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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 887 milhões de euros, aumentando 602 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 726 milhões de euros, aumentando 680 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 78 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 161 milhões de euros.

 

 

Entre janeiro e outubro de 2022, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de -1317 milhões de euros, que compara com 1556 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em outubro de 2022, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de 558 milhões de euros, o que compara com -379 milhões de euros no mês precedente.

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Pilar de Competitividade: Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas, divulgamos a edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, incluindo evolução temporal e benchmark internacional, bem como síntese das medidas de política pública, da autoria de Eva Pereira, Mariana Costa, Rita Tavares da Silva e Teresa Rebelo.

 

Pilar de Competitividade Financiamento, Endividamento e Investimento das Empresas.pdf

Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3º trimestre de 2022, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 4,2% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (4,2%) e pelo aumento dos outros custos salariais (4,3%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 4,3% e o sector privado registou um aumento de 4,3%, sendo que a Indústria registou um aumento de 5,7% (VH), a Construção registou um aumento de 4,7% (VH) e os Serviços um aumento de 3,5% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 2,9% (VH) na Zona Euro e aumentou 3,4% (VH) na UE27.

Os Estados-membros que registaram o maior crescimento foram na Hungria (16,6%), Bulgária (16,3%), Lituânia (13,9%), Polónia (13,3%), Grécia (11,6%) e Roménia (10,9%).

Os custos laborais aumentaram, assim, em todos os países da União Europeia, no 3º trimestre de 2022.

 

(Gráfico: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e outubro de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 25,5 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 14,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 25% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (24%) e um aumento nas exportações extra-UE (29%). As importações de bens aumentaram 36% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (58,4 mil milhões de euros), seguida da Irlanda (56,1 mil milhões de euros) e Países Baixos (49,0 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (156,7 mil milhões de euros), seguido de Espanha (62,8 mil milhões de euros) e Itália (33,6 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e outubro de 2022, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 291,8 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 129,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 19,1% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 26,3% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 395,3 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 80,1 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 18,8% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 24,5% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em novembro de 2022, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 10,2%, inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de nula entre outubro e novembro de 2022.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 10,1%, diminuindo 0,5 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 11,1% (VH) em novembro de 2022, diminuindo em 0,4 p.p. face ao valor de outubro. A variação mensal do índice situou-se em -0,1% e 0,1% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 7,5% para Portugal, de 8,0% para a Zona Euro e 8,8% para a UE27.

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Contas Regionais –  INE

O INE divulgou hoje as Contas Regionais finais de 2020 e provisórias de 2021 consistentes com as Contas Nacionais Anuais, publicadas em 23 de setembro de 2022.

Em 2021, o PIB em volume cresceu em todas as regiões, mas mais intensamente na Região Autónoma da Madeira (8,0%) e no Alentejo (6,8%). A Área Metropolitana de Lisboa e o Algarve (ambas com 5,6%) e o Norte (-9,2%) registaram crescimentos semelhantes ao país, enquanto a Região Autónoma dos Açores (5,0%) e o Centro (4,8%) apresentaram crescimentos mais moderado.

Comparativamente com 2019, as regiões Centro e Norte foram as que mais recuperaram, ficando, ainda assim, em volume, -1,2% e -1,5%, respetivamente, abaixo. A Região Autónoma da Madeira e o Algarve ficaram -8,6% e -13,7%, aquém do valor do ano pré pandemia.

Estima-se que, em 2021, Norte, Centro e Alentejo tenham ultrapassado o PIB que apresentavam em 2019, ao contrário das restantes regiões, em especial a Região Autónoma da Madeira e o Algarve que, apesar do crescimento acentuado, terão permanecido nominalmente cerca de -4,5% e -9,7%, respetivamente abaixo do valor desse ano.

Em 2020 todas as regiões registaram decréscimos reais do PIB, destacando-se o Algarve (-18,3%) e a Região Autónoma da Madeira (-15,4%) que foram as mais afetadas pelos efeitos económicos da pandemia COVID-19.

O PIB per capita nas vinte e cinco regiões NUTS III, tomando como referência a média nacional situou-se, em 2020, entre os extremos observados na Área Metropolitana de Lisboa (128,4) e na região Tâmega e Sousa (63,6), como já acontecia no ano anterior, tendo essa diferença diminuído de 69,6 p.p. em 2019 para 64,8 p.p.

70(Tabelas: INE)

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Boletim Económico – Banco de Portugal

O Boletim Económico (BE) de dezembro do Banco de Portugal (BdP) revê em alta a previsão da variação do PIB para 2022 em 0,1 p.p. (de 6,7% na previsão do BE de outubro para 6,8% na de hoje) e revê em baixa a previsão do crescimento do PIB para 2023 em 1,1 p.p. (de 2,6% na previsão do BE de junho para 1,5% na previsão do BE de hoje).

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2022 são de 8,1%, face a 7,8% nas previsões do Boletim de outubro.

A taxa de desemprego para 2022 foi revista em alta de 5,8% no BE de outubro para 5,9%.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor foi revisto em baixa em 1,2 p.p. para 2022 (de 0,6% em outubro para -0,6%).

(Tabela: Banco de Portugal)

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Are economic growth and climate action compatible? Does it matter?

Historically, industrialization, capitalism, and affluence have contributed to the emissions that are warming the planet’s atmosphere. As humanity starts to grapple with the Herculean challenge of climate change, should economic growth be abandoned to stand a chance of success? Would this lead to a better society, especially in already rich nations, freeing them from pointless consumerism? The book takes these legitimate concerns as a starting point to draw the reader on a journey into the socioeconomic, evolutionary, historical and cultural origins of the growth imperative. Growth is underpinned by the human quest for happiness, wellbeing and self-determination, and contributes to the stability of liberal democracy, the peaceful conduct of politics and international relations, and the very way our society is organized: capitalism. Ditching it would not only prove impractical, but would also sow chaos, exacerbating conflict within and between societies. Rather than simply stating impossibilities, Growth for Good draws a credible agenda to enroll capitalism in the fight to stave off climate catastrophe. Shelving command-and-control solutions, or the complete reliance on the market, Terzi details a plan involving an activist government, proactive business, and engaged citizens.
“Autor:
Alessio Terzi, a lecturer at HEC Paris and Sciences Po Lille, is an Economist at the European Commission. Prior to this, he was a Fellow at Bruegel and a Fulbright Scholar at the Harvard Kennedy School. He also has work experience from the European Central Bank. He obtained a PhD from the Hertie School with a thesis on economic growth, holds an MPA in economic policy from the LSE, and a BSc in international economics from Bocconi University. His research and commentaries have appeared in leading media outlets including BBC World News, Financial Times, and the Wall Street Journal.”

 

Growth for Good.pptx

Growth for Good — Alessio Terzi | Harvard University Press

TE 111 – “European Industrial Strategy in the recent context: Industrial Ecosystems and Strategic Dependencies’ insights from Portugal”

Globalisation is an important source of efficiency gains, contributing to boost economic growth, improve income, and enhance well-being worldwide.
The COVID-19 pandemic has re-ignited the debate around the pros and cons of globalisation, and the world economy is currently faced with a potential major reconfiguration.
In this context, the EU is updating its industrial strategy to increase Europe’s self-sufficiency in strategic sectors, boost its own industry and assert its economic power. By acknowledging the richness of this analytical approach, the purpose of this article is to transpose EU’s methodology to the Portuguese case to gain a country specific perspective that improves the understanding of common versus specific challenges and vulnerabilities of the Portuguese economy vis-à-vis EU’s economy.
Specifically, we reproduce the proposed key performance indicators for the 14 industrial strategic ecosystems at the EU level for Portugal and we apply the EC methodology to identify strategic dependencies at the national level.

 

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 11 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 8 de dezembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -5,1% (VH), que compara com -4,1% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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