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Índices de Emprego e Remunerações na Construção –  INE

Em agosto de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,1% e 5,4%, respetivamente. No mês de julho de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 1,4% e 6,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,0% no Índice de Emprego e de 7,2% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em agosto de 2022, um valor de 105,1 pontos, diminuindo 0,7 pontos relativamente ao mês precedente (105,8 pontos em julho). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 116,1 pontos em agosto de 2022, diminuindo 15,4 pontos em relação ao mês anterior (131,5 pontos em julho).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em agosto de 2022, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, superior em 0,4 p.p. ao valor verificado no mês anterior (1,9%), em resultado de acelerações em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,5% em agosto (2,1% em julho);

▪ A Engenharia Civil passou de uma variação de 1,6% para 2,0% em agosto.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) equivalente face ao mês anterior, fixando-se em 2,8% (2,7% em julho de 2022).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 109,0 pontos em agosto de 2022, aumentando 2,4 pontos em relação ao mês precedente (106,6 pontos em julho). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 104,9 pontos em julho para 109,2 em agosto e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 109,2 pontos em julho para 108,7 pontos em agosto.

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Indicador Compósito Avançado – OCDE

Em setembro de 2022, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de -0,19% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de -1,34%. Este indicador registou, em setembro de 2022, um valor de 99,57 pontos. Estes valores indicam uma fase de desaceleração da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,20% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de -0,28%. A Alemanha apresenta uma variação mensal de -0,46% e os EUA apresentam uma variação de -0,17%.

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em agosto de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -4 077 milhões de euros, o que compara com um valor de -2 578 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -86 milhões de euros (-393 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de agosto de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 288 025 milhões de euros, diminuindo 13 124 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -8,0%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 35 151 milhões de euros, diminuindo 32 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,6%.

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Estatísticas das empresas da central de balanços – Banco de Portugal

No final do 2.º trimestre de 2022, a rendibilidade das empresas atingiu 8,1% (7,6% no final de 2021).

Uma análise por sector de atividade económica das empresas privadas mostra, relativamente ao final de 2021, que a rendibilidade do ativo, medida pelo rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos das empresas (EBITDA) e o total do ativo aumentou em todos os sectores de atividade, exceto no sector da eletricidade e água.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a rendibilidade das micro, pequenas e médias empresas (PME) subiu relativamente ao final de 2021, de 7,6% para 8,2%, e nas grandes empresas manteve-se nos 9,4%.

A rendibilidade das empresas públicas, ainda que se tenha mantido negativa, aumentou de -4,5% para -1,4%.

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(Gráficos: Banco de Portugal)

A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no total do ativo, aumentou para 40,8% no 2.º trimestre de 2022, valor superior ao registado no final de 2021 (40,5%). Em sentido contrário, o peso dos financiamentos obtidos no total do ativo reduziu-se, de 31,8%, no final de 2021, para 31,1%, no 2.º trimestre de 2022.

Uma análise por sector de atividade mostra que a autonomia financeira das empresas privadas aumentou relativamente ao final de 2021 em todos os setores de atividade, com exceção do sector da eletricidade e água. Já no caso dos financiamentos obtidos em percentagem do total do ativo das empresas privadas, o sector das sedes sociais foi o único que não acompanhou a descida do indicador.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a autonomia financeira aumentou, em comparação com o final de 2021, nas PME, de 40,3% para 41,2%, e reduziu-se nas grandes empresas, de 35,1% para 34,6%. Os financiamentos obtidos pesavam menos no total do ativo do que no final de 2021: nas PME, passaram de 31,3% para 30,5% e, nas grandes empresas, de 32,9% para 32,1%.

A autonomia financeira das empresas públicas cresceu de 31,6% para 32,5%, e os financiamentos obtidos em percentagem do total do ativo diminuíram de 37,2% para 35,8%.

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(Gráficos: Banco de Portugal)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em agosto de 2022, variações homólogas de 7,3%, 10,2% e 8,2%, respetivamente, o que compara com 7,5%, 10,7% e 5,3% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2022, valores de 111,4 pontos, 123,7 pontos e 102,9 pontos, respetivamente, o que compara com 111,6 pontos, 137,3 pontos e 104,7 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em agosto de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 25,3%, superior em 3,0 p.p. ao valor registado em julho de 2022 (22,3%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 140,0 pontos em agosto de 2022, diminuindo 1,6 pontos em relação ao mês precedente (141,6 pontos em julho de 2022).

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World Economic Outlook – FMI

No World Economic Outlook (WEO) divulgado hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa de 6,2% para 2022 (revisão em alta em 2,2 pontos percentuais (p.p.) face às previsões do WEO de abril) e de 0,7% em 2023 (revisão em baixa em 1,4 p.p.).

As previsões do FMI para a taxa de desemprego para Portugal são de 6.1% e 6,5% para 2022 e 2023, respetivamente (valor revisto em baixa em 0,4 p.p. para 2021 e revisto em alta e 0,1 p.p. 2022, face às previsões do WEO de abril).

Relativamente ao saldo da Balança Corrente em percentagem do PIB, o FMI prevê um valor de -1,1% e -0,4% para 2022 e 2023, respetivamente (-2,6% e -1,4% nas previsões de abril). No que se refere à variação do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), o FMI prevê 7,9% para 2022 e 4,7% para 2023 (4,0% em 2022 e 1,5% em 2023 nas previsões de abril).

(Tabela: FMI)

O FMI prevê, ainda, um crescimento real do PIB mundial de 3,2% em 2022 e de 2,7% em 2023 (valor revisto em baixa para 2023 em 0,2 p.p. face ao update de julho).

As economias desenvolvidas deverão ter um aumento do PIB de 2,4% em 2022 (valor revisto em baixa em 0,1 p.p. em comparação com o update de julho) e um aumento de 1,1% em 2023 (revisão em baixa em 0,3 p.p.).

Prevê para a Zona Euro um crescimento do PIB de 3,1% em 2022 (valor revisto em alta em 0,5 p.p. face ao update de julho) e de 0,5% em 2023 (revisão em baixa em 0,7 p.p.).

O crescimento do PIB previsto pelo FMI para os países emergentes é de 3,7% em 2022 (valor revisto em alta em 0,1 p.p. face ao update de julho) e 3,7% em 2023 (revisão em baixa em 0,2 p.p.).

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(Tabela: FMI)

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Índice de Volume de Negócios na Indústria –  INE

Em agosto de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 29,1%, aumentando 4,8 p.p. em relação ao observado no mês de julho de 2022 (24,3% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 22,5% e 21,6%, após terem registado variações de 16,2% e 18,4% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 38,6% e 43,0%, após terem registado variações de 12,9% e 55,1% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em agosto de 2022, uma variação homóloga de 31,7%, aumentando 5,0 p.p. em comparação com o mês anterior (26,7%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 5,0 p.p. em termos homólogos (27,5% em agosto de 2022 face aos 22,5% registados em julho de 2022).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE

No período de junho a agosto de 2022, as exportações de bens registaram um aumento de 32,5% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 40,9% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 3271,9 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, em agosto de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 32,6% e 51,9%, respetivamente (28,1% e 29,7%, pela mesma ordem, em julho de 2022), sendo de salientar o acréscimo de 169,0% nas importações de Combustíveis e lubrificantes. Este aumento deveu-se maioritariamente ao acréscimo em valor e volume das importações de Gás natural, liquefeito (+703,8% e +41,9%, respetivamente), refletindo em grande medida a subida do preço deste produto no mercado internacional (+466,5%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2022, as exportações aumentaram 27,3% e as importações cresceram 33,3% face a agosto de 2021 (respetivamente 22,9% e 20,9% em julho de 2022).

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38No período de junho a agosto de 2022, a taxa de cobertura total foi de 70,9%, correspondendo a um decréscimo de 4,5 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 74,5%, no Comércio Extracomunitário foi de 64,2% e na Zona Euro foi de 72,4%.

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Em agosto de 2022, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -3 501,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -1 582,2 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -2 697,9 milhões de euros.

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