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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria –  INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em junho de 2022, variações homólogas de 2,9% e 6,4%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,3 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (3,2% no mês de maio de 2022), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,4 p.p. em relação ao mês anterior (7,8% em maio de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 2,5% em junho de 2022, diminuindo 2,7 p.p. face à registada em maio de 2022.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria –  INE

Em junho de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 31,5%, aumentando 2,4 p.p. em relação ao observado no mês de maio de 2022 (29,1% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 15,0% e 23,6%, após terem registado variações de 20,7% e 30,7% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 44,6% e 60,4%, após terem registado variações de 15,3% e 49,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em junho de 2022 uma variação homóloga de 37,5%, aumentando 4,2 p.p. em comparação com o mês anterior (33,3%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 1,0 p.p. em termos homólogos (27,2% em junho de 2022 face aos 26,2% registados em maio de 2022).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE

Segundo o INE, em junho de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +37,1% e +41,6%, respetivamente (+40,7% e +45,0%, pela mesma ordem, em maio de 2022). Note-se que os índices de valor unitário (preços) registaram variações homólogas de +18,6% nas exportações e +26,0% nas importações.

Ainda em termos nominais, são de salientar os acréscimos em ambos os fluxos dos Fornecimentos industriais (+29,0% nas exportações e +21,2% nas importações), dos Combustíveis e lubrificantes (+159,8% e +220,3%, respetivamente) e do Material de transporte (+60,6% e +46,1%, pela mesma ordem).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 29,8% e 23,4%, respetivamente (+35,0% e +33,2%, pela mesma ordem, em maio de 2022). Os índices de valor unitário (preços) excluindo os produtos petrolíferos registaram variações homólogas de +13,0% nas exportações e +14,6% nas importações.

O défice da balança comercial de bens agravou-se em 903 milhões de euros face a junho de 2021, atingindo 2 522 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice totalizou 1 275 milhões de euros, diminuindo 9 milhões de euros relativamente a junho de 2021.

No 2.º trimestre de 2022, as exportações e as importações cresceram 31,2% e 37,7%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021 (+22,9% e +33,3%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em maio de 2022).

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(Gráficos: INE)

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Emissões de Títulos de Dívida –  Banco de Portugal

Em junho de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 1 544 milhões de euros, o que compara com um valor de -653 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -420 milhões de euros (33 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de junho de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 296 885 milhões de euros, diminuindo 2095 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -5,5%. O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 35 545 milhões de euros, diminuindo 432 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 9,9%.

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Painel Trimestral de Transportes – 4.º Trimestre de 2021/4.º Trimestre de 2020

O GEE, disponibiliza a edição do Painel Trimestral de Transportes relativa ao 4.º trimestre de 2021/4º trimestre de 2020, que analisa os dados do Setor nos trimestres homólogos. A evolução da pandemia da Covid-19 e o levantamento gradual das medidas refletem-se globalmente, ainda que de forma diferenciada, na recuperação do movimento de pessoas e de mercadorias nos diversos modos de transporte.

Painel Trimestral de Transportes – 4.º Trimestre de 2021/4.º Trimestre de 2020

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na última semana de julho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 28 de julho de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 10,7% (VH), que compara com 6,8% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Comércio a Retalho – Eurostat  

Em junho de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 1,2% na Zona Euro e 1,3% na UE27, face ao mês anterior. Em maio de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,4% na Zona Euro e 0,2% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 1,9% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,2% em maio de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2022, os maiores aumentos foram registados na Irlanda e Malta (ambos 0,5%), Finlândia (0,3%) e Áustria (0,2%). As maiores diminuições ocorreram na Dinamarca (-3,8%), Países Baixos (-3,4%) e Estónia (-2,4%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 3,7% na Zona Euro e 2,8% na UE27, em junho de 2022.

Portugal registou um aumento homólogo de 0,9%, após ter registado um aumento homólogo de 1,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (22,1%), Polónia (9,3%) e Chipre (8,4%). As maiores reduções foram na Dinamarca (-9,5%), Alemanha e Irlanda (ambos -8,8%) e Países Baixos (-6,1%).

(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de junho de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 2,09%, aumentando 0,07 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,28% e 1,27% em maio de 2022 para 1,43% e 2,14% em junho de 2022, respetivamente.

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22Em junho de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,09 p.p., de 2,06% para 2,15%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 2,54% e 2,26%, respetivamente, após terem registado valores de 2,49% e 2,16% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 1,99%, o que compara com 1,92% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de junho de 2022, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,08%, aumentando 0,03 face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,01 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 0,27% e 1,22% em junho de 2022, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,16 p.p. e 0,92 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de julho de 2022, foram matriculados 16 897 veículos, o que representa um aumento homólogo de 18,8%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 92,7% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 17,6% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 15,5%.

Entre janeiro e julho de 2022 foram matriculados 106 879 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 5,9%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 17,2% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de -4,1% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 19,7% (VHA).

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