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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em dezembro de 2022, uma variação homóloga de 7,4%, o que se traduz num aumento de 12,2 p.p. face ao mês precedente (-4,8%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 49,4 pontos, o que compara com 51,7 pontos no mês anterior e 46,0 pontos em dezembro de 2021.

 

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Setor Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2022, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -201 059 milhões de euros (-86,3% do PIB), o que compara com -206.083 milhões em junho de 2022 (-90,6% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 577 340 milhões de euros (253,8% do PIB) em junho de 2022 para 577 567 milhões de euros (247,9% do PIB) em setembro de 2022.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 405 722 milhões de euros (174,1% do PIB) em setembro de 2022, o que compara com 402 339 milhões em junho de 2022 (176,9% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de -227 470 milhões de euros (100% do PIB) em junho de 2022 para -222.042 milhões de euros (95,3% do PIB) em setembro de 2022.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em -167 406 milhões de euros (71,8% do PIB) em setembro de 2022, o que compara com -170 105 milhões em junho de 2022 (74,8% do PIB). 

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Em setembro de 2022, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 125,1% do PIB (291 515 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 6,4 p.p. face a junho de 2022 (131,5%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 113,0% em setembro de 2022, o que compara com 113,0% em junho de 2022. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em setembro de 2022 aos 108,9%, o que compara com 110,4% em junho de 2022.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Setor Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 3.º trimestre de 2022, a Necessidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa manteve-se em 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (0,6%).

Este resultado reflete as necessidades de financiamento das sociedades não financeiras e dos particulares (de 2,9% e 0,2% do PIB, respetivamente), que, em conjunto, excederam as capacidades de financiamento das administrações públicas e das sociedades financeiras (de 1,1% do PIB, em ambos os casos).

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No 3.º trimestre de 2022, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,1 % do PIB.

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No 3.º trimestre de 2022, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 5,4 % do PIB.

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Estatísticas das Empresas da Central de Balanços – Banco de Portugal

O Banco de Portugal publica hoje as estatísticas das empresas da central de balanços relativas ao 3.º trimestre de 2022.

De acordo com o Banco de Portugal, no final do terceiro trimestre de 2022, a rendibilidade das empresas foi de 8,8% (6,9% no período homólogo).

Uma análise por setor de atividade económica das empresas privadas mostra, relativamente ao terceiro trimestre de 2021, que a rendibilidade do ativo, medida pelo rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos (EBITDA) e o total do ativo, aumentou em todos os setores de atividade, exceto no da eletricidade e água.

Por classe de dimensão das empresas privadas, a rendibilidade das micro, pequenas e médias empresas (PME) subiu relativamente ao terceiro trimestre de 2021, de 6,8% para 8,6%, e das grandes empresas subiu de 9,0% para 11,1%.

A rendibilidade das empresas públicas manteve-se negativa, mas recuperou de -3,3% para -0,6%.

 

 

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(Gráficos: Banco de Portugal)

 

A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no total do ativo, aumentou para 41,1% no terceiro trimestre de 2022, valor superior ao registado no período homólogo (40,2%). Em sentido contrário, o peso dos financiamentos obtidos no total do ativo baixou de 32,5% para 30,6%.

Uma análise por sector de atividade mostra que a autonomia financeira das empresas privadas aumentou, relativamente ao período homólogo, na generalidade dos setores de atividade, com exceção dos sectores da eletricidade e água e da indústria, nos quais a autonomia financeira se reduziu e manteve, respetivamente. Já no caso dos financiamentos obtidos em percentagem do total do ativo das empresas privadas, o sector das sedes sociais foi o único que não acompanhou a descida do indicador.

Por classe de dimensão das empresas privadas a autonomia financeira aumentou, em comparação com o período homólogo, nas PME, de 39,8% para 42,0%, e reduziu-se nas grandes empresas, de 35,9% para 34,0%. Os financiamentos obtidos pesavam menos no total do ativo do que no terceiro trimestre de 2021: nas PME, passaram de 31,9% para 30,2% e, nas grandes empresas, de 33,7% para 31,4%.

A autonomia financeira das empresas públicas cresceu de 28,2% para 32,2%, e o peso dos financiamentos obtidos no total do ativo diminuiu de 41,0% para 33,4%.

 

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(Gráficos: Banco de Portugal)

 

Comparando com o período homólogo, o custo dos financiamentos obtidos aumentou de 2,7% para 2,8%, e a cobertura de gastos de financiamento das empresas (que quantifica o número de vezes que o EBITDA gerado pelas empresas é superior aos seus gastos de financiamento) aumentou de 7,7 para 10.

 

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(Gráfico: Banco de Portugal)

 

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em novembro de 2022, variações homólogas de 5,0%, 10,6% e 5,4%, respetivamente, o que compara com 5,6%, 10,6% e 5,6% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em novembro de 2022, valores de 111,1 pontos, 163,5 pontos e 107,4 pontos, respetivamente, o que compara com 111,5 pontos, 123,5 pontos e 105,1 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

 

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 12,4%, inferior em 4,6 p.p. ao valor registado em outubro de 2022 (17,0%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 138,8 pontos em novembro de 2022, diminuindo 0,9 pontos em relação ao mês precedente (139,7 pontos em outubro de 2022).

 

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação média anual de 7,8%, significativamente acima da variação registada no conjunto do ano 2021 (1,3%). Trata-se da variação anual mais elevada desde 1992. Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média situou-se em 5,6% (0,8% no ano anterior).

A taxa de variação homóloga do IPC total evidenciou uma acentuada subida ao longo de 2022, com maior intensidade na primeira metade do ano. No segundo semestre de 2022 a variação homóloga do IPC manteve-se elevada e acima da média do ano, mas observou-se uma desaceleração dos preços nos últimos dois meses do ano. A variação média registada no segundo semestre (9,5%) foi superior à do primeiro (6,1%).

Em dezembro de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 9,6%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,3 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 7,3%, superior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de -0,3%, o que compara com uma variação de 0,3% no mês anterior e nula em dezembro de 2021.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 9,8%, diminuindo 0,4 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a dezembro de 2022, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi inferior em 0,6 p.p. à do IHPC português, aumentando esta diferença em 0,5 p.p. comparativamente com o observado no mês anterior.

 

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(Gráfico: INE)

 

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TE 112 – I&D e Inovação: (Des) Igualdade de Género e Valorização de Recursos

A oferta de recursos humanos em ciência e tecnologia está entre os fatores mais importantes na base da competitividade da União Europeia (UE) a longo prazo. A procura de recursos humanos pode variar, dependendo do setor industrial ou setores tecnológicos e, portanto, o foco em ‘despesas de Investigação e Desenvolvimento (I&D)’ deve ser complementado por indicadores como ‘pessoal de I&D’ e ‘investigadores’ para captar plenamente a vantagem comparativa da UE. Neste contexto, a sub-representação das mulheres na investigação pública e privada apresenta um potencial de talento não utilizado e priva as mulheres da oportunidade de contribuírem para a investigação e inovação (I&I), num plano de igualdade de género.
O presente estudo analisa o contexto de Portugal em termos de igualdade de género no âmbito da I&I, comparando-a com a média dos 27 países da UE (UE27), através de uma seleção de indicadores. Apresenta um ponto de situação das principais iniciativas de política pública adotadas, no contexto europeu e nacional, e analisa algumas tendências no contexto global em matéria de representatividade das mulheres nas áreas da ciência e da tecnologia.
Os dados revelam que, em Portugal, a proporção de mulheres entre os doutorados é superior à dos homens e que a UE27 está perto de alcançar a paridade de género entre os doutorados. Tanto a nível da UE27 como nacional, as mulheres continuam sub-representadas nos campos das Tecnologias de Informação e Comunicação e Engenharia, Indústria e Construção. Apesar de se observarem evoluções positivas na trajetória de diminuição da disparidade de género nos domínios da ciência, da investigação e da tecnologia, as mulheres permanecem significativamente sub-representadas nos lugares de topo (grau A) do setor do ensino superior e nos quadros de direção e gestão executiva das instituições de investigação. Neste sentido, é necessário acelerar o processo de igualdade de género em I&I, prosseguindo e reforçando as medidas de política pública para promover a adoção de modelos mais tangíveis para encorajar mais mulheres a seguir uma carreira científica e a participar nas decisões de política científica, garantindo a sua presença em conselhos de administração das instituições.

TE 112 – ID e Inovação – (Des) Igualdade de Género.pdf

 

Taxa de Desemprego – Eurostat

Em novembro de 2022, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,4%, aumentando 0,4 p.p. em relação à percentagem registada no mês anterior (6,0%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma subida de 0,2 p.p. (6,2%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em novembro de 2022, situou-se em 12,4%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (12,5%) e apresentou uma variação de -1,0 p.p. face ao verificado no período homólogo (13,4%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em novembro de 2022, se tenha situado em 6,5%, mantendo-se constante em relação ao mês anterior (6,5%) e diminuindo 0,6 p.p. em termos homólogos (7,1%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,0%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

Em novembro de 2022, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 18,2%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 4,3 p.p. (22,5%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,5%, aumentando 0,3 p.p. relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 32,3%, em novembro de 2022, permanecendo inalterado face ao mês anterior e registando uma variação de 1,1 p.p. face ao verificado no período homólogo (31,2%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 10,9%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês de outubro de 2022 (11,0%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em novembro de 2022, nos 15,1%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,6%, diminuindo 0,1 p.p. em relação a outubro de 2022. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 15,1%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%51, o mesmo valor que o mês anterior.

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