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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 18 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior.

Em 15 de dezembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -2,9% (VH), que compara com -5,1% (VH) na semana anterior. 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de novembro de 2022, inscreveram-se nos Centros de Emprego 54 348 pessoas, o que representa uma variação mensal de 7,4% e uma variação homóloga de 15,3%. Durante este mês, foram efetuadas 6 392 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 5,4% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 16,1%.

No final do mês de novembro de 2022, estavam inscritos nos Centros de Emprego 296 723 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 2,6% (7 598 pessoas) e a uma variação homóloga de -14,2% (-49 161 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-33,3%), o Algarve (-18,0%) e Lisboa (-17,4%).

Comparativamente ao mês anterior, os maiores aumentos no desemprego registaram-se na região do Algarve (62,7%) e Alentejo (3,5%).

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(Gráfico: IEFP)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 793,7 mil milhões de euros, dos quais 353,1 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 440,6 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 289,9 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 150,7 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 5,0 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 4,9 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 0,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a outubro de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 20,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 7,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 13,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 8,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,7 mil milhões de euros.

 

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Em outubro de 2022, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,8%, menos 0,1 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 3,7% para 3,6%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 1,3% em novembro de 2022, que compara com 1,0% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em outubro de 2022, registou o valor de 0,3% (VH), inferior em 1,1 p.p. em relação ao mês anterior (1,4%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,0 (sre/ve), que compara com o valor de -16,8 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em novembro de 2022, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 13,6% (VH) e para os serviços foi de 4,4% (VH). Estes valores comparam com 13,5% (VH) e 5,1% (VH) registados no mês de outubro de 2022, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 14,1%, menos 2,1 p.p. face ao registado no mês anterior (16,2%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 15,3%, menos 6,4 p.p. que a variação verificada no mês anterior (21,7%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 16,2% e 14,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 15,7% e 16,7%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 3,8% (4,5 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 19,6% em termos homólogos (21,6% no mês anterior) e de 21,0% em termos mensais (4,9% em novembro de 2021).

 

 

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 132,8 pontos em novembro de 2022, equivalente em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,2 pontos para 135,2 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 1,6 pontos para 156,6 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior (108,1 pontos), enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 1,3 pontos, passando de 122,9 pontos em outubro para 124,2 em novembro.

 

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Investimento Directo – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1 008 milhões de euros (658 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 180 milhões de euros (841 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -828 milhões de euros, diminuindo 1011 milhões de euros face ao mês anterior.

 

 

De janeiro a outubro de 2022, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 6391 milhões de euros, que compara com 5674 milhões de euros no período homólogo.

 

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

            

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, a Balança Financeira registou um saldo de 1179 milhões de euros, aumentando 989 milhões de euros em relação ao mês anterior.

 

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 26,2% e de 24,3%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 32,3% para as exportações e de 26,6% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 96,9%. Ainda em outubro de 2022, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 20,7% e de 24,7%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 37,1% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 22,4%.

De janeiro a outubro de 2022, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 37,6% e de 34,8%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 97,0%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 23,9% e de 34,6%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 69,3% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 35,8%.

 

 

 

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