correspondendo a um decréscimo de 0,4 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 69,3%, no Comércio Extracomunitário foi de 75,3% e na Zona Euro foi de 67,7%.

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Em dezembro de 2022, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2 750,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -636,4 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 764,6 milhões de euros.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal  

Em dezembro de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -1 649 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 125 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 421 milhões de euros (-221 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de dezembro de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 269 264 milhões de euros, diminuindo 8 334 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -13,1%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 35 306 milhões de euros, aumentando 358 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 1,7%.

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Estatísticas do Emprego – INE

No 4.º trimestre de 2022, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,5%, superior em 0,7 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 342,7 mil indivíduos, registando um aumento de 12,1 % face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4 902,9 mil indivíduos, menos 0,5% do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi Lisboa com 7,6%, seguindo-se a Região Autónoma da Madeira com 6,9% e o Norte com 6,8%.

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Perspetivas de Exportação de Bens – INE

As empresas exportadoras perspetivam um acréscimo nominal de 1,1% nas suas exportações de bens em 2023, face ao ano anterior. De acordo com as expetativas das empresas, este aumento é sustentado na previsão de acréscimo das exportações para os mercados Intra-UE (1,7%), dado que preveem uma diminuição de 0,3% para os países ExtraUE.

Por Grandes Categorias Económicas (CGCE), destacam-se as Máquinas, outros bens de capital (exceto o material de transporte) e seus acessórios com o maior acréscimo esperado das exportações em 2023 (8,2%) e os Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria, com um decréscimo previsto de 1,1%.

 

(Tabela: INE)

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Comércio a Retalho –  Eurostat

Em dezembro de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 2,7% na Zona Euro (ZE20) e 2,6% na UE27, face ao mês anterior. Em novembro de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 1,2% tanto na Zona Euro como na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 3,1% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,7% em novembro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2022, os maiores aumentos foram registados na Eslováquia (2,3%), Áustria (1,6%) e Roménia (1,3%). As maiores diminuições ocorreram nos Países Baixos (-6,3%), Alemanha (-5,3%) e Luxemburgo (-3,8%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 2,8% na Zona Euro e 2,5% na UE27, em dezembro de 2022.

Portugal registou um aumento homóloga de 0,7%, após ter registado uma diminuição homólogo de 1,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados em Malta (5,7%), Roménia (5,3%) e Espanha (4,6%). As maiores reduções foram na Bélgica (-9,2%), Dinamarca (-8,4%) e Suécia (-7,1%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

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