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Indicador diário de atividade económica Banco de Portugal

Na semana terminada a 11 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Na semana terminada a 11 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 8 de setembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -1,8% (VH), que compara com 0,5% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral.  O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

 

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Produção automóvel para exportação ACAP

Em agosto de 2022, foram produzidos 11 280 veículos automóveis para exportação, o que corresponde a um aumento de 280,2% relativamente ao período homólogo. Neste mês, a produção total de veículos ligeiros de passageiros para exportação registou uma variação homóloga de 248,7%. Nas categorias de veículos comerciais ligeiros e comerciais pesados, as variações homólogas foram de 460,9% e 48,6%, respetivamente. Na categoria de monovolumes (Autoeuropa) registou-se uma variação homóloga de 229,2%.Em agosto de 2022, foram produzidos 11 280 veículos automóveis para exportação, o que corresponde a um aumento de 280,2% relativamente ao período homólogo. Neste mês, a produção total de veículos ligeiros de passageiros para exportação registou uma variação homóloga de 248,7%. Nas categorias de veículos comerciais ligeiros e comerciais pesados, as variações homólogas foram de 460,9% e 48,6%, respetivamente. Na categoria de monovolumes (Autoeuropa) registou-se uma variação homóloga de 229,2%.
De janeiro a agosto de 2022, produziram-se 192 512 veículos automóveis para exportação, o que representa um aumento de 9,8% relativamente ao mesmo período de 2021. Para o período em análise, a categoria de veículos ligeiros de passageiros regista um aumento de 7,4% (VHA), enquanto as categorias de veículos comerciais ligeiros, comerciais pesados e monovolumes registaram variações homólogas acumuladas de 20,0%, 21,2% e 7,6% respetivamente.

 

 

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Pobreza e Exclusão social Eurostat

Em 2021, 95,4 milhões de pessoas na UE, representando 21,7% da população, estavam em risco de pobreza ou exclusão social, ou seja, pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa. Verificou-se um ligeiro aumento face a 2020 (94,8 milhões; 21,6% da população).Em 2021, 95,4 milhões de pessoas na UE, representando 21,7% da população, estavam em risco de pobreza ou exclusão social, ou seja, pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa. Verificou-se um ligeiro aumento face a 2020 (94,8 milhões; 21,6% da população).
Entre os 95,4 milhões de pessoas na UE que enfrentaram o risco de pobreza ou exclusão social, cerca de 5,9 milhões (1,3% da população total) viviam em agregados familiares que enfrentam simultaneamente os três riscos de pobreza e exclusão social.Em 2021, 73,7 milhões de pessoas na UE estavam em risco de pobreza, enquanto 27,0 milhões estavam gravemente desfavorecidas material e socialmente e 29,3 milhões pertenciam a um agregado familiar com baixa intensidade de trabalho.
Em Portugal, a taxa de risco de pobreza ou exclusão social foi de 22,4% em 2021, uma subida de 2,4 p.p. face a 2020 (20,0%). Portugal tem a 8ª taxa mais elevada da UE em 2021 (13ª em 2020). Este aumento de 2,4 p.p. na taxa de pobreza e exclusão em Portugal é o maior aumento verificado nos países da EU em 2021. 

 

 

 (Gráfico: Eurostat)

 

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Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2º trimestre de 2022, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 5,7% em relação ao período homólogo.De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2º trimestre de 2022, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 5,7% em relação ao período homólogo.Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (5,6%) e pelo aumento dos outros custos salariais (6,2%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 4,9% e o sector privado registou um aumento de 6,2%, sendo que a Indústria registou um aumento de 7,6% (VH), a Construção registou um aumento de 7,1% (VH) e os Serviços um aumento de 5,3% (VH).
No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,0% (VH) na Zona Euro e aumentou 4,4% (VH) na UE27.
Os Estados-membros que registaram o maior crescimento foram a Hungria (14,9%), Bulgária (14,6%), Lituânia (12,4%), Roménia (11,7%), Polónia (11,1%) e Estónia (10,1%). Não se registaram descidas.Os custos laborais aumentaram, assim, em todos os países da União Europeia, no 2º trimestre de 2022.

 

 

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 (Gráficos: Eurostat)

 

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e maio de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 16,1 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 8,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 25% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (24%) e um aumento nas exportações extra-UE (30%). As importações de bens aumentaram 37% neste período.Segundo o Eurostat, entre janeiro e maio de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 16,1 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 8,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 25% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (24%) e um aumento nas exportações extra-UE (30%). As importações de bens aumentaram 37% neste período.
O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Irlanda (40,0 mil milhões de euros), seguida da Alemanha (37,6 mil milhões de euros) e Países Baixos (33,3 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (105,0 mil milhões de euros), seguido de Espanha (40,1 mil milhões de euros) e Grécia (20,7 mil milhões de euros).

 

 (Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e maio de 2022, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 177,4 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 121,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 17,9% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 26,1% (VHA).
No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 244,2 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 98,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 17,2% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 24,0% (VHA).

 

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 (Tabelas: Eurostat)

 

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GEE Papers vencedores da Call for Papers sobre “Internacionalização da Economia Portuguesa no Pós-Covid-19: Oportunidades e Desafios” – GEE/AICEP

Concluída a Call for Papers sobre “Internacionalização da Economia Portuguesa no Pós-Covid-19: Oportunidades e Desafios”, uma organização do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP), divulgamos os artigos vencedores.

• “The impact of a rise in transportation costs on firm performance and behaviour” (Catarina Branco, Dirk Dohse, João Pereira dos Santos e José Tavares)
• “Outward FDI, restructuring, performance upgrading and resilience: Firm-level evidence from Portugal” (Natália Barbosa)
• “Firm adaptation in COVID-19 times – the case of Portuguese exporting firms” (Romina Guri e João Capella-Ramos)
• “Supporting small firms through recessions and recoveries” (Diana Bonfim, Cláudia Custódio e Clara Raposo)

Supporting small firms through recessions and recoveries

We use variation in the access to a government credit certification program to estimate the financial and real effects of supporting small firms. This program has been implemented during the global financial crisis, but has remained active ever since, allowing us to analyze its effects both during recessions and recoveries. Eligible firms have access to government loan guarantees and a credit quality certification. We estimate real effects using a multidimensional regression discontinuity design. We find that eligible firms borrow more and at lower rates than non-eligible firms, allowing them to increase investment and employment during crises. Industry-level analysis shows reduced productivity heterogeneity in more exposed industries, which is consistent with improved credit allocation. However, when the economy is recovering the effects of the program are less pronounced and centered on the certification component.

 

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Firm adaptation in COVID-19 times: The case of Portuguese exporting firms

The COVID-19 crisis has severely impacted firms across the world, with some showing greater resilience than others. Engaging in international markets, in particular, increases firms’ exposure to such a global adverse shock, while also providing firms with opportunities for resilience-enhancing responses to the crisis. Operating in a small open economy, Portuguese firms were particularly vulnerable to disruptions in international trade and global value chains. In this paper we investigate how Portuguese exporting firms have adapted their business activities on the back of the COVID-19 crisis, and whether these adaptations depended on their intrinsic characteristics, notably firm size. Furthermore, we analyse the role of government support measures taken in response to the COVID-19 crisis in the adaptation processes of both exporting and domestic firms. We use the recently available Fast and Exceptional Enterprise Survey – COVID-19 (‘Inquérito Rápido e Excecional às Empresas’, COVID-IREE) and complement it with balance sheet data from the Integrated Corporate Accounts System (‘Sistema de Contas Integradas das Empresas’, SCIE), covering a sample of approximately 7,000 Portuguese firms. The results suggest that exporting firms were more likely to adapt their business activities in the face of the COVID-19 crisis. We also found evidence that the adaptation processes of exporting firms tended to be multi-dimensional, operating through different adaptation mechanisms, and contingent upon firm size. The results also suggest that government support measures have enhanced the likelihood of both exporting and domestic firms to adapt, providing evidence of their effectiveness and highlighting the importance of firm-oriented policies that promote economic resilience.

 

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Outward FDI, restructuring, performance upgrading and resilience: Firm-level evidence from Portugal

This paper assesses the causal relationship between outward foreign direct investment (FDI) and various sides of firm performance, using micro data from Portuguese manufacturing firms during 2006-2012 and 2017-2020. Our analysis shows that the learning effects for Portuguese parent firms depend on the underlying outward FDI strategy. In particular, those learning effects seem to be mostly visible when firms engage in vertical outward FDI. Further, vertical or horizontal outward FDI appear to enhance the integration of Portuguese firms into the global economy through increased export intensity. Overall, the findings supports the argument that outward FDI can indeed be at root of upgrading performance and firm’s restructuring in a small, open and peripheral economy such as Portugal. Nonetheless, the capability to be resilient and deal with sudden and external shocks – such as COVID-19 pandemic – is not supported by the available preliminary data.

 

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The impact of a rise in transportation costs on firm performance and behaviour

This paper uses micro-level data encompassing the universe of Portuguese private firms for
the period 2006-2016 to analyse the effect of the introduction of tolls on previously toll-free
highways. To establish causality, we rely on a natural experiment which resulted from
Portuguese authorities being forced to in- crease these transportation costs in some highways
during the sovereign debt crisis. Difference-in-differences results show a 10.7% decrease of
turnover in firms located in affected municipalities vis-à-vis firms in the remaining areas, on
average. Firm profits were also severely hit and reduced by more than 15%. Both sales and
purchases to/from the internal market and abroad (especially to/from EU countries) were
affected. Furthermore, employment reduced 2% in treated areas. Importantly, our findings do
not uncover induced inter-regional firm migration, suggesting that the tolls have induced a
substantial net loss to the Portuguese economy.

 

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