No 1.º trimestre de 2022, a Necessidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), que compara com uma Capacidade Líquida de Financiamento de 0,7% no trimestre anterior.
Este resultado reflete as necessidades de financiamento das sociedades não financeiras e das administrações públicas (de 2,6% e 1,5% do PIB, respetivamente) que, em conjunto, excederam as capacidades de financiamento dos particulares e das sociedades financeiras (de 2,5% e 1,5% do PIB).

No 1.º trimestre de 2022, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,8% do PIB, para a qual contribuíram as variações negativas de Numerário e Depósitos, Títulos exceto Ações em -0,4% e -4,3% do PIB, respetivamente. Inversamente, para o mesmo período, os Empréstimos registaram uma variação positiva de 2,5% do PIB.

No 1.º trimestre de 2022, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 7,6% do PIB.

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Em março de 2022, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 140,0% do PIB (304 358 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 5,6 p.p. face a dezembro de 2021 (145,6%).




