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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de -1,2%, inferior em 1,7 p.p. à observada em outubro (0,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -4,5% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 1,3%, valores que comparam com -3,3% e 3,5% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -0,3%, o que corresponde a um aumento de 1,6 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-1,9%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -1,2% e 8,2%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -5,6%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,3%, diminuindo 0,1 p.p.  em relação ao mês anterior.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -0,4% e -0,5%, respetivamente.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em dezembro de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 9,6% (o valor observado em novembro de 2022 foi 9,9%).

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 7,3% (7,2% em novembro de 2022), o valor mais elevado desde dezembro de 1993.

Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá diminuído para 20,9% (24,7% no mês anterior) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 17,6% (18,4% em novembro), contrastando com a aceleração estimada nos produtos alimentares transformados, que terão registado uma variação de 17,5% (16,8% no mês precedente).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,3% (0,3% em novembro e nula em dezembro de 2021).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 7,8% (7,3% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 9,8% (10,2% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE  

Em dezembro de 2022, o Indicador de Clima Económico permaneceu inalterado em 1,3 (%, vcs).

Entre novembro e dezembro de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 7,4 para 3,9 e o do Comércio aumentou de 0,8 para 1,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,9 para -6,6 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -5,3 para -6,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -37,1 (sre, ve), em dezembro de 2022 (-38,7 em novembro).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 25 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 22 de dezembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -0,9 (VH), que compara com -2,9 % (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

 

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em novembro de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 75,9 mil milhões de euros, diminuindo 232 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,8% (1,1% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 129,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,8% (4,1% no mês anterior).

 

 

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,8%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -2,2%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

 

 

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De acordo com a mesma fonte, em novembro de 2022 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,49% (1,56% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,42% para 2,31%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,01% (1,06% no mês precedente).

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 13,1% no 3º trimestre de 2022, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 14,7% e o das habitações novas foi de 8,4%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,9% (3,1% no 2º trimestre de 2022), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos novos, que registaram uma taxa de variação de 4,0%, tendo os alojamentos existentes apresentado um aumento de 2,6%.

 

No 3º trimestre de 2022, foram transacionadas 42.223 habitações, o que representa uma diminuição de 2,8% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 8,1 mil milhões de euros, mais 9,6% do que no 3º trimestre de 2021.

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Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 3º trimestre de 2022, a necessidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 1,2% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 0,8% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu o financiamento das Famílias registou -0,2% (menos 0,6 p.p. do que no trimestre anterior, passando de uma situação de capacidade para uma situação de necessidade de financiamento). O sector das Administrações Públicas registou um aumento da capacidade líquida de financiamento de 0,9 p.p. no ano acabado no 3º trimestre de 2022, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 1,1% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um agravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 3º trimestre de 2022 de 0,5 p.p. do PIB para -3,4%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,2 p.p., passando de 1,4% do PIB no 2º trimestre de 2022 para 1,2% do PIB no 3º trimestre de 2022.

Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP fixou-se em 6,8% do PIB no 3º trimestre de 2022 (3,5% no trimestre homólogo).

 

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 228.704 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 2,1%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou uma taxa de variação em cadeia de 2,0%, inferior à do PIB em 0,5 p.p., fixando-se em 234.307 milhões de euros.

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No 3º trimestre de 2022, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma subida de 0,0 p.p. para 21,1% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,1 p.p. para 18,9% do PIB, o que levou ao aumento da Necessidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 1,2% do PIB.

 

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No 3º trimestre de 2022, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram -1,5% e -4,3% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com -1,2% e -3,2% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

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