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GEE
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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em junho de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 77,3 mil milhões de euros, aumentando 587 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 2,9% (2,8% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 127,8 mil milhões de euros, registando uma TVA de 4,6% (4,5% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,8%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,5%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 0,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em junho de 2022, o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,56% (1,66% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,28% para 2,35%.

O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,09% (1,28% no mês precedente), o que corresponde a um novo mínimo histórico. Para esta diminuição contribuiu, maioritariamente, a redução do rácio de incumprimento dos empréstimos ao consumo e outros fins, de 4,3% em maio para 3,5% em junho, justificada, essencialmente, por empréstimos abatidos ao ativo dos bancos.

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Call for Papers sobre Internacionalização: Conferência de apresentação dos artigos premiados – GEE/AICEP

O Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia e do Mar e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP) convidam a assistir online à conferência da Call for Papers sobre a Internacionalização da Economia Portuguesa. Neste evento, a 13 de setembro às 10h00, são apresentados os 4 (quatro) artigos científicos premiados num total de 12.000€.

Os trabalhos vencedores refletem sobre diversos temas, entre os quais exportações, performance empresarial, financiamento, investimento, emprego, custos de transporte, estratégias digitais e políticas públicas.

Programa (que inclui links para assistir online)
Comunicado

Custos de Contexto das Empresas – INE

Segundo o INE, em 2021, o indicador global de custos de contexto, que agrega nove domínios, registou um valor de 3,09, numa escala de 1 a 5, superior aos registados em 2017 (3,05) e 2014 (3,04). Por sector de atividade, a Indústria apresentou o indicador mais elevado (3,26) e o que mais aumentou desde 2014 (+0,14). O indicador foi também mais elevado nas empresas de pequena e média dimensão (3,15; +0,6 que em 2017), bem como nas empresas com sede no Continente (3,09).

O sistema judicial voltou a ser identificado pelas empresas como o domínio com o indicador de custos de contexto mais elevado 3,61, tendo sido, no entanto, o único domínio a registar um decréscimo entre 2017 e 2021 (-0,06).

Os domínios dos recursos humanos e das indústrias de rede, apesar de não aparentarem constituir, globalmente, obstáculos elevados ao exercício da atividade das empresas, apresentaram, entre 2017 e 2021, os maiores aumentos do indicador de custos de contexto (+0,17), refletindo a maior dificuldade no acesso a técnicos qualificados e na contratação de trabalhadores, bem como os aumentos do custo dos serviços relacionados com o fornecimento/acesso a combustíveis líquidos e com o transporte de mercadorias marítimos/fluviais e terrestres neste período.

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(Gráficos: INE)

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World Economic Outlook Update – FMI

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deverá aumentar 3,2% em 2022 e 2,9% em 2023. A previsão para 2022 foi revista em baixa em 0,4 p.p. e a previsão para 2023 foi também revista em baixa em 0,7 p.p., face ao Outlook de abril.

Relativamente à Zona Euro, o FMI reviu em baixa a previsão para 2022 em 0,2 p.p. e em 1,1 p.p. a de 2023, sendo agora as previsões de 2,6% para 2022 e 1,2% para 2023.

Prevê-se ainda que, para os anos de 2022 e 2023, a Alemanha tenha variações do PIB de 1,2% e 0,8%, que a França tenha variações de 2,3% e 1,0%, que a Itália tenha variações de 3,0% e 0,7% e que a Espanha tenha variações de 4,0% e 2,0%, respetivamente.

Para os Estados Unidos da América, o FMI prevê um aumento de 2,3% para 2022 e 1,0% para 2023 (previsões revistas em baixa em 1,4 p.p. e em 1,3 p.p., respetivamente, face ao Outlook de abril).

(Tabela: FMI)

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Painel de Demografia, Insolvências e Revitalização de Empresas – Texto Introdutório

O Painel de Demografia, Insolvências e Revitalização de Empresas é uma infografia a publicar trimestralmente, com indicadores de constituição e dissolução de empresas, insolvências decretadas por tribunais judiciais de 1.ª instância e processos PER, numa perspetiva trimestral e anual, apresentando detalhe setorial e estimativa comparada da evolução das insolvências.

Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 1.º trimestre de 2022, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro (EA19) situou-se em 95,6% (95,7% no 4.º trimestre de 2021) e na UE27 situou-se em 87,8% (88,1% no 4.º trimestre de 2021). Em relação ao período homólogo (1.º trimestre de 2021) registou-se uma diminuição de 4,4 pp (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e uma diminuição de 4,5 pp na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 127,0% (138,9% no 3.º trimestre de 2020 e 127,4% no 4.º trimestre de 2021).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB), no 3.º trimestre de 2021, foram a Grécia (189,3%), Itália (152,6%), Portugal (127,0%), Espanha (117,7%), França (114,4%), Bélgica (107,9%) e Chipre (104,9%). Em contrapartida a Estónia (17,6 %), Luxemburgo (22,3%) e Bulgária (22,9%) apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

Em relação ao trimestre anterior, OITO Estados-membros depararam-se com acréscimos de dívida e dezanove com uma diminuição. Destacam-se com os maiores aumentos em França (1,9 pontos percentuais – pp), Itália (1,8 pp), Chipre (1,3 pp), Malta (1,2 pp), Áustria (1,1 pp), República Checa (0,8 pp), Hungria (0,7 pp) e Eslovénia (0,4 pp), e com maiores diminuições a Grécia e Lituânia (ambas -4,0 pp), Dinamarca (-3,7 pp), Croácia (-2,5 pp), Irlanda e Bulgária (ambos -2,2 pp).

Face ao 1.º trimestre de 2021, três Estados-membros registaram um aumento do rácio da dívida pública e vinte e quatro registaram decréscimos. Os maiores aumentos verificaram-se na Eslováquia (2,6 pp), Roménia (1,0 pp) e Malta (0,4 pp). Em contraste, a Grécia (-20,0 pp), Chipre (-16,1 pp), Croácia (-12,8 pp), Portugal (-12,0 pp), Eslovénia (-9,9 pp), Bélgica (-9,1 pp), Dinamarca (-7,8 pp), Espanha (-7,5 pp) e Irlanda (-7,3 pp) registaram as maiores diminuições homólogas nos níveis de dívida pública (em % do PIB).

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(Gráficos: Eurostat)

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How is the Minimum Wage Shaping the Wage Distribution: Bite, Spillovers and Wage Inequality

Over the last three decades, wage inequality and the importance of the minimum wage presented an interesting negative correlation in Portugal. Using a semiparametric approach, counterfactual decomposition methods, and an extremely rich matched employer-employee dataset of all employees in the country, this paper presents significant visual and quantitative evidence of how the minimum wage structurally reshaped the wage distribution. The remarkable rise in the real minimum wage of 2006-2019 fully explained the sharp decline in wage inequality, and 40% of average wage growth – for women, who benefited the most, that was 60%. Spillover effects reached up to 40% above the minimum, being at times more important than the bite itself. The minimum wage reduced within and between wage inequality in several fronts, cutting the gender wage gap by a quarter, potentially decreasing the returns to education, and raising wages of workers at less productive firms. While the minimum wage bite was felt in workers’ base wages, spillovers predominantly manifested in total wages – GEE Paper nº160

Apresentação

 

 

 

Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat  

No 1.º trimestre de 2022, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -2,3% do PIB (-6,9% no 1.º trimestre de 2021 e -3,4% no 4.º trimestre de 2021). O saldo da UE27 fixou-se em –2,2% do PIB (-6,3% no 1.º trimestre de 2021 e -3,3% no 4.º trimestre de 2021).

No 1.º trimestre de 2022, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 0,9% do PIB (-4,8% no 1.º trimestre de 2021 e -1,2% no 4.º trimestre de 2021).

(Tabela: Eurostat)

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