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World Economic Outlook Update – FMI

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deverá aumentar 2,9% em 2023 e 3,1% em 2024. A previsão para 2023 foi revista em alta em 0,2 p.p. e a previsão para 2024 foi revista em baixa em 0,1 p.p., face ao Outlook de outubro.

Relativamente à Zona Euro, o FMI reviu em alta a previsão para 2023 em 0,2 p.p. e em baixa em 0,2 p.p. a de 2024, sendo agora as previsões de 0,7% para 2023 e 1,6% para 2024.

Prevê-se ainda que, para os anos de 2023 e 2024, a Alemanha tenha variações do PIB de 0,1% e 1,4%, que a França tenha variações de 0,7% e 1,6%, que a Itália tenha variações de 0,6% e 0,9%, e que a Espanha tenha variações de 1,1% e 2,4%, respetivamente.

Para os Estados Unidos da América, o FMI prevê um aumento de 1,4% para 2023 e 1,0% para 2024 (previsões revistas em alta em 0,4 p.p. e em baixa em 0,2 p.p., respetivamente, face ao Outlook de outubro).

(Tabela: FMI)

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Índice de Produção Industrial – INE

Em dezembro de 2022, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 2,5%, o que corresponde a um aumento de 2,7 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-0,2%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de 2,2% e 17,4%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -5,4%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,4%, aumentando 0,1 p.p.  em relação ao mês anterior.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de 0,5% e 14,9%, respetivamente.

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Atividade turística – estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 1,6 milhões de hóspedes e 3,7 milhões de dormidas, em dezembro de 2022, correspondendo a crescimentos homólogos de 44,2% e 44,6%2, respetivamente (+19,8% e +19,1% em novembro, pela mesma ordem). Face a dezembro de 2019, registaram-se crescimentos de 1,9% e 5,5%, respetivamente.

Em dezembro, o mercado interno contribuiu com 1,4 milhões de dormidas e aumentou 28,3% (VH) e os mercados externos totalizaram 2,3 milhões de dormidas (+57,1%, VH). Face a dezembro de 2019, observaram-se aumentos de 11,4% nas dormidas de residentes e 2,1% nas de não residentes.

Em dezembro, 32,5% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (32,7% em novembro).

No conjunto do ano de 2022 (dados preliminares), os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 26,5 milhões de hóspedes e 69,5 milhões de dormidas, que se traduziram em aumentos de 83,3% e 86,3% face a 2021 (+38,6% e +44,7% em 2021, respetivamente). Comparando com 2019, os hóspedes decresceram 2,3% e as dormidas diminuíram 0,9% (+8,6% nos residentes e -5,0% nos não residentes). Em 2022, registaram-se aumentos nas dormidas de residentes em todas as regiões, face a 2019. Nas dormidas de não residentes, os principais crescimentos verificaram-se na RA Açores (+5,1%), na RA Madeira (+4,5%) e no Norte (+4,3%) e, em sentido contrário, as maiores diminuições observaram-se no Centro (-13,1%) e no Algarve (-11,3%).

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2022, representando 19,3% das dormidas de não residentes, quase triplicando face a 2021 (+191,9%; -4,0% face a 2019). Seguiram-se os mercados alemão (11,5%), espanhol (10,8%) e francês (9,3%). O maior crescimento registou-se no mercado norte americano (peso de 7,5%), que aumentou 327,4% (+26,9% face a 2019).

(Tabela: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em dezembro de 2022, foi estimada em 4.865,9 mil pessoas, diminuindo 0,1% face ao mês anterior (-2,6 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,5%, tendo diminuído 0,1 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 63,5% para 63,6%).

A população desempregada, estimada em 347,6 mil pessoas, aumentou 3,2% em relação ao valor registado para o mês anterior (10,7 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,7%, tendo aumentado 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 6,4% para 6,5%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,5%, tendo diminuído 0,5 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 18,2% para 19,0%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,8% e aumentou 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em dezembro de 2022, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,4% (63,6% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,8% (6,6% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em janeiro de 2023, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído, pelo terceiro mês consecutivo, para 8,3% em janeiro de 2023, taxa inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.

O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 7,0% (7,3% no mês precedente). A principal contribuição para a desaceleração do IPC foi dada pelo índice relativo aos produtos energéticos, estimando-se que a respetiva taxa de variação homóloga terá diminuído, também pela terceira vez consecutiva, para 6,8% (20,8% no mês anterior), destacando-se a diminuição de preços da eletricidade. Pelo contrário, o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá acelerado para uma variação de 18,5% (17,6% em dezembro).

A variação mensal do IPC terá sido -0,9% (variação de -0,3% em dezembro de 2022 e 0,3% em janeiro de 2022).

A variação média dos últimos doze meses de 8,2% (7,8% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 8,6% (9,8% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do PIB – INE

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 3,1% no 4.º trimestre de 2022 (4,9% no trimestre anterior).

O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 4.º trimestre, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma redução do investimento. O contributo positivo da procura externa líquida também diminuiu, tendo as exportações de bens e serviços em volume desacelerado mais intensamente que as importações. No 4.º trimestre de 2022, observou-se uma perda dos termos de troca em termos homólogos, mas menos intensa que as perdas observadas desde o 2.º trimestre de 2021, em resultado da desaceleração mais pronunciada do deflator das importações que o das exportações.

Comparando com o 3.º trimestre de 2022, o PIB aumentou 0,2% em volume (crescimento em cadeia de 0,4% no trimestre anterior), tendo diminuído o contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, enquanto o contributo da procura externa líquida manteve-se ligeiramente negativo.

No conjunto do ano 2022, o PIB registou um crescimento de 6,7% em volume, o mais elevado desde 1987, após o aumento de 5,5% em 2021 que se seguiu à diminuição histórica de 8,3% em 2020, na sequência dos efeitos adversos da pandemia na atividade económica. A procura interna apresentou um contributo positivo expressivo para a variação anual do PIB, mas inferior ao observado no ano anterior, verificando-se uma aceleração do consumo privado e um abrandamento do investimento. O contributo da procura externa líquida foi positivo em 2022, após ter sido negativo em 2021, tendo-se registado uma aceleração em volume das exportações de bens e serviços e uma desaceleração das importações.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em janeiro de 2023, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 98,3 pontos, o que compara com o valor de 96,9 pontos verificado em dezembro de 2022.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -6,5 para -5,9 pontos), Serviços (de 6,0 para 7,5), Construção (de -5,6 para -3,6) e do Comércio a Retalho (de 2,5 para 3,6). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -37,1 para -35,6.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 2,3 pontos na União Europeia (de 95,7 pontos em dezembro de 2022 para 98,0 pontos em janeiro de 2023), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 2,8 pontos (de 97,1 pontos em dezembro de 2022 para 99,9 pontos em janeiro de 2023).

 

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – Estimativa rápida – INE

No 4.º trimestre de 2022, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações aumentaram 16,0% e 17,1%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021. Comparando com o 4.º trimestre de 2020, registaram-se acréscimos de 32,0% nas exportações e 51,9% nas importações. Face ao 4.º trimestre de 2019, os aumentos foram de 27,8% e 37,5%, respetivamente.

No 3.º trimestre de 2022, as taxas de variação homóloga foram +27,9% e +36,5%, pela mesma ordem.

 

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(Gráficos: INE)

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em dezembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de -1,8%, inferior em 0,9 p.p. à observada em novembro de 2022 (-0,9%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -5,3% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 1,1%, valores que comparam com -4,5% e 1,7% no mês anterior, respetivamente.

 

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