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Atividade turística – estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 7,2 milhões de dormidas em junho de 2022, correspondendo a um aumento homólogo de 110,2% (+221,7% em maio). Face a junho de 2019, registou-se uma diminuição de 0,4%.

Em junho, o mercado interno contribuiu com 2,3 milhões de dormidas (16,5%, variação homóloga – VH) e os mercados externos totalizaram 4,8 milhões (+241,8% VH). Face a junho de 2019, o mercado interno cresceu 7,0% (VH) e os mercados externos diminuíram 3,5% (VH).

No 1.º semestre de 2022, as dormidas aumentaram 252,4%, VH (+84,1% nos residentes e +529,5% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 7,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-11,9%), dado que as de residentes cresceram 5,2%.

No 2.º trimestre de 2022, as dormidas aumentaram 209,9%, VH (-0,2% face ao 2.ºT 2019). As dormidas de residentes aumentaram 55,6%, VH (+9,9% em relação ao 2.ºT 2019) e as de não residentes cresceram 450,1%, VH (-4,1% comparando com o 2.ºT 2019).

Em junho, 15,7% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (28,4% em junho de 2021).

(Tabela: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE  

A população empregada, em junho de 2022, foi estimada em 4 855,5 mil pessoas, diminuindo 0,3% face ao mês anterior (-16,7 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,4%, tendo diminuído 0,2 p.p. face ao mês anterior (revista em baixa/alta de % para 63,6%).

A população desempregada, estimada em 313,7 mil pessoas, aumentou 1,0 % em relação ao valor registado para o mês anterior (3,0 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,1%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,1% para 6,0%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 19,3%, tendo aumentado 0,8 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 19,8% para 18,5%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,2% e manteve-se em relação ao mês anterior.

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Em junho de 2022, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,5% (63,6% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,8% (5,8% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE .

O INE estima que, em julho de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 9,1% (o valor observado em junho de 2022 foi 8,7%). Trata-se do valor mais elevado registado desde novembro de 1992.

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 6,2% (6,0% em junho de 2022), o valor mais elevado desde abril de 1994.

Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 31,2% (taxa inferior em 0,5 p.p. face ao mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 13,2% (11,9% em junho).

A variação mensal do IPC terá sido 0,0% (variação de 0,8% em junho de 2022 e -0,3% em julho de 2021).

A variação média dos últimos doze meses de 4,7% (4,1% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 9,4% (9,0% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do PIB – INE  

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 6,9% no 2.º trimestre de 2022 (11,8% no trimestre anterior). Note-se que a evolução em termos homólogos reflete em parte um efeito de base, dado que no 1.º trimestre de 2021 estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia que condicionaram a atividade económica. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 2.º trimestre, verificando-se um crescimento menos acentuado do consumo privado e do investimento. O contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB aumentou, em resultado da aceleração mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a verificada nas Importações de Bens e Serviços. No 2.º trimestre, os preços implícitos nos fluxos de comércio internacional aumentaram significativamente, tendo-se registado uma maior aceleração nas exportações devido às componentes de serviços, determinando uma perda dos termos de troca menos intensa que no trimestre anterior.

Comparando com o 1.º trimestre de 2022, o PIB diminuiu 0,2% em volume, após um crescimento em cadeia de 2,5% no trimestre anterior, em resultado do contributo negativo da procura interna para a variação do PIB. Em sentido contrário, o contributo positivo da procura externa líquida aumentou, refletindo o crescimento em cadeia mais acentuado das Exportações de Bens e Serviços que o das Importações de Bens e Serviços.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia  

Em julho de 2022, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 104,3 pontos, o que compara com o valor de 106,2 pontos verificado em junho.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores da Indústria (de -3,2 para -4,0 pontos), Serviços (de 21,8 para 16,8) e Comércio a Retalho (de 3,0 para 2,2), ao contrário da Construção (de -7,9 para -3,8). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -32,3 para -30,6.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 4,2 pontos na União Europeia (de 101,8 pontos em junho para 97,6 pontos em julho), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 4,5 pontos (de 103,5 pontos em junho para 99,0 pontos em julho).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 24 de julho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior.

Em 21 de julho de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 6,6% (VH), que compara com 7,5% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

No 2.º trimestre de 2022, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações de bens aumentaram 31,2% e 39,4%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021. Comparando com o 2.º trimestre de 2020, registaram-se acréscimos de 95,5% nas exportações e 108,3% nas importações. Face ao 2.º trimestre de 2019, os aumentos foram de 35,1% e 36,8%, pela mesma ordem.

No 1.º trimestre de 2022, as taxas de variação homóloga foram 18,0% e 36,8%, respetivamente.

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em julho de 2022, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,7 para 1,9 (%, vcs).

Entre junho e julho de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 22,7 para 16,1 e o do Comércio diminuiu de 3,1 para 2,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -3,6 para -4,5 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -7,4 para -3,5. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -31,1 (sre, ve), em julho de 2022 (-32,5 em junho de 2022).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Procura Turística dos Residentes – INE

No 1.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 4,7 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo homólogo de 195,6%1 (+0,3% face ao 1.ºT 2019; 96,1% de variação homóloga no 4.ºT 2021). As viagens em território nacional corresponderam a 90,5% das deslocações (4,2 milhões) e aumentaram 175,8%, em termos homólogos (3,6% quando comparado com o 1.ºT 2019). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 846,9% face ao 1.º trimestre de 2021, mas ficaram ainda 23,0% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 443,4 mil viagens, o que correspondeu a 9,5% do total (8,7% no 4.ºT 2021). Estas variações devem-se às fortes restrições às deslocações no contexto pandémico no 1.ºT 2021, quando as viagens tinham diminuído 55,3% em território nacional e 89,5% com destino ao estrangeiro.

A “visita a familiares ou amigos” foi a principal motivação para viajar no 1.º trimestre de 2022 (2,2 milhões de viagens, +187,7% face ao 1.ºT 2021; +4,4% face ao 1.ºT 2019), apesar da perda de representatividade (46,1% do total, -1,3 p.p. face ao 1.ºT 2021). O motivo “lazer, recreio ou férias” correspondeu a 1,8 milhões de viagens (39,2% do total, +13,0 p.p. face ao 1.ºT 2021), revelando um crescimento homólogo de 342,2% (3,0% face ao 1.ºT 2019).

Os “hotéis e similares” concentraram 21,9% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 1.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+16,3 p.p. que no 1.ºT 2021). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (71,0% das dormidas, -17,6 p.p. que no 1.ºT 2021).

No processo de organização das deslocações, a internet foi utilizada em 20,4% dos casos (+15,6 p.p. face ao 1.ºT 2021), tendo este recurso sido opção em 67,5% das viagens para o estrangeiro (+29,5 p.p. face ao 1.ºT 2021) e em 15,4% das viagens em território nacional (+11,7 p.p. face ao 1.ºT 2021).

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(Gráficos: INE)

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