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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

No período de agosto a outubro de 2022, as exportações de bens registaram um aumento de 25,5% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 34,7% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 3375,1 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de outubro de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações de 21,1% e 26,2%, respetivamente (25,0% e 30,4%, pela mesma ordem, em setembro de 2022), sendo de salientar os aumentos nas exportações e importações de Máquinas e outros bens de capital (43,6% e 34,0%, respetivamente) e de Fornecimentos industriais (14,0% e 19,1%, pela mesma ordem).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em outubro de 2022 registaram-se aumentos de 19,4% nas exportações e 25,2% nas importações, em termos homólogos (24,1% e 27,1% em setembro de 2022, respetivamente).

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No período de agosto a outubro de 2022, a taxa de cobertura total foi de 68,2%, correspondendo a um decréscimo de 5,0 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 69,3%, no Comércio Extracomunitário foi de 65,8% e na Zona Euro foi de 67,8%.

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Em outubro de 2022, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2833,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -849,7 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -2249,5 milhões de euros.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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TE 108 – Environmental performance of tourism in Portugal – comparative analysis and challenges

O turismo é um sector essencial para a economia portuguesa, permitindo o aumento de receitas para a economia e para o Estado, a criação de emprego, novas oportunidades de negócio, e dinamizando as várias regiões, atrativas pela qualidade das infraestruturas, produtos e serviços, nomeadamente a hotelaria, bem como pelo seu interesse cultural e histórico. Além desses fatores, o sector do turismo também conta com a qualidade do ambiente natural, água limpa, ar puro, clima agradável e qualidade do ecossistema. Importa, por isso, garantir que o contributo económico e social deste sector segue padrões de sustentabilidade ambiental.
O presente Tema Económico analisa um conjunto indicadores de sustentabilidade para posicionar o ecossistema turístico em Portugal, em comparação com a União Europeia, nomeadamente a capacidade e os desafios para contribuir para a concretização dos objetivos de neutralidade climática e sustentabilidade.
Nesse contexto:

  • É importante que o sector do turismo, nomeadamente em Portugal, continue a ponderar os seus impactos em termos ambientais, mitigando as atividades adversas e seguindo as melhores práticas para reduzir o seu impacto ambiental;
  • As empresas devem melhorar a sua gestão e planeamento ambiental, aumentar a consciência ambiental e contribuir para a proteção e preservação do meio ambiente;
  • Tanto a divulgação de boas práticas como a sensibilização para comportamentos mais sustentáveis (e.g., “slow travel”, “pegada ecológica zero” ou “diga não ao plástico”) são essenciais não só para que os empreendimentos se tornem mais sustentáveis como também para tornar os viajantes mais responsáveis pelo seu comportamento;
  • A alta prevalência da atividade económica dependente do turismo cria pressões em termos de sustentabilidade ambiental que devem ser abordadas por políticas públicas.

Este tema ganhou uma relevância adicional com a “Agenda Europeia para o Turismo 2030”, recentemente aprovada pelo Conselho da União Europeia, a 1 de dezembro de 2022. Esta Agenda resulta, em grande parte, do compromisso assumido durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Cabe agora à Comissão Europeia e aos Estados-Membros implementar e acompanhar a aplicação do Plano de Trabalhos Plurianual da União Europeia que consta da Agenda, reforçando a competitividade assente num modelo de turismo circular e sustentável.

TE108 – Environmental impact of tourism in Portugal – comparative analysis and challenges.pdf

Contas Nacionais Trimestrais – 2.ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 3.º trimestre de 2022, Portugal registou uma variação do PIB de 4,9% em relação ao trimestre homólogo (7,4% no trimestre anterior) e uma variação de 0,4% em relação ao trimestre anterior (0,1% no 2.º trimestre de 2022).

A variação homóloga registou 2,3% na ZE19 (4,2% no 2.º trimestre de 2022) e 2,5% na UE27 (4,3% no 2.º trimestre de 2022). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% na ZE19 (0,8% no 2.º trimestre de 2022) e uma variação de 0,4% na UE27 (0,7% no 2.º trimestre de 2022).

Analisando por Estados-Membros, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Irlanda (2,3%) Chipre, Malta e Roménia (os três 1,3%). As maiores quedas foram observadas na Estónia (-1,8%), Letónia (-1,7%) e Eslovénia (-1,4%).

Em relação ao período homólogo, destacam-se os aumentos do PIB na Irlanda (10,6%), Croácia (5,5%) e Chipre (5,4%). Registou-se uma diminuição na Alemanha (-2,3%).

Nos EUA, no 3.º trimestre de 2022, o PIB aumentou 1,9% em termos homólogos (1,8% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (-0,1% no 2º trimestre de 2022).

(Gráfico: Eurostat)

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(Tabela: Eurostat)

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The Credit Channel of Public Procurement

Public procurement accounts for one third of government spending. In this paper, the author documents a new mechanism through which government procurement promotes firm growth: firms use procurement contracts to increase the amount of cash-flow based lending.
The paper uses Portuguese administrative data over 2009-2019 and exploit public contests as a source of quasi-exogenous variation in the award of procurement contracts. Winning an additional €1 from a procurement contract increases firm credit by €0.05 at lower interest rates. This finding highlights a mechanism through which future fiscal stimulus can impact the real economy today: procurement contracts increase firms’ net worth by increasing future cash-flows that can be used as collateral to ease borrowing constraints and boost corporate liquidity.
Consequently, this enhanced access to credit promotes higher investment and employment with these effects being more pronounced and persistent in smaller and financially constrained firms. At the aggregate level, the author empirically estimates that an additional €1 in public procurement increases regional output by €1.8 with the credit channel accounting for 10% of it.

 

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em outubro de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 1,8% na Zona Euro e 1,7% na UE27, face ao mês anterior. Em setembro de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,8% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,5% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 1,9% em setembro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2022, os maiores aumentos foram registados na Áustria (-4,6%), Croácia (-4,0%) e Bélgica (-3,3%). As maiores diminuições ocorreram no Luxemburgo (2,6%), Chipre, Malta e Portugal (todos 0,5%) e Espanha (0,4%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 2,7% na Zona Euro e 2,4% na UE27, em outubro de 2022.

Portugal registou um aumento homólogo de 1,2%, após ter registado um aumento homólogo de 2,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (8,5%), Malta (7,2%) e Letónia (5,7%). As maiores reduções foram na Dinamarca (-9,5%), Suécia (-6,4%) e Bélgica (-5,7%).

(Gráfico: Eurostat)

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de novembro de 2022, foram matriculados 17 283 veículos, o que representa um aumento homólogo de 24,0%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 2,4% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 39,4% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -36,5%.

Entre janeiro e novembro de 2022 foram matriculados 166 935 veículos, o que representa um aumento homólogo de 1,8%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 11,1% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 5,6% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 19,7% (VHA).

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de outubro de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 3,68%, aumentando 0,7 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 2,28% e 2,61% em setembro de 2022 para 2,80% e 2,73% em outubro de 2022, respetivamente.

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Em outubro de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,69 p.p., de 3,03% para 3,72%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 4,25% e 4,04%, respetivamente, após terem registado valores de 3,56% e 3,30% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 3,21%, o que compara com 2,73% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

20No mês de outubro de 2022, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,60%, aumentando 0,52 p.p. face ao mês anterior. Neste mês a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,08 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 0,90% e 1,61% em outubro de 2022, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,90 p.p. e 1,12 p.p, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em outubro de 2022, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,1%, mantendo-se constante em relação à percentagem registada no mês anterior (6,1%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,2 p.p. (6,3%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em outubro de 2022, situou-se em 12,5%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (12,7%) e apresentou uma variação de -1,2 p.p. face ao verificado no período homólogo (13,7%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em outubro de 2022, se tenha situado em 6,5%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (6,6%) e diminuindo 0,8 p.p. em termos homólogos (7,3%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,0%, diminuindo 0,1 p.p. relativamente ao mês anterior.

Em outubro de 2022, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 17,6%, diminuindo 1,1 p.p. em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 4,5 p.p. (22,1%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, aumentando 0,1 p.p. relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 32,3%, em outubro de 2022, permanecendo inalterado face ao mês anterior e registando uma variação de 1,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (30,9%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 11,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês de setembro de 2022 (11,2%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em outubro de 2022, nos 15,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,7%, permanecendo inalterado em relação a setembro de 2022. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 15,1%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%, menos 0,1 p.p. que o mês anterior.

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