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Perspetivas de Exportação de Bens –  INE

Segundo o INE, as empresas exportadoras perspetivam um acréscimo nominal de 15,6% nas suas exportações de bens em 2022, revendo 9,1 pontos percentuais (p.p.) em alta a 1.ª previsão indicada em novembro de 2021. Esta revisão resulta da atualização das expetativas para as exportações Intra-UE (+10,1 p.p., para 16,1%) e Extra-UE (+6,8 p.p., para 14,5%).

Por Grandes Categorias Económicas (CGCE), destacam-se os aumentos esperados nas exportações de Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria (+17,4%, correspondendo à maior revisão face à previsão efetuada em novembro, +12,4 p.p.) e de Máquinas, outros bens de capital (exceto o material de transporte) e seus acessórios (+16,4%).

(Tabela: INE)

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(Gráfico: INE)

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em setembro de 2022, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 100,2 pontos, o que compara com o valor de 103,2 pontos verificado em agosto de 2022.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores da Indústria (de -5,5 para -5,6 pontos), Serviços (de 18,5 para 12,0), Comércio a Retalho (de 3,1 para 1,6), ao contrário do Construção (de -6,7 para -4,4). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -31 para -35,5.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 3,5 pontos na União Europeia (de 96,1 pontos em agosto de 2022 para 92,6 pontos em setembro de 2022), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 3,6 pontos (de 97,3 pontos em agosto de 2022 para 93,7 pontos em setembro de 2022).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 25 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 22 de setembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -0,1% (VH), que compara com -1,6% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em agosto de 2022, foi estimada em 4 884,4 mil pessoas, aumentando 0,1% face ao mês anterior (4,6 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,8%, tendo aumentado 0,1 p.p. face ao mês anterior.

A população desempregada, estimada em 312,5 mil pessoas, aumentou 0,8 % em relação ao valor registado para o mês anterior (2,4 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,0 %, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior (revista em alta de 5,9% para 6,0%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 16,7%, tendo diminuído 1,0 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 17,8% para 17,7%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3% e aumentou 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em agosto de 2022, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,0% (64,0% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,9% (5,6% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em setembro de 2022, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,6 para 1,3 (%, vcs).

Entre agosto e setembro de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 18,0 para 9,2 e o do Comércio aumentou de 1,4 para 1,7. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,1 para -5,6 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -6,5 para -4,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -35,8 (sre, ve), em setembro de 2022 (-31,1 em agosto de 2022).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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TE 103 – Comércio Internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (1º Semestre 2021-2022)

Portugal é detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) a nível europeu e mundial. Com 1,7 milhões de Km2 de espaço marítimo, compreende três sub-áreas: Continente (cerca de 288 mil Km2), Açores (931 mil Km2) e Madeira (442 mil Km2). Decorre junto das Nações Unidas um processo que visa a extensão da plataforma continental para além das 200 milhas, que aumentará para 4,1 milhões de Km2 os direitos de soberania, para além da Zona Económica Exclusiva (ZEE), para efeitos de conservação, gestão e exploração de recursos naturais do solo e subsolo marinhos.

 

TE 103 – Comércio Internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (1º Semestre 2021-2022).pdf

TE 102 – Comércio Externo de Moçambique & Portugal-Moçambique (2020-2021 e 1º Semestre 2021-2022)

Moçambique é um dos estados-membros da “Southern Africa Development Community – Comunidade de Desenvolvimento da África Austral” (SADC),
Esta Comunidade integra actualmente dezasseis países: Africa do Sul, Angola, Botswana, Comores, Eswatini (a antiga Suazilândia), Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Congo (RD), Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.
Organização criada em 1992, na sequência do fim do apartheid na África do Sul, sucedendo à SADCC, esta criada em 1980 por nove dos actuais membros da SADC, tem entre os seus principais objectivos aprofundar a cooperação económica e estimular o comércio de produtos e serviços entre os seus membros. As línguas oficiais são o inglês, o português e o francês.

 

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Impactos heterogéneos da pandemia da COVID-19 no setor do Turismo

A pandemia da COVID-19 causou uma disrupção muito significativa da atividade turística global, depois de 2019 ter sido o ano com o maior número de viagens e receitas desde que há registo. Portugal, como país em que o setor apresenta um peso significativo na geração de riqueza e no emprego, foi particularmente afetado pela situação de emergência sanitária provocada pela pandemia da COVID-19. Contudo, os efeitos provocados pela pandemia e pelas políticas públicas que surgiram em sua resposta, distribuíram-se de modo assimétrico, com os diferentes segmentos de alojamento turístico a apresentarem diferentes estágios de resiliência na absorção do choque. No novo contexto criado pela pandemia, as características de determinados tipos de alojamento constituíram, em si, vantagens comparativas relativamente aos seus concorrentes.

 

Tema Economico 97

Seminário 75 GEE_GPEARI.pptx

 

 

 

Turismo na UE –  Eurostat

No 1.º semestre de 2022, os estabelecimentos hoteleiros em Portugal acolheram cerca de 30,9 milhões de dormidas, que se traduz num aumento de 232% face ao primeiro semestre de 2021 e numa descida de 6,4% face ao primeiro semestre de 2019. Neste semestre, os não residentes foram responsáveis por cerca de 20,4 milhões de dormidas (496%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 10,5 milhões de dormidas (79%, VH).

Os estabelecimentos hoteleiros na União Europeia acolheram cerca de 1012,0 milhões de dormidas no primeiro semestre de 2022, valor superior em 149% face ao mesmo período de 2021 e inferior em 14,4% face ao mesmo período de 2019. Os não residentes registaram 401% (VH) com cerca de 430,9 milhões de dormidas, enquanto os residentes representaram 81% (VH) com cerca de 579,1 milhões de dormidas.

Face ao mesmo semestre do ano anterior, e para os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, os maiores aumentos verificaram-se na Áustria (365%), Chéquia (283%), Grécia (268%), Malta (267%) e Eslovénia (256%), não se registando diminuições.

Face ao mesmo semestre de 2019, e para os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, não se registaram aumentos.

(Tabela: Eurostat)

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(Gráfico: Eurostat)

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