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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em setembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 2,1%, inferior em 3,5 p.p. à observada em agosto de 2022 (5,6%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -0,2% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 3,8%, valores que comparam com -0,1% e 10,2% no mês anterior, respetivamente.

 

 

M 7

 

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – Estimativa Rápida – INE

No 3º trimestre de 2022, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações de bens aumentaram 28,0% e 35,6%, respetivamente, em relação ao período homólogo. Comparando com o 3º trimestre de 2020, registaram-se acréscimos de 43,2% nas exportações e 63,6% nas importações. Face ao 3º trimestre de 2019, os aumentos foram de 38,9% e 43,5%, respetivamente.

No 2º trimestre de 2022 as taxas de variação homóloga foram +31,2% e +38,3%, pela mesma ordem.

(Gráfico: INE)

 

M 5

(Gráfico: INE)

 

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em outubro de 2022, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,3 para 1,0 (%, vcs).

 

 

Entre setembro e outubro de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 9,2 para 6,1 e o do Comércio diminuiu de 1,7 para 0,0. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -5,6 para -7,3 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -4,4 para -5,8. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -38,6 (sre, ve), em outubro de 2022 (-35,8 em setembro de 2022).

 

M 3

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

 

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em outubro de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 10,2% (o valor observado em setembro de 2022 foi 9,3%). Trata-se do valor mais elevado registado desde maio de 1992.

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 7,1% (6,9% em setembro de 2022), o valor mais elevado desde janeiro de 1994.

Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 27,6% (taxa inferior em 5,4 p.p. face ao mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 18,9% (16,9% em setembro).

A variação mensal do IPC terá sido 1,3% (variação de 1,2% em setembro de 2022 e 0,5% em outubro de 2021) e a variação média dos últimos doze meses de 6,7% (6,0% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 10,7% (9,8% no mês anterior).

 

(Gráfico: INE)

 

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Procura Turística dos Residentes – INE

No 2.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 5,5 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo homólogo de 52,2% (-1,7% face ao 2.ºT 2019). As viagens em território nacional corresponderam a 85,9% das deslocações (4,7 milhões) e revelando um aumento homólogo de 34,9% (-0,9% quando comparado com o 2.ºT 2019). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 592,8% face ao 2.º trimestre de 2021, mas ficaram ainda 6,5% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 774,2 mil viagens.

O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 2.º trimestre de 2022 (2,6 milhões de viagens, +49,9% face ao 2.ºT de 2021; -3,7% face ao 2.ºT 2019), apesar da redução de representatividade (47,6% do total, -0,7 p.p. face ao 2ºT 2021). Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos” que correspondeu a 2,1 milhões de viagens (38,0% do total, -2,0 p.p. face a 2.ºT 2021), revelando um crescimento homólogo de 44,4% (-1,0% em relação ao 2.ºT 2019).

Os “hotéis e similares” concentraram 31,7% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 2.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+15,2 p.p. que no 2.ºT 2021) e voltaram aos níveis pré-pandémicos (+0,2 p.p. face ao 2.ºT de 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (62,1% das dormidas, -14,8 p.p. que no 2.ºT 2021).

Na organização das deslocações, a internet foi utilizada em 26,9% dos casos (+12,7 p.p. que no 2.ºT 2021), tendo este meio sido opção em 71,9% das viagens para o estrangeiro (+18,4 p.p. face a 2.ºT 2021) e em 19,5% das viagens em território nacional (+6,6 p.p. face a 2.ºT 2021).

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(Gráficos: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 23 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada nas semanas anteriores. Em 20 de outubro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 0,8% (VH), que compara com -0,1% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Segundo o INE, em 2021, as exportações de bens aumentaram 18,3% em termos nominais relativamente a 2020 e 6,2% relativamente a 2019, atingindo 63 619 milhões de euros. As importações totalizaram 83 146 milhões de euros, aumentando 22,0% face a 2020 e 4,0% em relação a 2019.

O défice da balança comercial atingiu 19 527 milhões de euros, crescendo 5 139 milhões de euros face ao ano anterior e diminuindo 547 milhões de euros em relação a 2019.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e importações de bens aumentaram 16,9% e 18,6%, respetivamente (-8,9% e -12,3%, pela mesma ordem, em 2020), correspondendo a um agravamento do défice em 2 883 milhões de euros. Face a 2019, as variações foram +6,5% nas exportações e +4,0% nas importações, verificando-se uma diminuição do défice de 816 milhões de euros.

Os três principais clientes e fornecedores externos de bens a Portugal continuaram a ser Espanha, França e Alemanha. As transações com Espanha continuaram a registar o maior défice comercial, enquanto o maior excedente se manteve com a França.

Em 2021, as Máquinas e aparelhos foram o principal grupo de produtos exportado e importado, ultrapassando os Veículos e outro material de transporte nas exportações.

Em 2021, assistiu-se a uma recuperação da atividade económica com especial impacto nas transações internacionais, ultrapassando os valores mais elevados de sempre das estatísticas do comércio internacional de bens que tinham sido observados em 2019. É importante referir que se acentuou, sobretudo na segunda metade de 2021 e no caso das matérias-primas e produtos energéticos, o contributo da variação de preços para as variações nominais das exportações e importações, determinando uma evolução desfavorável dos termos de troca para os países importadores líquidos daquele tipo de mercadorias. É neste grupo que se integra Portugal, que registou em 2021 uma variação de preços das importações de +8,9%, 1,1 pontos percentuais acima da variação dos preços das exportações.

Em 2021, as exportações e importações de Material de transporte aumentaram 8,6% e 3,7%, respetivamente, em relação ao ano anterior. Esta categoria manteve-se como a 3.ª principal categoria exportada, mas nas importações desceu uma posição para 5.ª principal categoria importada. Os Automóveis para transporte de passageiros representaram, em 2021, 31,7% das exportações e 33,6% das importações de Material de transporte, sendo o principal produto transacionado. A pandemia COVID-19 gerou interrupções nas cadeias de fornecimento de componentes para a produção de automóveis que, apesar do aumento das exportações de Automóveis para transporte de passageiros em 2021 (+10,3% face a 2020), não permitiram recuperar os valores pré-pandemia (-17,9% face a 2019).

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Pilar de Competitividade: Economia do Ambiente

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Economia do Ambiente, divulgamos os seguintes trabalhos:

  • • Edição de 2022 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
  • • 1.ª edição da base de dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Economia do Ambiente

Esta Ficha de Competitividade sobre Economia do Ambiente em Portugal pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria de ambiente e comparar o desempenho face a outros países da União Europeia. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas nesta área.

 

Pilar de Competitividade – Economia do Ambiente 2022.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Economia do Ambiente

Neste ficheiro em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre o peso do ambiente na economia portuguesa, sobre a implementação da política ambiental e a importância relativa dos impostos e despesas ambientais. Apresenta ainda indicadores relacionados com a inovação na área ambiental, a energia e os transportes, bem como indicadores relativos ao ar, água e florestas. Finalmente, apresenta dados relativos ao consumo de matérias-primas e recursos e a utilização circular de material, e à produção de resíduos e reciclagem.

 

Indicadores da Economia do Ambiente em Portugal.xlsx