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Paridades de Poder de Compra –  INE

Tendo como referência a informação sobre preços de um cabaz comum de bens e serviços de 36 países europeus, compilada e trabalhada centralmente, o EUROSTAT calcula indicadores de Paridades de Poder de Compra (PPC), determinado num numerário artificial comum – o Purchasing Power Standard (PPS), com o objetivo de apresentar estimativas para os agregados da despesa ajustados das diferenças de preços relativos. Entre as diversas utilizações desta informação, salienta-se a da identificação das regiões suscetíveis de beneficiarem dos Fundos Estruturais.

Em Portugal, o PIBpc medido em PPC, situou-se em 75,1% da média da UE27 em 2021, valor inferior em 1,1 pontos percentuais ao verificado em 2020 (76,2%).

Entre os 19 estados-membros que integram a zona Euro, Portugal ocupava a 16.ª posição em 2021, tal como no ano anterior, abaixo de países como Espanha (83,3) Estónia (88,9) ou Lituânia (89,3) e à frente da Letónia (71,9), Eslováquia (69,4), e Grécia (63,8), por exemplo.

Em termos nominais, o PIBpc de Portugal em 2021 aumentou 7,1%, determinado pelo aumento nominal do PIB (7,0%), uma vez que a população em 2021 foi marginalmente inferior ao ano anterior.

Enquanto o PIBpc é, principalmente, um indicador do nível de atividade económica, a Despesa de Consumo Individual per capita (DCIpc) é um indicador mais apropriado para refletir o bem-estar das famílias. Devido aos efeitos da redistribuição do rendimento, a dispersão da DCIpc é menor que a evidenciada pelo PIBpc. Efetivamente, o coeficiente de dispersão da DCIpc em PPC, para os 36 países considerados no exercício, foi inferior em cerca de 21 pontos percentuais ao do mesmo indicador para o PIBpc em 2021.

Tomando como referência este indicador (DCIpc), Portugal, no conjunto dos países considerados, ocupa a 14.ª posição entre os países da zona Euro. Em 2021, a DCIpc medida em PPS fixou-se em 83,6% da média da UE27=100, valor 0,3 p.p. inferior a 2020.

 

(Gráfico: INE)

65(Tabela: INE)

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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COVID-19 efeitos do confinamento entre março e dezembro de 2020 na mobilidade de Passageiros em Portugal Continental

Este trabalho apresenta e analisa os fluxos de passageiros por modo de transporte, a nível nacional e internacional e permite verificar as tendências de mobilidade no ano de 2020, primeiro ano de pandemia, por comparação com o ano de 2019.

 

COVID-19 efeitos do confinamento entre março e dezembro de 2020 na mobilidade de Passageiros em Portugal Continental.pdf

 

Transporte de Passageiros

No âmbito da sua missão de recolher e divulgar informação e de realizar estudos, o GEE divulga hoje os seguintes documentos sobre o sector dos Transportes:

• O artigo Em Análise sobre “COVID-19 – efeitos do confinamento entre março e dezembro de 2020 na mobilidade de Passageiros, em Portugal Continental”  Este trabalho apresenta e analisa os fluxos de passageiros por modo de transporte, a nível nacional e internacional e permite verificar as tendências de mobilidade no ano de 2020, primeiro ano de pandemia, por comparação com o ano de 2019.

• O relatório sobre “Transporte Internacional de Passageiros, em Portugal Continental: 2018 a 2020”  Neste documento, apresentam-se os fluxos de passageiros nas ligações internacionais de e para Portugal Continental, no período de 2018 a 2020. A análise dos fluxos de passageiros é feita por modo de transporte e permite observar as tendências dos últimos três anos.

 

 

TE 110 – Comércio Externo da Turquia & Portugal – Turquia (2017-2021 e Janeiro-Setembro 2021-2022)

O valor das exportações anuais portuguesas de mercadorias com destino à Turquia tem-se mantido praticamente abaixo do nível das importações desde 2000. Tendo-se aproximado do nível das importações entre os anos 2008 e 2017, ultrapassando-o mesmo ligeiramente em 2012 e 2014, afastou-se a partir de então, situando-se em 620 milhões de Euros em 2021, contra 1177 nas importações.

 

TE 110 – Comércio Externo da Turquia & Portugal – Turquia (2017-2021 e Janeiro-Setembro 20212022).pdf

TE 109 – Comércio Internacional de mercadorias Taxas de variação homóloga em Valor Volume e Preço por grupos e subgrupos de produtos (Janeiro-Setembro 2022-2021)

Apresentam-se neste trabalho indicadores de evolução em Valor, Volume e Preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias, calculados para o período acumulado de Janeiro a Setembro de 2022, a preços do período homólogo de 2021.
Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Combinada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos afins (ver Anexo).

 

TE 109 – Comércio Internacional de mercadorias Taxas de variação homóloga em Valor Volume e Preço por grupos e subgrupos de produtos (Janeiro-Setembro 20222021).pdf

 

 

Índice de Produção Industrial –  Eurostat

Em outubro de 2022, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -2,0% na Zona Euro e -1,9% na UE27, face ao mês anterior. Em setembro de 2022, a produção industrial tinha registado variações de 0,8% na Zona Euro e 0,7% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 1,8% face ao mês anterior, o que compara com diminuição de 2,2% em setembro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2022, os aumentos ocorreram na Eslováquia (1,3%), Lituânia (1,1%), Grécia (0,5%) e Áustria (0,2%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-10,7%), Luxemburgo (-4,4%) e Chéquia (-3,7%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 3,4% na Zona Euro e 3,7% na UE27, em outubro de 2022. Portugal registou uma diminuição de 2,1%, após ter registado uma diminuição de 0,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2022, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (53,2%), Dinamarca (10,7%) e Malta (7,2%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Estónia (-5,8%), Luxemburgo (-3,8%) e Bélgica (-2,8%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Atividade Turística – INE

Em outubro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 6,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 23,5% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 4,9 milhões de dormidas (37,3%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,8 milhões de dormidas (-2,7%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se em Lisboa um aumento de 35,1%, no Norte de 25,7% e no Algarve de 20,3%.

De janeiro a outubro de 2022, a hotelaria registou 61,6 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (97,3%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 20,2 milhões de dormidas (23,7%, VHA) e os não residentes representam 41,4 milhões de dormidas (177,9%, VHA).

Em outubro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 497,7 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 48,2%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões de Lisboa (84,7%), do Norte (56,0%) e dos Açores (38,4%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

De janeiro a outubro de 2022, foram registados 4.463,5 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 126,9%.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 9,9%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 7,2%, superior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,3%, o que compara com uma variação de 1,2% no mês anterior e de 0,4% em novembro de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 7,3% (6,7% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 5,2% (4,7% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 10,2%, diminuindo 0,4 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a novembro de 2022, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi inferior em 0,2 p.p. à do IHPC português (em outubro, a taxa em Portugal tinha sido idêntica à da área Euro).

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(Gráfico: INE)

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Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo e Gabriel Osório de Barros:
• Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
• 1.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2022

 

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2022