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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria –  INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em agosto de 2022, variações homólogas de 2,7% e 7,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou o mesmo valor face à variação homóloga registada no mês precedente (2,7% no mês de julho de 2022), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (7,2% em julho de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 3,1% em agosto de 2022, aumentando 3,2 p.p. face à registada em julho de 2022.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira –  Banco de Portugal

No 2.º trimestre de 2022, a Necessidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa fixou-se em 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,2 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (0,4%).

Este resultado reflete a necessidade de financiamento das Sociedades não Financeiras (de 2,5% do PIB), que excedeu as capacidades de financiamento das Sociedades Financeiras, dos Particulares e das Administrações Públicas (de 1,3%, 0,4% e 0,2% do PIB).

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No 2.º trimestre de 2022, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 0,4% do PIB.

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No 2.º trimestre de 2022, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 5,1% do PIB.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro –  Banco de Portugal

Em junho de 2022, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -206 083 milhões de euros (-90,6% do PIB), o que compara com -204 342 milhões em março de 2022 (-92,4% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 581.560 milhões de euros (263% do PIB) em março de 2022 para 577 340 milhões de euros (253,8% do PIB) em junho.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 402 339 milhões de euros (176,9% do PIB) em junho, o que compara com 407 848 milhões em março (184,4% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 225.731 milhões de euros (102,1% do PIB) em março para 227 470 milhões de euros (100,0% do PIB) em junho de 2022.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 170 105 milhões de euros (74,8% do PIB) em junho, o que compara com 172 088 milhões em março (77,8% do PIB). 

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Em junho de 2022, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 131,5% do PIB (299 051 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 6,5 p.p. face a março de 2022 (137,9%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 113,3% em junho de 2022, o que compara com 113,7% em março de 2022. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascendeu aos 110,4%, o que compara com 111,7% em março de 2022.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em agosto de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,3% na Zona Euro e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em julho de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,4% na Zona Euro e -0,2% na UE27.

Portugal registou um aumento de 1,0% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,1% em julho de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2022, os maiores aumentos foram registados na Eslovénia (7,0%), Luxemburgo (3,8%) e Irlanda (3,5%). As maiores diminuições ocorreram nos Países Baixos (-2,2%), Alemanha (-1,3%) e Malta (-1,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 2,0% na Zona Euro e 1,3% na UE27, em agosto de 2022.

Portugal registou um aumento homólogo de 3,8%, após ter registado um aumento homólogo de 3,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (31,8%), Polónia (8,0%) e Chipre (5,1%). As maiores reduções foram na Dinamarca (-6,0%), Holanda (-5,8%) e Finlândia (-4,7%).

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 2 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior.

Em 29 de setembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -2,8% (VH), que compara com 2,6% (VH) na semana anterior. 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Boletim Económico – Banco de Portugal

O Boletim Económico (BE) de outubro do Banco de Portugal (BdP) prevê um aumento do PIB de 6,7% para 2022, tendo sido revisto em alta face à previsão de 6,3% nas projeções de junho de 2022.

Revê em alta o crescimento das Exportações de 13,4 p.p. para 17,9 p.p. e revê em baixa o crescimento da Procura interna de 4,8 p.p. nas projeções de junho para 4,0 p.p.

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2022 são de 7,8%, aumentando 1,9 p.p. face às projeções de junho.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2022 é revisto em alta de 0,4% para 0,6%.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de agosto de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 2,65%, aumentando 0,14 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,66% e 1,70% em julho para 1,58% e 1,85% em agosto, respetivamente.

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Em agosto de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,12 p.p., de 2,63% para 2,75%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 3,25% e 2,97%, respetivamente, após terem registado valores de 3,04% e 2,76% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 2,37%, o que compara com 2,40% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de agosto de 2022, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,07%, mantendo-se face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,58 p.p.

Relativamente a Espanha, a taxa de juro de Novos Depósitos foi de 0,52% em agosto de 2022.

Observa-se um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de setembro de 2022, foram matriculados 14 711 veículos, o que representa um aumento homólogo de 12,8%. A categoria de Veículos Pesados apresentou uma redução de 27,7% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 15,6% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 6,8%.

Entre janeiro e setembro de 2022 foram matriculados 134 804 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 1,3%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 15,7% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 1,1% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 17,4% (VHA).

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em agosto de 2022, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 3 152 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 4,7% (mais 9,4 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 4,1% (mais 15,3 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 5,1% (mais 4,3 p.p. face a julho de 2022).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 29 982 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 8,9%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 13 823 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 2,5% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 16 159 milhões de euros, atingindo os 14,9% de variação homóloga acumulada.

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