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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em janeiro de 2023, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,3 para 1,6 (%, vcs).

Entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 3,9 para 7,0 e o do Comércio aumentou de 1,2 para 3,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,6 para -5,5 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -6,4 para -3,6.

O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -35,4 (sre, ve), em janeiro de 2023 (-37,1 em dezembro de 2022).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Procura Turística dos Residentes – INE  

No 3.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo homólogo de 5,9% (-5,8% face ao 3.ºT 2019). As viagens em território nacional corresponderam a 88,4% das deslocações (7,2 milhões), diminuindo face ao período homólogo 0,6% (-5,2% quando comparado com o 3.ºT 2019). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 109,0% face ao 3.º trimestre de 2021, mas ficaram ainda 10,6% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 950,6 mil viagens.

O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 3.º trimestre de 2022 (5,5 milhões de viagens, +1,5% face ao 3.ºT de 2021; -4,9% face ao 3.ºT 2019), apesar da redução de representatividade (66,9% do total, -2,9 p.p. face ao 3.ºT 2021). Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos” que correspondeu a 2,2 milhões de viagens (26,4% do total, +1,4 p.p. face a 3.ºT 2021), revelando um crescimento homólogo de 11,7% (-6,4% em relação ao 3.ºT 2019).

Os “hotéis e similares” concentraram 31,0% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 3.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+1,7 p.p. que no 3.ºT 2021) e superaram níveis pré-pandémicos (+3,7 p.p. face ao 3.ºT de 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (54,5% das dormidas, -2,2 p.p. que no 3.ºT 2021).

Na organização das deslocações, a internet foi utilizada em 29,9% dos casos (+4,6 p.p. que no 3.ºT 2021), tendo este meio sido opção em 66,0% das viagens para o estrangeiro (+0,7 p.p. face a 3.ºT 2021) e em 25,1% das viagens em território nacional (+2,3 p.p. face a 3.ºT 2021).

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(Gráficos: INE)

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Crédito ao Sector Privado –  Banco de Portugal

Em dezembro de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 75,4 mil milhões de euros, diminuindo 270 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,6% (0,8% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 129,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,6% (3,8% no mês anterior).

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 3,6%, diminuindo 0,4 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 6,0%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -2,8%, diminuindo 0,6 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em dezembro de 2022 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,37% (1,47% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,25% para 2,04%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,98% (1,01% no mês precedente).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 22 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior.

Em 19 de janeiro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 6,8% (VH), que compara com 5,6% (VH) na semana anterior.

 

 

Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Em Análise: Efeitos da pandemia COVID-19 nas exportações e nas importações

O presente relatório apresenta e analisa os fluxos comerciais internacionais, por grupos de produtos, exportações e importações ocorridas no ano de 2020, relacionando-os com as que se verificaram nos anos imediatamente anterior e posterior, com o objetivo de apresentar os efeitos da COVID-19 nos resultados do ano de 2020.

De um modo geral, no ano 2020, quando se fizeram sentir os efeitos da pandemia da doença COVID-19, os valores transacionados diminuíram, praticamente, em todos os grupos de mercadorias, quer nas exportações quer nas importações, tanto nas trocas comerciais realizadas com os países da União Europeia como com os países do resto do Mundo.

Em 2021, com o levantamento das medidas restritivas adotadas no âmbito da COVID-19, começou a verificar-se a retoma da trajetória pré-pandémica e as TVH, tanto nas exportações, como nas importações, quer ao nível do comércio nacional, quer ao nível do comércio dentro e fora da União Europeia, foram positivas.

 

Efeitos da pandemia COVID-19 nas exportações e nas importações.pdf

Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Inovação, I&D e Empreendedorismo, divulgamos hoje o seguinte conjunto de três trabalhos:

  • Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
  • 2.ª edição do Painel das atividades de Inovação e I&D, com foco nas empresas;
  • 2.ª edição da Base de dados para sistematização de indicadores.

Ficha de Competitividade sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

O ambiente macroeconómico recente, marcado pelos efeitos económicos da pandemia Covid-19 e da invasão da Ucrânia pela Federação Russa, criam, pelas constantes alterações das condições de funcionamento dos mercados, desafios e limitações significativas à atuação das empresas. Estas condições, ao colocarem ênfase na necessidade de novas abordagens ao mercado, podem configurar um estímulo adicional ao desenvolvimento e ao crescimento económico, pela via da (i) Inovação, da (ii) Investigação e Desenvolvimento (I&D) e do (iii) Empreendedorismo.

A presente análise à I&D, à Inovação e ao Empreendedorismo em Portugal irá focar-se nestas três dimensões, permitindo ter uma visão global sobre as mesmas, enquanto vetores que assumem um papel preponderante para a competitividade das empresas e da economia. Neste sentido, a edição de 2022 da ficha de competitividade inclui dois capítulos que exploram os temas: (i) I&D e Inovação e (ii) Empreendedorismo. Este estudo está suportado em informação disponível mais recente consoante o indicador, o ranking ou relatórios utilizados, o que pode apresentar uma janela temporal variável (dados referentes a 2021 ou 2020).

GEE_FC_Inovacao_ID_Empreendedorismo.pdf

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

A presente publicação apresenta uma seleção de indicadores sobre atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de Inovação, realizadas em Portugal pelo Setor Empresarial. Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva. Neste âmbito, este painel apresenta uma seleção de políticas públicas implementadas no período 2020-2022.

GEE_Painel_Inovação e ID_Empresas.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

Em três ficheiros em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre Inovação nas Empresas, Despesa e Recursos Humanos em atividades de I&D nas Empresas, Demografia das Empresas, Empresas de elevado Crescimento e Principais Indicadores Económicos das Empresas em Portugal. A informação disponibilizada inclui ainda referência aos principais conceitos subjacentes.

GEE_BD_Inovacao.xlsx

GEE_BD_ID.xlsx

GEE_BD_Empreendedorismo.xlsx

Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 3.º trimestre de 2022, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro (EA19) situou-se em 93,0% (94,2% no 2.º trimestre de 2022) e na UE27 situou-se em 85,1% (86,4% no 2.º de 2022). Em relação ao período homólogo (3.º trimestre de 2021) registou-se uma diminuição de 4,3 pp (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e uma diminuição de 4,6 pp na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 120,1% (129,1% no 3.º trimestre de 2021 e 123,4% no 2.º trimestre de 2022).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 3.º trimestre de 2022, foram a Grécia (178,2%), Itália (147,3%), Portugal (120,1%), Espanha (115,6%), França (113,4%) e Bélgica (106,3%). Em contrapartida a Estónia (15,8%), Bulgária (23,1%) e Luxemburgo (24,6%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

Em relação ao trimestre anterior, quatro Estados-membros depararam-se com acréscimos de dívida e vinte e três com uma diminuição. Os aumentos do rácio foram observados na Bulgária (1,9 pontos percentuais – pp), Chéquia (1,7 pp), França (0,3 pp) e Suécia (0,2 pp), enquanto as maiores diminuições foram observadas na Grécia (-5,3 pp), Chipre (-3,8 pp), Portugal (-3,3 pp), Itália (-3,0 pp) e Croácia (-2,8 pp).

Face ao 3.º trimestre de 2021, um Estado-membro registou um aumento do rácio da dívida pública e vinte e seis registaram decréscimos. O aumento do rácio verificou-se na Chéquia (4,7 pp).  Em contraste, a Grécia (-24,7 pp), Chipre (-15,0 pp), Croácia (-11,1 pp), Portugal (-9,0 pp), Dinamarca (-8,8 pp), Irlanda (-8,4 pp), Lituânia (-7,3 pp) e Eslovénia (-7,2 pp) registaram as maiores diminuições homólogas nos níveis de dívida pública (em % do PIB).

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(Gráficos: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 3.º trimestre de 2022, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -3,3% do PIB (-4,1% no 3.º trimestre de 2021 e -2,0% no 2º trimestre de 2022). O saldo da UE27 fixou-se em –3,2% do PIB (-3,6% no 3.º trimestre de 2021 e -1,8% no 2.º trimestre de 2022).

No 3.º trimestre de 2022, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 1,3% do PIB (-1,5% no 3.º trimestre de 2021 e 3,0% no 2.º trimestre de 2022).

(Tabela: Eurostat)

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de dezembro de 2022, inscreveram-se nos Centros de Emprego 44 019 pessoas, o que representa uma variação mensal de -19,0% e uma variação homóloga de 11,5%. Durante este mês, foram efetuadas 5 506 colocações, o que corresponde a uma diminuição de -13,9% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -12,2%.

No final do mês de dezembro de 2022, estavam inscritos nos Centros de Emprego 307 005 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 3,5% (10 282 pessoas) e a uma variação homóloga de -11,8% (-40 954 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-31,0%), Lisboa (-14,8%) e o Norte (-11,0%).

Comparativamente ao mês anterior, a única queda no desemprego registou-se na região da Madeira (-0,3%).

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(Gráfico: IEFP)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em novembro de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 795,5 mil milhões de euros, dos quais 353,7 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 441,7 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 290,4 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 151,4 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 0,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público enquanto o endividamento do Sector Privado praticamente não se alterou.

Relativamente a novembro de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 21,8 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 8,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 12,9 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se a aumento do endividamento das Empresas em 7,8 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 5,1 mil milhões de euros.

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Em novembro de 2022, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,5%, menos 0,2 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares diminuiu de 3,9% para 3,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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