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Inflação – IHPC – Eurostat

Em dezembro de 2022, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 9,8%, inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,4% entre novembro e dezembro de 2022.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 9,2%, diminuindo 0,9 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 10,4% (VH) em dezembro de 2022, diminuindo em 0,7 p.p. face ao valor de novembro. A variação mensal do índice situou-se em -0,4% e -0,2% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 8,1% para Portugal, de 8,4% para a Zona Euro e 9,2% para a UE27.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 1,3% em dezembro de 2022, valor igual ao registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em novembro de 2022, registou o valor de -1,0% (VH), inferior em 1,3 p.p. em relação ao mês anterior (0,3%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,8 (sre/ve), que compara com o valor de -15,0 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em dezembro de 2022, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 13,3% (VH) e para os serviços foi de 4,1% (VH). Estes valores comparam com 13,6% (VH) e 4,4% (VH) registados no mês de novembro, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efetivos.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE  

Em dezembro de 2022, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 10,6%, menos 3,4 p.p. face ao registado no mês anterior (14,0%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 3,3%, menos 12,0 p.p. face à variação verificada no mês de novembro de 2022 (15,3%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 16,0% e 13,0%, respetivamente, o que compara com as variações de 16,2% e 14,3%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 3,7% (3,8 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 17,7% em termos homólogos (19,5% no mês anterior) e de -1,5% em termos mensais (0,0% em dezembro de 2021).

Para o conjunto do ano 2022, a variação média do índice fixou-se em 20,5% (8,9% no ano de 2021), tendo os índices para o mercado interno e externo registado variações de 20,5% e 20,4%, respetivamente (11,0% e 5,2% no ano anterior). Excluindo o agrupamento de Energia, a variação média do índice total foi de 14,5% (5,6% em 2021).

 

 

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 130,1 pontos em dezembro de 2022, menos 2,6 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,6 pontos para 134,4 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 12,3 pontos para 144,3 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento diminuiu 0,1 pontos face ao mês anterior para 107,9 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 0,4 pontos, passando de 124,1 pontos em novembro para 124,5 em dezembro.

 

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Índice de Produção Industrial –  Eurostat

Em novembro de 2022, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 1,0% na Zona Euro e 0,9% na UE27, face ao mês anterior. Em outubro de 2022, a produção industrial tinha registado variações de -1,9% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou um aumento de 3,7% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 1,8% em outubro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2022, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (6,4%), Luxemburgo (5,0%) e Malta (4,6%). As maiores diminuições foram registadas na Estónia (-3,7%), Suécia (-3,3%) e Croácia (-1,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 2,0% na Zona Euro e na UE27, em novembro de 2022.

Portugal registou uma diminuição de 0,3%, após ter registado uma diminuição de 2,0% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2022, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (34,9%), Malta (15,5%) e Dinamarca (9,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Estónia (-12,2%), Eslováquia (-10,7%) e Roménia (-4,0%).

(Gráfico: Eurostat)

 

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Comércio Internacional –  Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e novembro de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 27,9 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 17,0 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 24% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (23%) e um aumento nas exportações extra-UE (29%). As importações de bens aumentaram 34% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (69,0 mil milhões de euros), seguida da Irlanda (61,2 mil milhões de euros) e Países Baixos (58,4 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (174,1 mil milhões de euros), seguido de Espanha (65,7 mil milhões de euros) e Grécia (35,2 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e novembro de 2022, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 305,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 125,0 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 18,9% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 25,5% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 418,4 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 69,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 18,7% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 23,8% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Atividade Turística –  INE

Em novembro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 19,4% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,9 milhões de dormidas (26,4%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,3 milhões de dormidas (6,3%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se em Lisboa um aumento de 25,5%, na Madeira de 21,7% e no Norte de 18,7%.

De janeiro a novembro de 2022, a hotelaria registou 65,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (89,4%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 21,5 milhões de dormidas (22,4%, VHA) e os não residentes representam 44,3 milhões de dormidas (157,7%, VHA).

Em novembro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 288,6 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 36,8%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões de Lisboa (57,5%), dos Açores (32,2%) e do Norte (28,8%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

De janeiro a novembro de 2022, foram registados 4.751,3 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 118,2%.     

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TE 113 – Recuperação e revitalização empresarial – um balanço dos mecanismos judiciais e extrajudiciais

A Diretiva sobre reestruturação e insolvência (Diretiva (UE) 1023/2019, de 20 de junho) dá enfoque à importância de uma reestruturação preventiva da parte das empresas para evitar o agravamento de dificuldades que podem conduzir à insolvência, priorizando a criação de diversos mecanismos de alerta que possam ajudar os órgãos de gestão numa tomada de decisão em tempo útil. De igual forma, é valorizada a via extrajudicial e a existência de instrumentos alternativos, para que a máquina judicial seja libertada de processos que reúnem condições de aprovação de planos de recuperação numa esfera mais reduzida, fora dos tribunais.

A transposição desta Diretiva para o quadro jurídico português foi feita em janeiro de 2022. Neste documento, é apresentado um balanço dos mecanismos judiciais e extrajudiciais em Portugal, das fragilidades encontradas ao nível extrajudicial, nomeadamente do Regime Extrajudicial de Recuperação de Empresas (RERE), do funcionamento do Mecanismo de Alerta Precoce (MAP) em Portugal e da importância de uma divulgação do papel do mediador de recuperação de empresas enquanto perito qualificado para apoiar as empresas em sede de recuperação ou de revitalização empresarial.

 

TE 113 – Recuperação_RevitalizaçãoEmpresarial.pdf

Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 0,3%, inferior em 1,3 p.p. ao valor verificado no mês anterior (1,6%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Construção de Edifícios (0,4 p.p.) que apresentou, em novembro de 2022, uma variação homóloga de 0,7% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Engenharia Civil apresentou uma variação homóloga de -0,3% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com -0,1 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 2,2% (2,5% em outubro de 2022).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 104,1 pontos em novembro de 2022, diminuindo 1,2 pontos em relação ao mês precedente (105,3 pontos em outubro de 2022). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 104,1 pontos em outubro de 2022 para 104,2 em novembro de 2022 e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 107,0 pontos em outubro de 2022 para 103,9 pontos em novembro de 2022.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em novembro de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,9% e 2,9%, respetivamente. No mês de outubro de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 4,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,0% no Índice de Emprego e de 6,2% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em novembro de 2022, um valor de 106,4 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (106,2 pontos em outubro de 2022). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 135,5 pontos em novembro de 2022, aumentando 21,3 pontos em relação ao mês anterior (114,2 pontos em outubro de 2022).

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 8 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 5 de dezembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 11,7% (VH), que compara com 2,6% (VH) na semana anterior.

Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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